AMO bastidores.
Quando alugo um DVD, vejo os making-offs, versões comentadas, entrevistas, cenas deletadas. No DVD da 1a temporada de “Buffy“, cheguei ao cúmulo ler os roteiros do episódios na tela da minha TV!
Essa obsessão minha não é de hoje. Acredito que foi despertada quando participei de uma peça de teatro quando era criança. Li na “Veja São Paulo” sobre a peça e lá falava que em um certo momento eles chamavam crianças da platéia para participar. Convenci meus pais a me levarem só pra isso e quando o momento chegou fui o primeiro a subir no palco! Sei lá se minha atuação como tartaruga marinha foi soberba, mas não esqueço minha fascinação ao ver aquela correria atrás do palco, aquela confusão aparente que virava uma perfeição na frente do público.
Por isso que estou amando essas “versões definitivas” de HQs que diversas editoras estão lançando. Lá roteiristas e desenhistas entregam todo o jogo de como produziram suas obras. Esses dias mesmo peguei a versão definitiva de “Batman – Silêncio” e ouso dizer que li a história (muito boa, por sinal) somente para poder entender as 100 páginas de extras. Maior legal!
Talvez tudo isso seja um simples reflexo de adorar ver como a ordem surge do mais puro Caos criativo.
Universitários homossexuais e bissexuais se sentem discriminados dentro do campus
(texto originalmente publicado em 2001)
“A primeira vez que beijei alguém do mesmo sexo foi meio que de brincadeira, há um ano atrás. Não estranhei e continuei beijando”. Foi assim que A.P.* 21 anos e aluno de jornalismo da Unesp, se descobriu homossexual. Assim como ele, muitos estudantes tiveram as primeiras relações com pessoas do mesmo sexo na universidade. Dos 5 entrevistados, 4 se descobriram homossexuais ou bissexuais após ingressarem na universidade. Para a também aluna de jornalismo P.Z., 20 anos e bissexual “Isso acontece por que aqui você esta longe dos pais, ninguém te conhece. As pessoas acabam se soltando mais”.
O fato das pessoas se assumirem na universidade dá a impressão de que nesse espaço elas são mais aceitas, mas não é bem isso o que acontece. C.F, 22 anos, aluna de psicologia e lésbica, conta que “As pessoas até admiram quem se assume gay ou lésbica, mas toda vez que beijo outra mulher em público, as pessoas olham de forma estranha ou zoam comigo”. Já A.P. que “Não fico em público não. Quando duas mulheres se beijam, tem cara até que gosta. Com homens não é bem assim”. Esses fatores fazem com que dos entrevistados, só 2 são homossexuais publicamente assumidos. Para B.T., 23 anos, “Demorou para as pessoas se acostumarem com o fato de eu ser gay. Rolou muito estranhamento no começo.
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Estava eu em mais um dia comum de trabalho. Minha tarefa no momento era fazer o inventário nos mangás de loja e me encontrava entre diversas pilhas de “Cavaleiros do Zodíaco”, “Fushigi Yugi”, “Princess Ai” e afins. Eis então que a campanhia toca anunciando que alguém entrou e lá desço eu do estoque para a loja para atender o bastardo que me fez perder a conta.
Para minha surpresa quem adentrou era uma mulher e não um homem. Digo surpresa porque quando se trabalha em uma comic shop a coisa mais difícil é entrar mulher. As vezes entra alguma japinha querendo algum mangá do Clamp, mas criei uma certa ojeriza a esse tipo de garota.
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No palácio do Sonhar, Caim e Abel estão tendo mais uma audiência com seu mestre, mas desta vez estão junto com Mathew, um corvo e fiel ajudante de Sonho. O Perpétuo fala:
- Essa é a situação. Compreenderam?
Caim responde:
- Correto milorde. Mas, se me permite, por que o senhor mesmo não vai realizar a busca?
- Tenho inúmeros afazeres enquanto Perpétuo dos sonhos e não posso abandoná-los. Agora partirão para o mundo desperto para procurar minha irmã. Mathew será o contato de vocês comigo. Desejo-lhes sorte.
Abre-se um portal e o três adentram-no.
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