Filme sobre as últimas horas de Jesus choca
pela excesso de violência
(matéria realizada para o Jornal Paroquial “O Bom Conselho” em 2003)
“A Paixão de Cristo”, novo filme de Mel Gibson que retrata as últimas doze horas de Jesus Cristo, quando ele é capturado, julgado e condenado a crucificação, tem causado diferentes reações nas pessoas pela forma como a história nos é mostrada.
A reconstituição histórica beira à perfeição, com cenários, roupas e gestos das personagens muito bem caracterizados. Todo o filme é falado em aramaico e latim, numa reconstrução da língua falada na época que foi muito elogiada por diversos linguistas mundo afora.
Mas o que vem causando polêmica no filme? Em primeiro lugar, o excesso de violência. Nos é mostrada toda a dor de Jesus ao ser torturado pelos romanos, levado a cruz até o Calvário e crucificado com o máximo de realismo possível. Impossível não se chocar com o tratamento dado ao Filho do Deus. Muitas pessas choram durante a maior parte do filme e algumas chegam a passar mal.
Gibson diz que optou pelo extremo realismo para “mostrar todo o sofrimento que Jesus passou por nós”. Deve-se dizer que isso Gibson conseguiu. O Jesus de seu filme é chutado, socado, cuspido, torturado e chicoteado tanto que nos vemos implorando para que aquilo cabe logo.
Outro ponto controverso é que diversos grupos acusam o filme de ser anti-semita, ao colocar a culpa da morte de Jesus nas mão dos judeus. Realmente, o sumo-sacerdote Caifás é o grande vilão do filme, mas fica claro que ele manipula seu povo para que crucifiquem cristo. Os romanos são retratados como fracos e vacilantes. Se o pecado dos sumo-sacerdotes é o julgamento, o dos romanos é a omissão.
A divisão entre o bem e o mal no filme é bem clara. Todos que são bons ou nutrem alguma compaixão por Jesus são bonitos e asseados. Já quem está contra Cristo quase sempre é feio e possui dentes tortos e podres.
Um aspecto bastante interessante da obra é o tratamento dado à personagens secundárias, que mesmo na Bíblia são tratadas de forma superficial. Simão foi obrigado a ajudar Jesus com a cruz, não o fez, pelo menos no começo, por livre vontade. Isso fica muito claro na obra, que também mostra a mudança da atitude de Simão. Nem todos os guardas romanos concordavam com a tortura a que o Filho de Deus foi submetido e isso também nos é mostrado. E não há como não ficar tocado com a fidelidade de Maria Madalena, prostituta convertida por Cristo, que acompanha Maria e João durante todo o filme.
Resumindo, “A Paixão de Cristo” é um filme forte, que nos mostra em toda sua crueldade o sacrifício que Jesus fez para libertar a humanidade de seus pecados. Dentro do que foi proposto, Mel Gibson o cumpriu com maestria.
SERVIÇO:
Filmes sobre a vida de Jesus Cristo
Intolerância (1916)
O Rei dos Reis (1927)
L´Ãge d´Or (1930)
Gólgota (1935)
O Manto Sagrado (1953)
Rei dos Reis (1961)
O Evangelho Segundo São Mateus (1964)
Jesus Cristo Superstar (1973)
Godspell, a Esperança (1973)
Jesus de Nazaré (1977)
A Vida de Brian (1979)
Je Vous Salue, Marie (1985)
A Última Tentação de Cristo (1989)
Maria, Mãe do Filho de Deus (2003)
Onde está escrito na Biblia que a Madalena foi prostituta, professor?
Nossaaa eu amo esse filme além de mi fazeer choraar com a crueldade ki fazem com Jesus Cristo é lindo quando mostra Jesus lembrando do passado e Maria quando vaai ao encontro de filho quando é caído levando a Cruz…. Amooo Muito essa filmeee
PARABÉNS
olha a biblia não relata q era prostituta ,mas ela foi pega em adultério que tb é um pecado de prstituição q estar lá em Lucas 8:2 q tb estava com 7 demonios expulços por Jesus.leia tb lucas 7:34 ao 37 é só ler a biblia aí vc axa .
BG e Patrícia,
Vou pesquisar as referências bíblicas citadas e outras e se estiver errado, efetuar a correção.
Mas no imaginário popular católico costumam se referir a ele como prostituta sim.
FILME CATIVANTE , MUITO REAL MOSTRA O QUE DEUS FEZ POR NÓS E AINDA ASSIM O JULGAR