Droga, fiquei com vontade de escrever mais e perdi o sono…
Nem tenho muitas coisas para relatar desde fechei este tomo pela última vez, mas vou anotar aqui meu atual equipamento só para ver se sossego e consigo dormir um pouco, pois a jornada daqui a até Carlin não é curta e posso encontrar goblins e amazonas no caminho.
Pois bem, atualmente eu uso um Elmo de Ferro, uma Armadura Nobre, um Escudo do Observador, um Cajado de Sopro de Dragão, Proteção de Placas nas pernas e botas comuns. Também possuo em Colar de Bronze.
Assim que for possível visitar Thais (estou com saudades de lá), relaciono aqui todos os livros que possuo, o que descobri até agora sobre Ferumbras e transcreverei um antigo livro meu: “O Tratado de Ética Tibiana”.
Vamos ver se finalmente durmo.
(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia)
Sim, minha cara.
Eu a estou convocando.
Não resista.
Você não pode,
Você não quer.
Se aproxime,
Sinta o meu gélido toque,
Sinta o arrepio que ele causa,
Á sua pele mortal.
Sinta meus lábios nos seus.
Se entregue totalmente.
Deixe o prazer tomar conta de você.
Só assim você não sentirá.
Não sentirá quando meus caninos
Afundarem em seu pescoço,
Sugando toda e essência da sua vida.
Se entregue ao prazer.
Só assim você não sentirá.
Não até ser tarde demais.
(Poesia também publicada na revista virtual Informais)
John Constantine, Doutor Oculto, Vingador Fantasma e Timothy Hunter se materializam em uma rua sem saída. Tim fala:
- Uau! Acho que nunca vou me acostumar com isso!
- Pode ter certeza de que vai, guri. – responde Constantine.
- Escuta, – pergunta Tim – Como vamos nos virar por aqui sem falar brasileiro?
Quem responde é o Doutor Oculto:
- O nome correto da língua é português, Timothy. E, para entendê-la, basta um simples feitiço.
O garoto se espanta:
- Nossa estou falando e entendendo português!
- Certo, mas não dá muita bandeira que não quero parecer turista. – diz Constantine, enquanto acende um cigarro – Vamos para o centro.
Continuar lendo ‘Quando Surgem as Dúvidas – Parte 13′
- Com licença?
Minha leitura diária no ônibus a caminho do trabalho é interrompida. Por reflexo olho para quem falou e sou surpreendido por uma bela japonesa trajando uma blusa de lã que não esconde em nada o tamanho dos seus belos seios e uma daquelas calças que todas mulheres usam para ir trabalhar, mas nunca sei nome. Daquelas calças que mostram direitinho as coxas e a bunda da dona. Faço aquele “tudo bem” com a cabeça e ela senta-se. Bendizendo minha sorte porque uma gostosa sentou ao meu lado, tento retornar à minha leitura.
Mas não consigo.
O joelho dela estava junto ao meu.
Continuar lendo ‘Joelho’
Fazia um bom tempo que eu não viajava decentemente. Havia visto alguns shows do Matanza pelo interior de São Paulo, mas foi tudo meio corrido. Saía do trabalho, encontrava o pessoal, íamos de carro para a cidade, fazíamos a reserva no hotel, víamos o show, dormíamos porcamente (quem já me viu em shows da banda sabe do que estou falando), acordávamos, comíamos qualquer coisa e voltávamos para Sampa City.
Sou obrigado a confessar que esse esquema não me agradou muito. Gosto de conhecer coisas novas: lugares, pessoas, situações. Show do Matanza tem todo mês por aqui, logo eu sempre voltava um tanto frustrado por ficar tão pouco tempo nas cidades que visitávamos. Assim foi em Americana e assim foi em Campinas.
Continuar lendo ‘Campinas City – I’