Meu Jogo

Pobres Mortais.
Não fazem a mínima idéia da verdade.
Pensam que vivem suas próprias vidas,
Que agem por conta própria,
Que mandam em si mesmos.
Doce ilusão.
Melhor que pensem assim.
Seria por demais doloroso,
Saber que não vivem o que querem,
Não fazem a sua vontade.
Os tolos vivem a fazem o que eu quero.
Eles não passam de simples peças de jogo.
Um jogo onde eu dou as regras.
Um jogo onde eu sou o único e eterno vencedor.

Esse texto faz parte da antologia “P.O.E.M.A.S. – Palavras Ontológicas e Extenuantes Mas Ainda Semânticas”.

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