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	<title>O Protagonista 2.0 &#187; Acadêmicos</title>
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		<title>O Sistema Político Brasileiro.</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 22:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
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		<description><![CDATA[(trabalho acadêmico original de 2002, desenvolvido durante a graduação em Comunicação Social &#8211; Habilitação em Jornalismo. Texto original de 2002.)

1. Explique o sistema político brasileiro.
O Brasil é uma República Federativa Presidencialista, que elege seus representantes por voto direto.
2. O sistema político brasileiro é estruturado por poderes. Desta, forma, explique a estrutura destes poderes e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(trabalho acadêmico original de 2002, desenvolvido durante a graduação em Comunicação Social &#8211; Habilitação em Jornalismo. Texto original de 2002.)<br />
</em><br />
1. Explique o sistema político brasileiro.</p>
<p>O Brasil é uma República Federativa Presidencialista, que elege seus representantes por voto direto.</p>
<p>2. O sistema político brasileiro é estruturado por poderes. Desta, forma, explique a estrutura destes poderes e os principais cargos nas esferas municipal, estadual e federal.<em> </em>Os poderes são os seguintes:</p>
<p>Executivo: cuida da parte administrativa do país, executando as ações dentro de sua alçada. É representado em âmbito municipal pelas prefeituras e suas secretarias, em âmbito estadual pelo governo estadual e suas secretarias e em âmbito nacional pelo presidente, seus ministérios e suas secretarias.</p>
<p>Legislativo: cuida da parte de elaboração de leis novas e alterações em leis já existentes. É representado em âmbito municipal pelos vereadores, em âmbito estadual pelos deputados estaduais e em âmbito nacional pelos deputados federais e senadores.</p>
<p>Judiciário: responsável por verificar se as leis estão sendo cumpridas e, caso não estejam, punir de forma adequada. É constituído por diversas alçadas em nível municipal e estadual e é representado nacional pelo Tribunal Superior de Justiça.</p>
<p><span id="more-98"></span></p>
<p>3. As principais legendas partidárias no congresso nacional são as seguintes: PFL, PSDB, PMDB, PT, PPB, PTB/ PDT, PPS/ PSB, PC do B/ PL, PSL/ PST/ PTN/ PHS/ PSDC. Desta forma, explique pelo menos quatro legendas e a relação delas com os presidenciáveis.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.pfl.org.br/democratas.asp" title="Site oficial do PFL (atual Democratas)">PFL &#8211; Partido da Frente Liberal</a>. Fundado em 24 de janeiro de 1985. Apóia a candidatura de José Serra para a presidência do Brasil. Seu atual presidente é Jorge Bornhausen. Seu líder na câmara é o deputado Inocêncio Oliveira e no senado é o senador José Agripino.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.psdb.org.br/" title="Site oficial do PSDB.">PSDB &#8211; Partido da Social Democracia Brasileira</a>. Fundado em 25 de junho de 1988. Tem candidato próprio presidente (José Serra). Seu atual presidente é José Aníbal Peres. Seu líder na câmara é Jutahy Magalhães e no senado é Geraldo Melo.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.pmdb.org.br/" title="Site oficial do PMDB.">PMDB &#8211; Partido do Movimento Democrático Brasileiro</a>. Apóia a candidatura de José Serra à presidência do Brasil. Seu atual presidente é Michel Temer. Seu líder na câmara é Geddel Vieira Lima e no senado é Renan Calheiros.</p>
<p>PT &#8211; Partido dos Trabalhadores. Tem candidato próprio e presidência (Luís Inácio &#8220;Lula&#8221; da Silva). Seu atual presidente é José Dirceu.</p>
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		<title>Imprensa Alternativa: Uma Breve Análise</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 03:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[fanzines]]></category>
		<category><![CDATA[grande mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[(ensaio realizado em cima da pauta &#8220;Imprensa Alternativa&#8221;).
Existe imprensa alternativa? Se existe, onde se encontra? Pensando que existe uma Grande Imprensa formada por megaempresas jornalísticas que têm em suas mãos às vezes mais de um veículo, imprensa alternativa seria aquela que não está ligada a esses grupos. Nesse sentido, fanzines, jornais de bairro e jornais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(ensaio realizado em cima da pauta &#8220;Imprensa Alternativa&#8221;).</p>
<p></em>Existe imprensa alternativa? Se existe, onde se encontra? Pensando que existe uma Grande Imprensa formada por megaempresas jornalísticas que têm em suas mãos às vezes mais de um veículo, imprensa alternativa seria aquela que não está ligada a esses grupos. Nesse sentido, fanzines, jornais de bairro e jornais sindicais seriam imprensa alternativa. Existem veículos que se dizem &#8220;alternativos&#8221; e estão ligados à Grande Imprensa. Podemos dizer que revistas especializadas, como publicações sobre música, skate, RPG e afins estão nesse meio. Apesar de tratarem de assuntos alternativos, são, em sua maioria, ligadas à grandes editoras ou grandes empresas.</p>
<p><span id="more-87"></span></p>
<p>Além dos fanzines e afins serem alternativos por não estarem ligados à Grande Mídia, são também alternativos por dar vozes a grupos que não estão sempre na pauta dos jornais. Essas publicações acabam sendo alternativas por serem feitas de modo alternativo, por pessoas alternativas e para um público alternativo.</p>
<p>Pelo fato de estar a margem do jornalismo, nem sempre são feitas por profissionais que trabalham gratuitamente e a maioria delas não é vendida, sendo distribuída gratuitamente ou por preços de custo, sem visar o lucro.</p>
<p>Esse tipo de veículo impresso, na maior parte das vezes, não se destina a substituir os grandes jornais, mas sim a dar um tipo de informação diferenciada a grupos específicos. Devido a isso, costumam ter tiragens pequenas.</p>
<p>Algumas publicações alternativas costumam dar certo e se integrar à Grande Mídia. Normalmente quando isso acontece, a publicação acaba se adequando a padrões de empresas e mercado, perdendo assim seu caráter alternativo.</p>
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		<title>Pesquisa Científica e Jornalismo</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2008/03/24/pesquisa-cientifica-e-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 03:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa científica]]></category>

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		<description><![CDATA[(ensaio realizado em cima da pauta &#8220;Qual a conexão entre a atividade jornalística e a pesquisa científica?&#8221;)

O que diferencia um pesquisador científico de um jornalista? Se o sujeito for um bom jornalista, pouquíssima coisa. Afinal, ambos se dedicam a estudar um assunto para desvendá-lo para a população em geral. Até seus métodos são os mesmos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(ensaio realizado em cima da pauta &#8220;Qual a conexão entre a atividade jornalística e a pesquisa científica?&#8221;)<br />
</em><br />
O que diferencia um pesquisador científico de um jornalista? Se o sujeito for um bom jornalista, pouquíssima coisa. Afinal, ambos se dedicam a estudar um assunto para desvendá-lo para a população em geral. Até seus métodos são os mesmos. Levantamento bibliográfico, entrevistas, visitas a locais importantes, cruzamento de fontes. Tanto o pesquisador quanto o jornalista fazem isso.</p>
<p><span id="more-79"></span><br />
Mas quais são essas pouquíssimas diferenças? O pesquisador, na maioria das vezes, escolhe sobre o que quer pesquisar. Já o jornalista recebe uma pauta de seu editor e tem que cobrir. O tempo de pesquisa do primeiro é muito maior que o do segundo. Salvo quando é uma grande reportagem, o jornalista tem somente um dia para fazer a matéria. O tamanho da publicação da pesquisa varia um pouco. O pesquisador costuma lançar um livro com toda a sua pesquisa, enquanto o jornalista tem que cortar muita coisa do que fez para sua matéria caber dentro da página. O pesquisador costuma também ser especialista no assunto que cobre, já o jornalista, um generalista por natureza, procura por especialistas para tornar sua matéria melhor fundamentada.</p>
<p>Se existe um lugar onde essa diferença entre jornalista e pesquisador quase que desaparece, é no livro-reportagem. Nesse tipo de trabalho, o jornalista se desprende de pautas pré-determinadas, de deadlines e de limites de caracteres. O resultado, um livro, as vezes é melhor que muitas pesquisas que vemos por aí. Portanto, não existe um melhor que o outro. Pesquisador ou jornalista, cada um em sua área e função, devem fazer o melhor do seu trabalho com as ferramentas disponíveis para que todos possamos conhecer melhor o mundo que nos cerca.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo comunitário: a Voz do Povo</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2008/02/20/jornalismo-comunitario-a-voz-do-povo/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 05:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[linha editorial]]></category>
		<category><![CDATA[povo]]></category>

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		<description><![CDATA[(ensaio realizado em cima da pauta &#8220;Qual a relação entre linha editorial e jornalismo comunitário/comunidade?&#8221;)
A linha editorial de um jornal define a &#8220;cara&#8221; de um jornal. É ela que determina o que é importante ou não para um jornal e como esse jornal vai cobrir os assuntos que achar importante. Durante a leitura de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(ensaio realizado em cima da pauta &#8220;Qual a relação entre linha editorial e jornalismo comunitário/comunidade?&#8221;)</em></p>
<p>A linha editorial de um jornal define a &#8220;cara&#8221; de um jornal. É ela que determina o que é importante ou não para um jornal e como esse jornal vai cobrir os assuntos que achar importante. Durante a leitura de um jornal impresso essa linha aparece de forma sutil, já que um veículo de informação deve buscar ser o mais imparcial possível. Se isso realmente acontece ou não, é tema para outra discussão. Voltando à nossa pauta, é no editorial que o jornal coloca abertamente sua opinião e mostra claramente sua visão de mundo.</p>
<p><span id="more-60"></span></p>
<p>Mas, e no jornalismo comunitário? Existe linha editorial? Se existe, como é essa linha? O jornalismo comunitário deve, em princípio, seguir algumas regras do jornalismo. Porém, devido ao seu caráter comunitário, esse tipo de mídia tem algumas regras próprias. Como elas são, depende do jornal que a comunidade faz e quer.</p>
<p>Em um primeiro momento, a linha editorial de um jornal comunitário deve cobrir assuntos que ocorrem na comunidade em que o veículo está inserido. Esse é o assunto mais importante para o jornal e isso já diferencia jornalismo comunitário da grande imprensa, que se preocupa em cobrir eventos de repercussão nacional e internacional. A comunidade já tem acesso à informação da Grande Mídia, seja por rádio, jornal ou televisão. Ao jornalismo comunitário resta cobrir essas notícias sobre um enfoque diferente (seja mostrando um outro lado ou ligando o assunto ao local) ou mostrar outros assuntos.</p>
<p>O mais importante de tudo, porém, é que a linha editorial de um jornal comunitário deve refletir o que a comunidade quer. Um jornal desse tipo deve ser feito com e pela comunidade e não para a comunidade. Só assim teremos um veículo que corresponde aos reais anseios de uma parte da população que não é ouvida pela mídia em geral.</p>
<p><em>(Artigo também publicado na revista virtual <a title="Revista  Virtual Informais." href="http://issuu.com/grupovol/docs/informais" target="_blank">Informais</a>)</em></p>
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		<title>Jornalismo impresso e Jornalismo On-Line</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 21:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo impresso]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo on-line]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[(ensaio realizado em cima da pauta “Veiculação e Hibridização: a convergência midiática”).
O jornalismo on-line é uma realidade? Ele vai substituir o jornal impresso? Essas são questões que estão sendo feitas desde que a internet começou a crescer no país e merecem uma análise mais profunda.

Em um país como o Brasil, onde grande parte da população [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(ensaio realizado em cima da pauta “Veiculação e Hibridização: a convergência midiática”).</em></p>
<p>O jornalismo on-line é uma realidade? Ele vai substituir o jornal impresso? Essas são questões que estão sendo feitas desde que a internet começou a crescer no país e merecem uma análise mais profunda.</p>
<p><span id="more-53"></span></p>
<p>Em um país como o Brasil, onde grande parte da população é analfabeta, fica difícil falar que o jornal impresso é um meio de comunicação de massa. Um veículo que não chega a atingir metade da população de um país pode ser chamado de veículo de comunicação de massa? Diante desse quadro, o número de pessoas com acesso à internet é menor ainda. Então, do ponto de vista de número de pessoas atingidas, o jornalismo on-line ainda não é uma realidade.</p>
<p>Feita essa análise, cabe agora analisar se há diferença entre o jornalismo impresso e o jornalismo on-line. Atualmente, o que vemos na internet é pura e simplesmente a transcrição literal do conteúdo impresso para a web. O site do de um jornal, tirando pequenas notícias que são veiculadas de hora em hora, se resume a uma versão on-line de todo o jornal. Desse ponto de vista, não há nenhuma diferença.</p>
<p>Sobre a veiculação, também não há nenhuma inovação, visto que o acesso ao conteúdo é restrito a assinantes do jornal e de alguns provedores. Não há então um aumento significativo de número de leitores.</p>
<p>Dado todo esse quadro, onde a maioria da população não tem acesso à internet, o conteúdo on-line de um jornal é o mesmo do impresso e o acesso é restrito a quem já lê o jornal, o jornalismo on-line ainda tem um longo caminho para realmente substituir sua contraparte impressa e se tornar um veículo de comunicação de massa.</p>
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