(cantar como “O Chamado do Bar”)
Música: Donida
Letra: Alessio
Vamos gente, sem demora, é promoção
Aproveita, tem desconto, leva um montão
Eis que de repente vejo o rapa baixar
E os camelôs saem correndo a reclamar
Vem pro Brás
Não dou nota pra ninguém
Compra se estiver a fim
A garantia é minha
Que a mercadoria é boa
(cantar como “Ela Roubou Meu Caminhão)
Música: Donida
Letra: Alessio
Ele roubou meu microondas
Ele roubou meu microondas
Fazer pipoca na panela eu não aguento mais
Porque ele roubou meu microondas
Esquenta o prato em banho maria
Esquenta o prato em banho maria
Já tô vendo que vai aumentar o gás
Acho que vou comer a janta fria
Eu que tinha parcelado aquela porcaria
Noites e noites pelos shoppings
Até que vi um preço legal nas Casas Bahia
Barato demais
Isso não se faz
O que eu vou fazer agora
Ele roubou meu microondas
Ele já deve ter vendido o aparelho
Ele já deve ter vendido o aparelho
Além de canalha ele era muito bom de papo
Certeza que já gastou todo o dinheiro
E nem foi mais isso que doeu
E nem foi mais isso que doeu
Ele veio aqui dormir em casa
E disse que me amava
E olha só o que aconteceu
Sinceramente eu pensei que dessa vez eu iria casar
Cuidar bem de casa com um homem para me sustentar
Uma vida bem normal para envelhecer em paz
Mas o Destino quis assim agora tanto faz
Para mim homem nunca mais
(cantar como “A Caminho da Escada e da Corda)
Música: Donida
Letra: Alessio
Chegou fim de semana, quero ir pra cama
Mas olho pra casa, tá desarrumada
Roupa pra todo lado, cabelo no ralo
Tudo cheio de pó, e eu em casa só
Cadê o meu marido, deve estar bebendo
Já a minha filha deve estar metendo
O nosso cachorro cagou na cozinha
Olha essa zona e eu aqui sozinha
Vou tirar a louça de cima da mesa
Avental no corpo, pano na cabeça
E antes que eu me esqueça
Tenho que colocar na máquina a roupa de vocês
Estou muita cansada, não sinto meus dedos
Já limpei a sala, limpei o banheiro
Todos os meus móveis já estão lustrados
Tô cheirando cândida, que insuportável
Mesmo acabando de limpar casa
Tenho plena certeza, não serviu de nada
Logo minha familia vai estar de volta
Vão sujar de novo, e ninguém se importa
(cantar como se fosse “Ressaca Sem Fim”)
Música: Donida
Letra: Alessio
Xiliquenta, mó sacal, puta insuportável
É o naipe da guria que acabou comigo
Eu tentando entender o inexplicável
Mas eu vou partir pro bar
Dessa eu desisto
TPM sem fim
Ela chora toda semana
Não consigo viver assim
E me fala “não” na cama
Maldita TPM sem fim
A origem exata desta seita é desconhecida. Fala-se muito em um experimento Tremere ou Tzimisce, mas ambos os clãs negam isso com força total. Também pode ser uma linhagem desgarrada dos Toreador, mas diga isso a um deles e verá um artista em frenesi. Isso somado ao fato de todos os seus membros serem mentirosos notórios e compulsivos torna a tarefa de pesquisa acerca deste tópico praticamente impossível.
O que se sabe de concreto é que os Dedê apareceram para a Família na América do Sul (em especial no Brasil) no fim dos anos 80 e desde então esta peculiar seita tem crescido em número e fama. Má-fama, para ser bem claro. Seus membros são todos baladeiros e parecem achar que a não-vida se resume a uma busca pela festa perfeita. Talvez por isso raramente sejam vistos fora de grandes centros urbanos, exceto quando vão para alguma festa rave (nesse caso festas mortais, não as reuniões dos Brujah).
A maioria dos clãs e seitas considera os Dedê uma afronta à suas crenças, alguns inclusive os citando como um dos sinais da Gehenna. A seita é oficialmente independente, com pouquíssimos membros aceitos na Camarilla. Como costumam ficar fora dos jogos de politicagem e intriga dos Membros, não são levados muito a sério e gozam de certa liberdade, a não ser quando se empolgam demais em alguma balada e colocam a Máscara em perigo, ocasião em que são mortos ou por vampiros ou por caçadores atrás de seus rastros nada sutis.
A seita tem esse nome por causa de seu mais antigo e notório fundador, que atende pelo apelido de Dedê. Seu paradeiro atual é desconhecido, mas a versão mais comentada diz que ao sugar mortais drogados em uma rave no interior de São Paulo, acabou saindo do sítio onde a mesma se realizava e se infiltrando no meio da mata, onde foi morto por lobisomens. Outra versão diz que foi para Amsterdã para saber mais sobre as lendárias festas locais e nunca mais voltou. Talvez esteja em torpor em algum banheiro da Vila Madalena, notório bairro da cidade de São Paulo. Como se trata do Elder de uma seita de vampiros mentirosos, nunca se sabe…
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