Monthly Archive for outubro 2008

Anjos: a Missão

Os servos de Deus para Storyteller

Os anjos são mortais que serviram bem ao Criador em sua vida terrena e acabam sendo recrutados para seu Exército Divino. Após o recrutamento, no qual adquirem seus novos poderes e aprendem a utilizá-los, recebem suas armas e descem à Terra para cumprir determinadas missões. Elas são dos mais variados tipos, mas as mais comuns envolvem ajuda aos fiéis e punição de hereges. Cumprida a missão, retornam ao Céu, aonde aguardam o próximo trabalho.

Ao tornar-se um servo de Deus, o antes mortal recebe uma nova característica: a Divindade. Através do gasto desse atributo é que anjo pode utilizar seus poderes. Ela serve também para determinar a Posição Divina à qual ele pertence. Em jogo, funciona como a Força de Vontade, onde os quadrados marcam quanto você tem no momento e as bolinhas quanto você tem realmente. Como os vampiros, podem usá-la para curar ferimentos agravados à razão de um ponto por nível. Anjos só recebem dano agravado de criaturas/objetos com humanidade (ou algo equivalente) igual ou inferior a cinco. A Divindade é recuperada em um ponto por dia.

Vale lembrar que anjos não envelhecem e podem curar-se descansando (como mortais). Aos Domingos e dias santos, anjos ganham um ponto em TODOS os seus atributos.

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Diário de Um Mago – 25 de maio de 2006

Ainda me recuperando em Carlin, conheci um feiticeiro mais novo que eu chamado Theizon Diel. Ele iria caçar esqueletos–demônios e me convidou para participar da empreitada. Como eu havia acabado de morrer para esqueletos, recusei o convite. Não sabia se ficava admirado com sua coragem ou tinha dó de sua ousada pretensão, mas ele comprou algumas runas de Cura Máxima e partiu para sua jornada. Tomara que seja bem sucedido. Também conheci uma bela garota chamada Thata Angel e, como bom cavalheiro que sou, lhe dei flores. Ela gostou e conversamos um pouco sobre amenidades. Desde que minha segunda esposa deixou este mundo (da primeira eu me separei) não me envolvi com mais ninguém. Não que sinta algo pela garota que conheci hoje, mas foi algo que me peguei pensando.

Após meu mortal encontro com o sacerdote maligno e necromante, achei que este é um bom momento para compilar meus estudos sobre os deuses. Aqui vão as informações que consegui com a sacerdotisa Tibra sobre eles.

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::: – 5

“Finalmente entendi o zen-budismo. O que quer dizer que provavelmente eu não entendi nada. Descobri que 24-1=23. Que 2+3=5. Que 5+2=7. E que 7+1=8. Se você deitar esse texto, entenderá o porquê disso tudo. E não é o que você pensou.”

- Extraído do grande tomo de sabedoria “PENSO, LOGO D.E.S.I.S.T.O.”, de autoria creditada ao Buda Desertor

A Torre do Feiticeiro – Prólogo

No ano 285 após o Caos, o Rei Pindar de Chalice, sabendo que seu corpo envelhecido não veria mais tantos verões e temeroso do avanço do Mal, resolveu providenciar segurança para seu povo após sua morte. Conhecedor de que uma pequena cidade-estado como Chalice não poderia permanecer de pé sozinha por muito tempo, ele pensou em uma aliança com a poderosa Salamonis. O Rei Salamon tinha uma filha com a mesma idade do filho de Pindar e então arranjou-se um casamento. Mas antes que o Príncipe Barinjhar e a adorável Sarissa pudessem se casar, a Princesa foi raptada durante a viagem em que ia conhecer seu futuro esposo. O autor do rapto foi Xortan Throg, um maléfico feiticeiro que habitava as profundezas das florestas ao norte do Rio Bagre.

O Rei Pindar logo convocou seus conselheiros. Chalice estava em grande perigo, pois certamente Salamonis ficaria enraivecida pelo pouco cuidado tomado com a sua princesa, e como uma cidade tão pequena poderia ter a esperança de fornecer guerreiros suficientes para vencer o poderoso feiticeiro? E sua torre de pedras parecia capaz de rechaçar todos os exércitos da Allansia. Em desespero, foi sugerido que o rei contratasse um aventureiro selecionado entre homens experientes, o tipo de pessoas para quem os riscos não são grandes demais e matar feiticeiros é somente um trabalho rotineiro…

(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de RPGAventuras Fantásticas”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o Mario jogando.)

Quando Surgem as Dúvidas – Parte 15

O policial começa a se irritar:

- Qualé a tua? Quer ir pra parede também?

É o sujeito que sorri agora:

- Acredite, isso só iria prejudicar a sua pessoa…

Finalmente o oficial se irrita e saca sua arma:

- Tá certo então, machão! Pra parede agora!

Dito isso, o sujeito fixa seus olhos nos olhos do guarda, que dá um grito de puro horror, deixa sua arma cair ao chão e sai correndo. O parceiro dele presencia a cena e aponta a arma na direção do homem enquanto grita:

- Deita no chão e põe as mãos na cabeça!

Ele não se mexe:

- Não. Quem dá as ordens aqui sou eu. Solte a arma e não se mexa.

Para o espanto de todos. O policial obedece. O homem então caminha em direção dos quatro, que estão espantados e diz, sorrindo:

- Um pouco de hipnotismo ajuda nessas horas, não?

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Um Caçador Entre Caçadores

 

Arqueiro Verde por Alex Ross.

Arqueiro Verde por Alex Ross.

O Arqueiro Verde se destaca por ser um herói diferente dos demais. Primeiro, porque é um dos poucos no ramo que claramente assume uma posição política e, mais que isso, um posicionamento de esquerda. Tanto o fez que hoje Oliver Queen é o prefeito de Star City. Já a segunda característica mais marcante é o modo realista como ele enxerga o mundo. Isso se reflete em seu jeito “pé-no-chão” de agir, tomando decisões e fazendo coisas que nem todos heróis têm coragem ou gostariam de fazer.

Conheça a história que mudou para sempre a vida do Arqueiro Verde

ORIGENS

Quando foi criado por Mort Weisinger e Greg Papp para a revista More Fun Comics 73 (1941), o Arqueiro Verde não passava de uma versão “Robin Hood” do Batman. As semelhanças eram muitas para serem negadas. Ambos eram milionários, tinham ajudantes adolescentes e usavam engenhocas no combate ao crime. Logo o Arqueiro tornou-se conhecido pelas suas “flechas especiais” com funções diversas, como a flecha-extintor-de-incêndio, flecha-rede e a famosa flecha-luva de boxe, para lembrar as mais inusitadas.

Revista More Fun Comics.

Revista More Fun Comics.

A vida heróica de Oliver Queen surgiu de um inesperado acidente. O milionário caiu de seu iate após alguns drinques e foi parar em uma ilha deserta na costa da Califórnia. Para poder sobreviver e não morrer de fome no local hostil, ele construiu um arco e flecha, passando assim a caçar animais selvagens para seu sustento. Após um bom tempo, alguns traficantes aportaram na ilha e foram rendidos por Oliver, que os obrigou a levá-lo para Star City, sua cidade natal. Ao serem presos, os traficantes relataram que haviam sido capturados por um “arqueiro verde”. Oliver se empolgou com a idéia e, num misto de busca por justiça e procura de fortes emoções, confeccionou sua roupa, suas flechas e assumiu a alcunha de Arqueiro Verde.

Por um bom tempo o personagem não teve grandes participações nos quadrinhos, até que nos anos 60 Ollie perdeu sua fortuna para um assessor corrupto. Isso fez com que ele revisse sua forma de atuar, adotando uma postura mais séria. As mudanças mais marcantes foram o abandono das flechas especiais e a motivação pela luta a favor dos mais pobres.

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A loura, a morena e eu

“Cê tá ficando louco!”

“Isso é perda de tempo!”

“Não vai dar em nada!”

Era o que todo mundo me falava desde que eu tinha resolvido que ia comer uma mulher muito mais velha que eu. E que ia procurar essa mulher em salas de bate-papo da Internet.

Tudo começou quando um amigo meu me mostrou um site chamado ‘MILF Hunter”. MILF é uma sigla para “Mothers I´d Like to Fuck”. Mães que Eu Gostaria de Foder, numa tradução livre. Foi como se um novo mundo novo se abrisse para mim. Tava pouco me lixando se as mulheres que o cara comia no site eram mães de verdade ou não. O que realmente me impressionou é que existem mulheres muito mais velhas gostosíssimas! Eu tinha que comer uma delas! Claro que eu não tinha grana pra freqüentar baladas que coroas freqüentavam. Aliás, eu nem sabia em que tipo de balada eu deveria ir! A solução rápida e barata estava bem ali no meu quarto: Internet.

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Cavaleiros Jedi e Lordes Sith duelam em São Paulo

Jedincon 2008 reúne fãs de Star Wars e Ficção Científica

Vejo um membro do Rogue Squadron empunhando um sabre de luz em direção a um alto comandante republicano. Ao longe avisto um Walker seguido de perto por um A-Wing. E ao meu lado Darth Maul e General Grievous observam tudo atentamente. Mas o que é tudo isso? Um novo filme da série “Star Wars” onde a cronologia foi literalmente para o espaço? Não, é somente a 9° edição da Jedicon, Convenção dos Fãs de Guerra nas Estrelas, organizada anualmente pelo Conselho Jedi de São Paulo.

Conheci o pessoal do Conselho Jedi ano passado, na 12° Fest Comix. O estande deles ficava exatamente em frente ao meu e como sou fã de Star Wars, passei boa parte dos meus intervalos apreciando o material exposto e conversando com o pessoal. Inclusive isso me rendeu ótimas fotos! Ao final de tudo me convidaram a ir na Jedicon. Fomos eu e o Lesma. Gostamos e nos comprometemos a voltar lá esse ano. E assim foi feito.

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P.O.E.M.A.S. – Palavras Ontológicas e Extenuantes Mas Ainda Semânticas

Autor: Diversos
O que é: Uma antologia poética
Editora:
D´Mattos
Ano: 2008

Antes que alguém reclame: sim, sou um dos autores desta antologia. “Mas isso não prejudica a ‘imparcialidade´ da resenha?”, perguntarão alguns. Bem, se você ainda acredita em textos imparciais, eu só lamento pela sua pessoa. Ah sim, a dona da editora é amiga minha também.

Estando agora tudo claro, vamos ao que interessa. Neste livro estão reunidos 10 poetas de todo o Brasil:

- José Donizetti Gonçalves, de Osasco – SP;
- Renata de Mattos, de São Paulo – SP;
- Luci Valadão, de Paciência – RJ;
- Eugenio S. Azano, de São Paulo – SP;
- Francis Peres, de Jandaia do Sul – PR;
- Carlos Eduardo Rodrigues Bonito, de Praia Grande – SP;
- Rubia Silve de Souza, de Campos Belos – GO;
- Sueli Fajardo, de Jandaia do Sul – PR;
- Alessio Esteves, de São Paulo – SP;
- Poeta Clementino, de Guarulhos – SP.

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100 Posts!!!

É, meus queridos leitores, vocês não leram errado não. Mês passado meu não-tão-humilde site atingiu a marca de CEM TEXTOS PUBLICADOS!

Pode não parecer muita coisa, mas são poesias, novelas, trabalhos acadêmicos, reportagens, crônicas e textos diversos de MINHA AUTORIA.

Outro dia o Mário me perguntou “Mas quantos destes textos são inéditos?”. Para ele provavelmente sãos poucos mesmo. Mas como reuni aqui material publicado em diversos blogs, sites, jornais e comunidades do Orkut, tem muita gente que está lendo esses textos pela primeira vez. E a idéia é aos poucos ir postando tudo o que eu já produzi sim, mesclado com textos feitos especialmente para este site.

Não considero tal feito pouca coisa. E como para mim qualquer coisa é desculpa pra reunir os amigos no bar e bebemorar, vou unir o útil ao agradável: hoje também é meu aniversário e vamos comemorar tudo isso mais a publicação das minhas poesias na antologia “P.O.E.M.A.S. – Palavras Ontológicas Extenuantes Mas Ainda Semânticas” de uma vez só!

A grande festa vai rolar dia 11de outubro (sábado) no glorioso Cervejazul, localizado na Praça Ciro Pontes, número 26, na Mooca, a partir das 21 horas. É pra varar a noite bebendo mesmo!

Fica próximo à estação Bresser do metrô, ou você pega na Praça da Sé os ônibus elétricos Terminal Carrão ou Praça Sílvio Romero e peçam para descer próximo a Faculdade São Judas Tadeu. Não tem como errar!!

E a entrada é somente 1 brinquedo para um evento beneficente que estará rolando!!!

E desde já meus agradecimentos a todos os que têm acompanhado meu trabalho e dando suas opiniões! Quem me conhece sabe o quanto eu aprecio o feedback, seja ele positivo ou não. Se estou nos 100 posts, grande parte da culpa é de vocês!