Autor: Fabricio M. Alves.
O que é: Uma coletânea de contos.
Editora: D´Mattos.
Ano: 2007
Conheci o autor de C.A.O.S. em um dos vários projetos literários que eu faço parte. Calhou de na volta de uma das reuniões pegarmos metrô para o mesmo lado e acabamos mantendo contato desde então. Esse livro veio parar m minhas mãos uns bons meses depois, emprestado por Renata, outra amiga das Letras.
O que posso dizer sobra a obra? Perturbadora, no MÍNIMO. São contos escritos em diversos momentos da carreira do autor e que têm em comum o fato de lidar com o lado obscuro da humanidade. Mas não espere finais felizes, punição divina ou alguma lição de moral. Prepare-se pare encarar as coisas como elas são. E se você acha a palavra “coisa” muito vaga, posso dar alguns exemplos do que você terá pela frente: obsessão, pedofilia, heresia, medo, solidão, depressão, egoísmo, tristeza e, por incrível que pareça, bom humor. Se você nunca riu da própria desgraça ou da ruína alheia, aproveite a oportunidade.
Fabrício, ao contrário de mim, é um escritor com requintes literários, mas o faz sem soar chato ou pedante. Você percebe que está lendo um texto de alguém que sabe o que está fazendo e não de um mero aventureiro. (Nada contra os aventureiros, mas é preciso frisar que existem diferenças.)
Os pontos altos do livro são dois. O primeiro é “Notas de Rodapé”, uma brincadeira com esse recurso que tanto ajudo quanto atrapalha a leitura. Só pela idéia em si já merecia louvores, mas como ela é muito bem conduzida, fica como melhor conto da obra.
Já o segundo é “Enquanto Eu Pensava”, um misto de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” com aqueles livros psicografados que inundam nossas livrarias. É um texto recheado de referências filosóficas e vale a pena correr atrás delas depois.
Pontos fracos? Bem sempre há, não é? Um errinho ou outro acabou passando batido na hora da revisão. Nada que comprometa a leitura ou desmereça o autor, mas é sempre bom tomar cuidado com essas coisas. Faltou também o autor deixar o contato dele. Isso é de suma importância em obras independentes.
Mas o que realmente merece um puxão de orelha é a segunda parte do posfácio, onde nosso querido Fabrício explica que os contos são ficcionais e ele não necessariamente concorda com tudo o que escreveu. Bem, se alguém que lê um livro acha que o autor faz o que escreve, nossa categoria está fodida! Com todo o respeito, achei desnecessário e até broxante.
Portanto, recomendo que vá atrás dessa obra e a deixe C.A.O.S.ar suas idéias!
(Sim também achei esse trocadilho desnecessário e broxante. Ninguém é perfeito…)
E onde eu arrumo isso, meu caro?
Nesse caso é direto com o autor mesmo.
ou falando com a editora esquecida dele né Fabrício?
ops né ALÉSSIO!
(saco, esa crize de abiztinensia de café me fax ter pobremais)
Pois é gente, assim que eu tiver um centavo no bolso, aí mando fazer mais se eu ver que vale a pena…só preciso ter grana…kkkkkkkkk…mas agilizarei isso logo
Fabrício, seus fãs podem encomendar os livros direto comigo, depois eu repasso pra você seus direitos, assim você não precisa ficar entalado, por falta de grana.
Se desejar, eles entram em contato com você, fazem a encomenda, pagam e você me repassa o valor de confecção e endereço para entrega. simples né?
Isso me tira um peso, porque se alguem quiser eu mando falar contigo guria, aí fica mais facil mesmo.
Mas bem…tirando os demais, quanto tempo heim, que anda aprontando?
Pedidos do C.A.O.S.
Depois de conversar com o Fabrício, foi decidido, que,quem desejar fazer a compra do C.A.O.S., pode falar diretamente com ele, para efetuar os pedidos.
Os pedidos feitos, serão repassados pra mim, então, com os dados das pessoas, (e-mail e tudo o mais), eu mando uma orientação, com o número da conta pra depósito do preço + o valor da compra), feito o depósito e confirmado, então eu começo a editar os pedidos.
assim que as encomendas ficarem prontas (no mínimo 30 dias úteis calculando a quantidade mínima de exemplares *10 exemplares*), eu mando um aviso de envio.
pra fazer a encomenda é necessário passar endereço, e-mail, e comprovante de depósito.
estou no aguardo, do parecer do Fabrício á respeito do valor comercial do C.A.O.S., assim que ele me passar, eu coloco aqui.
dúvidas podem se resolvidas comigo, ou com ele.
p.s. os 10 exemplares NÃO significam que cada pessoa deve encomendar 10 exemplares, e sim a quantidade mínima que a editora viabilisa, por autor.
Ou seja assim que o Fabrício juntar 10 exemplares de encomenda, ele me passa os dados dos pedidos, e eu entro em contato, pra passar o numero da conta, pra depósito