Seu mago já aprendeu todos os feitiços do Dungeoneer e Blacksand!? Temos a seguir uma lista com novos feitiços para os magos de Titan. Primeiro temos o nome do feitiço, entre parênteses seus custo em ENERGIA e por fim uma descrição de seus efeitos.
Monthly Archive for fevereiro 2008
Eu a amava.
E pelo que ela me dizia,
O mesmo sentimento por mim ela alimentava.
Mas o Destino não assim queria,
Pois, por alguns amigos,
Soube que ela me traía.
No começo, não acreditei.
Mas depois vi com os meus próprios olhos
E pela primeira vez na vida, chorei.
Ao chegar em casa,
Lá estava ela,
Linda, maravilhosa.
Veio aos meus braços chorando.
Dizia para não escutar meus amigos,
Que ainda estava me amando.
Então veio a ira.
Por mais que eu a amasse,
Não suportei tamanha mentira.
Eu a espanquei.
E, quando dei por mim,
Com sua vida acabei.
Agora, ela está no além.
Pode não ser minha,
Mas não é de mais ninguém.
Esse texto faz parte da antologia “P.O.E.M.A.S. – Palavras Ontológicas e Extenuantes Mas Ainda Semânticas”.
(ensaio realizado em cima da pauta “Qual a relação entre linha editorial e jornalismo comunitário/comunidade?”)
A linha editorial de um jornal define a “cara” de um jornal. É ela que determina o que é importante ou não para um jornal e como esse jornal vai cobrir os assuntos que achar importante. Durante a leitura de um jornal impresso essa linha aparece de forma sutil, já que um veículo de informação deve buscar ser o mais imparcial possível. Se isso realmente acontece ou não, é tema para outra discussão. Voltando à nossa pauta, é no editorial que o jornal coloca abertamente sua opinião e mostra claramente sua visão de mundo.
Esse texto era para ser escrito e postado no mês que vem, quando o site fosse oficialmente inaugurado. Mas ele já está no ar, já tem gente escrevendo e comentando. Logo algumas explicações se fazem necessárias. Logo vamos à elas.
Eu escrevo há um bom tempo e se perdem nas lembranças de minha memória não-linear exatamente quando comecei a desenvolver esse hábito. Claro que tem a ver com o fato de ter sido criado com dois pais que lêem muito. Claro que tem a ver com minha tia Sandra, que é jornalista. Mas nenhum deles escreve.
Quinta-Feira: aquela cervejinha básica com alguns com ex-colegas de faculdade no Ibotirama se transforma naquela bebedeira nem tão básica assim;
Sexta-Feira: trabalhar de ressaca. Depois ir jogar bilhar com uma colega no Snooker Bar, emendar um conhaque com uma galera no Vitrola e encerrar a noite ganhando duas corridas de Daytona USA no Lord´s.
Sábado: trabalhar de ressaca. Visitar um colega que acaba de se mudar para um apartamento no Bixiga. Ter que ficar a noite de sábado de carnaval em casa cuidando do meu avô. Muita agitação regada a pizza de mussarela e calabresa, Dragon Slayer, Guitar Hero II, The Doors, Transmetropolitan, Soul Calibur III, whisky, Final Fantasy, cigarro e Evil Dead.
Domingo: acordar de ressaca. Dar um trato na casa e ir pro Alex, onde vai rolar o carnaval Bullshit. Muito bate-papo (qualidade do ensino brasileiro, morar sozinho, planos para o futuro e assuntos nerds de sempre), bebida e resolvemos ver vários filmes de zumbis! A sessão desse dia teve Todo Mundo Quase Morto e O Despertar dos Mortos.
Segunda-Feira: cerveja, desenhos animados do SBT, whisky, vídeos Bullshit, suco de abacate com leite (urgh!) e O Dia dos Mortos.
Quarta-Feira: acordar de ressaca (física e moral). Escrever um pouco e voltar ao trabalho…
Sou o filho de algo que soa criminalmente vulgar, mas nem por isso deixa de ser um crime. Fui assassinado. Mas ao contrário do que normalmente acontece, meu executor me trouxe de volta à vida.Não a vida como eu conhecia, mas de certa forma uma vida.Por isso a vulgaridade do ocorrido.Alguém que te mata e te traz de volta é realmente considerado um assassino? De qualquer maneira, não tem volta.Vantagens: não morro por causas naturais, não preciso respirar, ferimentos que matariam um ser humano comum me fazem cócegas. Desvantagens: não posso andar à luz do dia e só me alimento de sangue. No começo até que foi legal, uma sensação de poder e invencibilidade. Mas depois de algum tempo isso cansa. Precisava de coisas novas. Melhor, precisava de coisas antigas.
(ensaio realizado em cima da pauta “Veiculação e Hibridização: a convergência midiática”).
O jornalismo on-line é uma realidade? Ele vai substituir o jornal impresso? Essas são questões que estão sendo feitas desde que a internet começou a crescer no país e merecem uma análise mais profunda.
Está atrás de mim.
Corro,
Corro o máximo que posso.
Continua atrás de mim.
Seus olhos brilham,
Malévolos,
Na escuridão.
E fitam os meus olhos.
Sinto um calafrio e continuo.
No desespero, não vejo nada.
Tropeço.
Olho para trás.
Tento levantar.
Ele pula em minha direção.
Sua mandíbula se abre.
Dela goteja uma saliva fétida.
Num último gesto,
Grito.
Está em cima de mim.
Seus olhos nos meus.
Ele ruge.
Sua boca vem de encontro à minha cabeça.
Ela se fecha.
E eu não corro mais.
Nunca mais.
Esse texto faz parte da antologia “P.O.E.M.A.S. – Palavras Ontológicas e Extenuantes Mas Ainda Semânticas”.