Daily Archive for 13 jul 2008

Diário de um Mago – Ainda 21 de maio

Droga, fiquei com vontade de escrever mais e perdi o sono…

Nem tenho muitas coisas para relatar desde fechei este tomo pela última vez, mas vou anotar aqui meu atual equipamento só para ver se sossego e consigo dormir um pouco, pois a jornada daqui a até Carlin não é curta e posso encontrar goblins e amazonas no caminho.

Pois bem, atualmente eu uso um Elmo de Ferro, uma Armadura Nobre, um Escudo do Observador, um Cajado de Sopro de Dragão, Proteção de Placas nas pernas e botas comuns. Também possuo em Colar de Bronze.

Assim que for possível visitar Thais (estou com saudades de lá), relaciono aqui todos os livros que possuo, o que descobri até agora sobre Ferumbras e transcreverei um antigo livro meu: “O Tratado de Ética Tibiana”.

Vamos ver se finalmente durmo.

(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia)

Entregue-se

Sim, minha cara.
Eu a estou convocando.
Não resista.
Você não pode,
Você não quer.
Se aproxime,
Sinta o meu gélido toque,
Sinta o arrepio que ele causa,
Á sua pele mortal.
Sinta meus lábios nos seus.
Se entregue totalmente.
Deixe o prazer tomar conta de você.
Só assim você não sentirá.
Não sentirá quando meus caninos
Afundarem em seu pescoço,
Sugando toda e essência da sua vida.
Se entregue ao prazer.
Só assim você não sentirá.
Não até ser tarde demais.

(Poesia também publicada na revista virtual Informais)

Quando Surgem as Dúvidas – Parte 13

John Constantine, Doutor Oculto, Vingador Fantasma e Timothy Hunter se materializam em uma rua sem saída. Tim fala:

- Uau! Acho que nunca vou me acostumar com isso!

- Pode ter certeza de que vai, guri. – responde Constantine.

- Escuta, – pergunta Tim – Como vamos nos virar por aqui sem falar brasileiro?

Quem responde é o Doutor Oculto:

- O nome correto da língua é português, Timothy. E, para entendê-la, basta um simples feitiço.

O garoto se espanta:

- Nossa estou falando e entendendo português!

- Certo, mas não dá muita bandeira que não quero parecer turista. – diz Constantine, enquanto acende um cigarro – Vamos para o centro.

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Joelho

- Com licença?

Minha leitura diária no ônibus a caminho do trabalho é interrompida. Por reflexo olho para quem falou e sou surpreendido por uma bela japonesa trajando uma blusa de lã que não esconde em nada o tamanho dos seus belos seios e uma daquelas calças que todas mulheres usam para ir trabalhar, mas nunca sei nome. Daquelas calças que mostram direitinho as coxas e a bunda da dona. Faço aquele “tudo bem” com a cabeça e ela senta-se. Bendizendo minha sorte porque uma gostosa sentou ao meu lado, tento retornar à minha leitura.

Mas não consigo.

O joelho dela estava junto ao meu.

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Campinas City – I

Fazia um bom tempo que eu não viajava decentemente. Havia visto alguns shows do Matanza pelo interior de São Paulo, mas foi tudo meio corrido. Saía do trabalho, encontrava o pessoal, íamos de carro para a cidade, fazíamos a reserva no hotel, víamos o show, dormíamos porcamente (quem já me viu em shows da banda sabe do que estou falando), acordávamos, comíamos qualquer coisa e voltávamos para Sampa City.

Sou obrigado a confessar que esse esquema não me agradou muito. Gosto de conhecer coisas novas: lugares, pessoas, situações. Show do Matanza tem todo mês por aqui, logo eu sempre voltava um tanto frustrado por ficar tão pouco tempo nas cidades que visitávamos. Assim foi em Americana e assim foi em Campinas.

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