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Fique por dentro!

Vamos acompanhar o que andei escrevendo por aí:

- HQ nacional nova na área: Gemini 8!: resenha da nova HQ infanto-juvenil da Abril Jovem para o Nerdevils;

- BABACA DA SEMANA: Eduardo Alves: descubra porque este deputado federal pelo PMDB é um verdadeiro babaca. Claro que foi pro NerDevils!

- Quem passou dos limites? Os estudantes ou nossa falta de atitude?: uma análise para o Contraversão do movimento contra o aumentop das passagens de ônibus em Teresina e Vitória;

- A Horda chega ao Brasil – Blizzard lança “World of  Warcraft” em português! – e eu estava na festa de lançamento pelo Contraversão;

- A busca pela Sacra Birra e a Iluminação pelo excesso: saiba como atingir a divindade bebendo cerveja! Texto para o Contraversão;

- Insectron, a nova coleção a revista Recreio! – eis uma dica de revista para crianças que diverte e ensina! Resenha no NerDevils;

- A Revolução não será shareada: texto no Contraversão analisando porque a ocupação na USP errou;

- Zombie Walk 2011: os mortos caminham por São Paulo: saiba como foi o evento em um texto exclusivo para o Zumblorg;

- Um dia diferente na vida de um Zumbi – uma visão inusitada da Zombie Walk para o Contraversão;

- O fim da zona de conforto e a orkutização do nazismo (ou porque eu defendo as vaias em shows): manifesto no NerDevils contra esses músicos mimizentos que não sabem lidar com a rejeição do público;

- Lançamento do livro “Vagabundo sem Nome”: o colega do NerDevils Agostinho Torres lançou seu livro e aqui ele fala um pouco sobre seu processo de criação;

- “Liga da Justiça 1″ é um “foda-se” para os nerds reclamões”: minhas impressões sobre o primeiro título do reboot da DC para o NerDevils.

Fique por dentro!

Conforme eu havia prometido, eis meus últimos textos publicados em outros sites e blogs para vocês acompanharem o que ando escrevendo por aí:

- Medo, loucura e suspense em 140 caracteres: resenha da coletânea de microcontos “Insólito – Microalucinações”, de Paulo Fodra no Contraversão;

- As Pirações de Pedro: Capítulo 3 – Correndo entre os mortos: Pedro não fica nem um pouco feliz de saber que sua amiga Gláucia estava ficando com Fernando, primo dele e canalha de marca maior. E ainda: nosso “herói” conhece o amigo do Caolho! Saiba tudo desta novela adolescente romântica do Novelasteen;

- Lulanomicon, as teorias da conspiração sobre a doença do ex-presidente: uma análise nem um pouco convencional sobre os riscos da fama e do poder, no Contraversão.

Divirtam-se!

Tirando o Pó

Uma vez li em um desses blogs com receitas para se fazer um blog dar certo que não devemos fazer posts explicando os motivos de ausência curtas ou longas entre as postagens. Não saberia explicar o porquê disso agora, mas esta dica e as outras que tinham nesta lista (perdida em alguma listagem de sites “favoritados” por aí) me pareceram pertinentes, de maneira que concordei e aderi à muitas delas. E talvez este seja o motivo pelo qual demorei tanto para postar este texto. Afinal este é um texto onde eu explico minha ausência.

Eu criei este blog com o intuito de mostrar ao mundo minha produção textual. Queria algo mais profissional que um mero blog sobre meu dia à dia, de modo que isto é meio que um portfólio dos meus trabalhos como jornalista, poeta e escritor. Nestes três anos de blog temos 205 textos. Sei lá se é muita coisa, considerando estes blogs frenéticos com posts diários, mas é coisa pra cacete. E isso gerou resultado.

No último ano passei a contribuir de maneira mais ativa em 4 blogs: o extinto Cultura Nerd, o caótico NerDevils, o corrosivo Contraversão e o fofo Novelasteen. No Cultura Nerd eu era colunista de histórias em quadrinhos, mas os donos do blog mudaram de emprego e ficaram sem tempo para manter o blog. O NerDevils é um blog coletivo que surgiu de uma reunião sincrônica caótica via Twitter. O Contraversão é um blog (também coletivo) sobre cultura pop que tenta uma visão mais crítica sobre todo esse meio, fugindo de lugares-comuns. E o Novelasteen é um blog com histórias romântico-adolescentes. Tirando o NerDevils, onde cada um escreve quando dá na telha, o outros blogs tem prazos e exigem postagens periódicas. Junte isso ao meu trabalho e outras coisinhas mais e temos a razão do acúmulo de poeira por aqui. Ou seja, estou produzindo muito, mas para quem me acompanha por aqui, parece que não.

Acontece que muita gente conheceu minha produção através deste canto aqui. E vira e mexe me perguntam “E o Protagonista, largou?”. Bom, é fato deixei este blog de lado sim. Mas eu abria a porta deste quartinho aqui às vezes, olhava com certo saudosismo tuda a bagunça aqui e pensava “preciso dar um jeito nisso”. E creio eu que chegou a hora. Então vai rolar uma reforma e vou voltar a utilizar este espaço. A idéia é eliminar o que não é utilizado e acabar projetos que estão pela metade por aqui.

Além disso, vou toda sexta-feira colocar aqui o que produzi durante a semana para vocês possam acompanhar o que ando produzindo! Espero então nos encontrarmos aqui ao menos duas vezes por semana…

Social Playing Game

(Ou como os RPGistas são mais sociáveis do que parecem)

Muita gente não acredita quando eu me rotulo de nerd ou quando digo que jogo RPG. São pessoas que me vêem nas baladas e botecos, ligeiramente alcoolizado cambaleando pelas ruas de São Paulo, que sabem que conheço um monte de gente, e aí dizem que sou “sociável demais” para um nerd. Ao mesmo tempo essas pessoas ficam chocadas quando toda sexta-feira digo que só vou pra balada depois do jogo de RPG (estou mestrando uma campanha de “Mago: A Ascensão” 3° Edição).

TODOS aqui jogam RPG. E fomos expulsos do bar às 4 da matina porque o dono queria dormir.

TODOS aqui jogam RPG. E fomos expulsos do bar às 4 da matina porque o dono queria dormir.

Jogo RPG desde os meus 12 anos (estou com 29 agora) e desde que me conheço por gente o RPG me ajudou tanto a ampliar minha rede de contatos quando a interagir melhor com as pessoas. E notei isso com diversos jogadores que passaram pelas minhas sessões de jogo. Talvez por culpa de estereótipos propagados pela mídia em geral achamos que os RPGistas correspondem ao “nerd babões” que só jogam e não fazem mais nada da vida. Ainda vejo muito disso em fãs de HQ, mas entre os RPGistas esse povo é minoria. Esse estereótipo é calcado em cima do público RPGista lá dos EUA, mas aqui no Brasil a coisa é bem diferente. Minha análise é muita mais baseada em um olhar e conversar com profissionais da área do que necessariamente uma pesquisa acadêmica, mas alguns aspectos podem ser apontados.

Primeiro que são poucos os jogadores de RPG quem tem somente um único grupo de jogo. Normalmente se jogam sistemas diferentes com pessoas diferentes e não é raro esses grupos se misturarem, seja por que um grupo acabou ou por querer experimentar um sistema novo. Daí seu círculo de amizades envolvendo o jogo aumenta.

Depois temos o fato de que são pouquíssimos os jogadores fiéis a um único sistema/cenário de RPG. Mas como nem todos os estilos agradam a todos os jogadores, cada vez que mudamos de sistema/cenário mudamos de jogadores com alguns entrando e outros saindo.

Só uma pessoa aqui não joga RPG. Consegue adivinhar quem?

Só uma pessoa aqui não joga RPG. Consegue adivinhar quem?

Por fim temos nosso saudável hábito de jogar RPG em locais públicos, como lanchonetes, praças, parques, shoppings, etc. Isso não só desmistifica o jogo para quem nunca viu como também permite que curiosos “cheguem junto” e comecem a jogar.

Logo é comum grupos de jogo marcarem de pegar balada juntos, surgirem namoros (ou qualquer outra relação dessas novas que inventam a cada dia) em mesas de jogo. O mesmo pessoal que joga RPG joga bola em outro dia da semana. Ao final desses grandes eventos de RPG o que mais rola são baladas lotadas.

Portanto se quer conhecer gente interessante, divertida e com vida social pra lá de ativa, eu “super recomendo” você começar a jogar RPG. A não ser que esse tipo de coisa só aconteça comigo e meus chegados…

Eis o Questão – Parte II

imagem1-662x1024Após sua participação no mix da revista mensal Caçadores, o Questão ficou por um bom tempo esquecido aqui no Brasil. Mas o sucesso do herói tanto no desenho animado “Liga da Justiça Sem Limites” quanto seu retorno ao primeiro escalão do Universo durante a maxi-série “52” fizeram com que o interesse no personagem aumentasse. De olho nesse filão a Panini Comics lançou em formato encadernado o primeiro arco de histórias do herói pelas mãos do roteirista DennisDennis O’Neil: “Questão – Zen e a Arte da Violência”.

Dennis O’Neil já havia conquistado fama em sua parceria com Neal Adams em uma série de histórias do Arqueiro Verde e Lanterna Verde. Em uma saga que mudou para muitos o modo como o heróis deveriam agir perante o mundo, O’Neil e Adams fizeram os heróis esmeralda enfrentar problemas bem realistas. Drogas, racismo, superpopulação, fanatismo religioso, trabalho escravo. Estes foram somente alguns dos temas abordados pela dupla criativa. O’Neil e Adams também foram responsáveis por trazer o Batman de volta às suas origens sombrias e violentas após a fase “camp” do Homem-Morcego do seriado dos anos 80 ter contaminado as HQs. E foi com o desenhista Denys Cowan que o roteirista levou o Questão ao lado mais sombrio do Universo DC.

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Eis o Questão – Parte I

Question_34-197x300Conheci o Questão na época em que comecei minha coleção do Arqueiro Verde. Por um bom tempo eles dividiram aqui no Brasil o mesmo título. A revista “Caçadores” trazia uma abordagem mais adulta do Universo DC, com heróis apenas urbanos enfrentando crimes “comuns”. Além dos heróis acima citados, passaram por aquelas páginas também Batman, Sombra e Falcão Negro. Mas na época eu estava interessado (mentira, ainda estou) em ter em mãos toda revista em que o Arqueiro desse as caras, de modo que não dei muita bola para o resto do elenco.

Um bom depois eu passei a acompanhar o desenho da Liga da Justiça Sem Limites e na segunda temporada o Questão é um dos personagens principais. Foi aí que ele realmente começou a chamar a minha atenção. Ele era paranóico, obsessivo, ninguém o levava a sério. Era comum ele tecer teorias sobre “as pontas de plásticos dos cadarços dos tênis terem propósitos sinistros” e coisas do gênero, mas ao final de tudo, além de faturar a Caçadora, alguma de suas teorias estavam certas e ele foi essencial para que a situação se revolvesse.

Como bom fã de Arquivo-X, adorei a aparição do Questão no desenho. E claro que fui atrás de ler as HQs dele que eu tinha. E lá ele estava bem diferente do desenho. Ao invés de paranóico, era um sujeito ligado ao Zen e filosofias orientais, sempre meditando ou dizendo frases de sabedoria. Admito que estranhei essa diferença, mas acabei gostando e e apeguei ao personagem. Depois de um certo ostracismo o personagem voltou ao primeiro escalão da DC na minissérie 52, apenas para morrer de câncer e ser substituído pela policial de Gotham City Reneé Montoya. Como também curto a personagem, mudança mais do que aprovada.

Mas como surgiu este personagem?
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Projeto Matanza – Música Para se Maquiar – “O Chamado do Brás”

(cantar como “O Chamado do Bar”)

Música: Donida
Letra: Alessio

Vamos gente, sem demora, é promoção
Aproveita, tem desconto, leva um montão
Eis que de repente vejo o rapa baixar
E os camelôs saem correndo a reclamar

Vem pro Brás

Não dou nota pra ninguém
Compra se estiver a fim
A garantia é minha
Que a mercadoria é boa

Projeto Matanza – Música Para se Maquiar – “Ele Roubou Meu Microondas”m

(cantar como “Ela Roubou Meu Caminhão)

Música: Donida
Letra: Alessio

Ele roubou meu microondas
Ele roubou meu microondas
Fazer pipoca na panela eu não aguento mais
Porque ele roubou meu microondas

Esquenta o prato em banho maria
Esquenta o prato em banho maria
Já tô vendo que vai aumentar o gás
Acho que vou comer a janta fria

Eu que tinha parcelado aquela porcaria
Noites e noites pelos shoppings
Até que vi um preço legal nas Casas Bahia
Barato demais
Isso não se faz
O que eu vou fazer agora
Ele roubou meu microondas

Ele já deve ter vendido o aparelho
Ele já deve ter vendido o aparelho
Além de canalha ele era muito bom de papo
Certeza que já gastou todo o dinheiro

E nem foi mais isso que doeu
E nem foi mais isso que doeu
Ele veio aqui dormir em casa
E disse que me amava
E olha só o que aconteceu

Sinceramente eu pensei que dessa vez eu iria casar
Cuidar bem de casa com um homem para me sustentar
Uma vida bem normal para envelhecer em paz
Mas o Destino quis assim agora tanto faz
Para mim homem nunca mais

Projeto Matanza – Música Para se Maquiar – “O Caminho Da Vassoura e da Pá”

(cantar como “A Caminho da Escada e da Corda)

Música: Donida
Letra: Alessio

Chegou fim de semana, quero ir pra cama
Mas olho pra casa, tá desarrumada
Roupa pra todo lado, cabelo no ralo
Tudo cheio de pó, e eu em casa só

Cadê o meu marido, deve estar bebendo
Já a minha filha deve estar metendo
O nosso cachorro cagou na cozinha
Olha essa zona e eu aqui sozinha

Vou tirar a louça de cima da mesa
Avental no corpo, pano na cabeça
E antes que eu me esqueça
Tenho que colocar na máquina a roupa de vocês

Estou muita cansada, não sinto meus dedos
Já limpei a sala, limpei o banheiro
Todos os meus móveis já estão lustrados
Tô cheirando cândida, que insuportável

Mesmo acabando de limpar casa
Tenho plena certeza, não serviu de nada
Logo minha familia vai estar de volta
Vão sujar de novo, e ninguém se importa

Projeto Matanza – Música Para se Maquiar – “TPM Sem Fim”

(cantar como se fosse “Ressaca Sem Fim”)

Música: Donida
Letra: Alessio

Xiliquenta, mó sacal, puta insuportável
É o naipe da guria que acabou comigo
Eu tentando entender o inexplicável
Mas eu vou partir pro bar
Dessa eu desisto

TPM sem fim

Ela chora toda semana
Não consigo viver assim
E me fala “não” na cama

Maldita TPM sem fim