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	<title>O Protagonista 2.0 &#187; Diário de um Mago</title>
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	<description>&#34;O Alessio é que nem um Hentai com tentáculos: bizarro, mas legal.&#34; - Kaimbra</description>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 27 de Maio</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 01:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebi outra mensagem de meu amigo Magus Rharius. Parece que ele mais alguns amigos vão invadir a Fortaleza Orc. Por isso mesmo considero de bom grado reproduzir aqui na íntegra (com pequenas correções feitas por mim) o livro &#8220;Orcs&#8221;, de autoria de Loki Flamedart, membro da renomada guilda Dark Souls. Contém informações detalhadas sobre essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi outra mensagem de meu amigo Magus Rharius. Parece que ele mais alguns amigos vão invadir a Fortaleza Orc. Por isso mesmo considero de bom grado reproduzir aqui na íntegra (com pequenas correções feitas por mim) o livro &#8220;Orcs&#8221;, de autoria de Loki Flamedart, membro da renomada guilda Dark Souls. Contém informações detalhadas sobre essa ameaça e pode ser deveras útil para quem pensa em invadir a infame Fortaleza Orc.</p>
<p><strong>ORCS</strong></p>
<p><em>Criação</em></p>
<p>Dizem as lendas que o deus maligno Zathroth, em sua ânsia por transmitir maldade e perpetrar seus atos condenáveis, criou a raça dos orcs. A Zathroth não fora concedida o dom da criação, então ele, em sua perversidade, capturou alguns exemplares da raça dos elfos e os corrompeu. Usando lentas artes de tortura e magia negra, Zathroth transformou os até então belos e sábios elfos na terrível raça dos orcs, que se tornariam uma das maiores ameaças aos reinos dos homens.</p>
<p><em>Características Físicas</em></p>
<p>Orcs são mais robustos e altos que humanos, propícios a se tornarem guerreiros ferozes. Normalmente os machos medem entre 1,75m e 1,90m, e as fêmeas entre 1,60 e 1,80. Sua pele é esverdeada, dentes proeminentes e seus olhos possuem um sinistro brilho vermelho, o que os torna facilmente reconhecíveis. Os orcs costumam se alimentar de qualquer coisa que os mantenham vivos, e raramente podem ter o luxo de escolher a refeição; porém é certo que a maioria tem um gosto especial por carne fresca humana.</p>
<p><em>Habitat</em></p>
<p>Os orcs são mais freqüentemente encontrados nas profundezas; em cavernas subterrâneas e túneis inexplorados, usando-os como refúgio e para se esconder da luz do sol, que os incomoda bastante. Porém, muitos deles aprenderam a suportar a luz solar e passaram a perambular pela superfície, destruindo e saqueando o que quer que atravesse seus caminhos. De todos os reinos orcs de Pacera, o maior deles é a enorme Fortaleza Orc , localizada ao norte de Venore. Rumores dizem que lá vive o supremo Rei Orc, que comanda muitos de sua raça, arquitetando planos perversos sobre seu trono. Outros dizem ser o Rei Orc um vassalo direto do deus Zathroth, ou até mesmo ele próprio. Muitas foram as tentativas de invadir e destruir a fortaleza, mas todas falharam, com exceção de alguns grupos de aventureiros valorosos, pois esta é guardada por inúmeras torres e o maior exército de orcs jamais visto. Uma das maiores preocupações dos reinos dos homens de hoje é a ascensão da Fortaleza Orc e a possibilidade de um ataque repentino de orcs nas principais cidades. Nos covis dos orcs são freqüentemente encontradas armas enferrujadas, lixo de todos os tipos, corpos em decomposição (tanto de orcs quando de outras criaturas) e muitas outras coisas, incluindo tesouros de antigas pilhagens.</p>
<p><span id="more-442"></span></p>
<p><em>Organização Social e Militar</em></p>
<p>É comum que os orcs se agrupem em pequenas comunidades tribais, visto que raramente estes seres caóticos conseguem estabelecer um reino consistente e organizado. Como foi dito anteriormente, o único reino que conseguiu se impor entre as grandes cidades humanas foi a Fortaleza Orc. Tem sido discutida a possibilidade do Rei Orc possuir alguma influência entre os orcs de outras regiões. Porém, esta suposição é desacreditada pela maioria dos grandes sábios, ao passo de que os orcs são criaturas extremamente rebeldes mesmo entre sua própria raça, e isso tem sido, ao longo da história, uma das grandes causas para o seu declínio constante. A sociedade orc é dividida em castas, em que se obtém status usando a força. É certo que todo orc macho torne-se um guerreiro e as mulheres cuidem das crias. Logo os machos têm privilégios e poder muito maior que o das fêmeas, que ocupam papéis secundários, embora importantes. O exército orc é formado por 7 divisões diferenciadas. Em ordem de poder e respeito elas são: orcs comuns, lanceiros, guerreiros, batedores , xamãs, berserkers,  líderes e senhores da guerra.</p>
<p>Orcs &#8211; Os orcs comuns são os orcs que não receberam nenhum treinamento militar, porém, defendem seu território como um soldado quando é preciso. Em combate, costumam empunhar machados rudimentares e armaduras leves, embora possam ser encontrados utilizando qualquer tipo de objeto como arma. Devido a sua inexperiência e falta de equipamento para combate, os orcs não são um grande desafio mesmo para aventureiros iniciantes. Quando não estão em batalha, ocupam-se em diversas tarefas cotidianas, como caça, forja e criação de lobos de guerra.</p>
<p>Lanceiros &#8211; Logo após os orcs comuns, vem os orcs lanceiros, considerados a escória do exército. Os lanceiros geralmente são escolhidos entre os orcs que não se adaptam bem ao uso de machados e espadas, porém de visão aguçada. Pouquíssimos foram os orcs que se adaptaram ao uso de arcos, pois suas peles são grossas e os impedem de usá-lo; isto levou os orcs a substituir o arco pelas lanças, que requerem menos sensibilidade. Os lanceiros combatem dando apoio às tropas de infantaria, atirando lanças contra os inimigos. Apesar de negligenciados, os lanceiros estão presentes em quase todos os batalhões de orcs, visto que seu treinamento é rápido e compensador. Dentro da sociedade eles são vistos como covardes, que negaram a espada e o machado para combater à distância, temendo a morte.</p>
<p>Guerreiros &#8211; Os orcs guerreiros formam o batalhão de frente do exército. Apesar de mal treinados, eles são geralmente mais fortes e usam armas e armaduras melhores que as dos orcs comuns. Os guerreiros costumam usar sabres, machados e escudos, e alguns já foram encontrados empunhando adagas venenosas.</p>
<p>Batedores &#8211; Seguindo a ordem, seguem-se os orcs batedores, tropas de elite que utilizam lobos de guerra como montaria. Não se sabe como os orcs conseguiram domesticar estes lobos selvagens, mas rumores ditam que os xamãs desenvolveram um feitiço que hipnotiza os lobos de guerra, tornando-os obedientes aos comandos dos orcs. Independente de tais rumores, os batedores são respeitados entre a sociedade orc, pois são os únicos que conseguem montar e lutar sobre os temidos lobos. Costumam ser os primeiros a serem enviados ao campo de batalha, pois alcançam uma velocidade incrível, o que os torna excelentes para ataques rápidos e pilhagens.</p>
<p>Xamãs &#8211; Os orcs xamãs são os únicos entre os orcs que obtiveram algum sucesso na intricada arte da magia, que parece algo distante e complicado para os orcs brutais, que consideram qualquer coisa além da luta corpo-a-corpo ineficiente. A despeito disso, xamã obtiveram um grande status nas sociedades orc, tornando-se muitas vezes oráculos e líderes de tribos. Estão entre os poucos orcs que aprenderam a ler e escrever, e alguns até mantém bibliotecas particulares, guardando antigos livros de ocultismo e magia negra. Em combate os xamãs atacam à distancia, atirando mísseis de fogo letais contra os oponentes; também são capazes de se curar e invocar serpentes com sua magia, e elas o protegem até a morte. Com o tempo, decorrente a seus estudos sobre a magia, os xamãs adquiriram a capacidade de resistir ao veneno e à eletricidade, além de detectar criaturas invisíveis a olhos normais; isto os tornou uma peça importantíssima nos exércitos dos orcs.</p>
<p>Berserkers &#8211; Os orcs berserkers são guerreiros de elite altamente treinados, capazes de cortar um humano ao meio com apenas um golpe de suas alabardas. Em combate, investem contra o inimigo de tal forma que os torna dignos de seus títulos. Sua velocidade ultrapassa a de qualquer outro orc, além de possuírem uma força esmagadora. Como conseqüência de tal eficiência militar, os berserker são temidos e respeitados por qualquer outro orc abaixo deles, e gozam de altos privilégios concedidos pelo senhor local. Porém eles dispõem de pouco tempo livre em suas curtas vidas, e estão sempre defendendo seu território ou envolvidos em batalhas.</p>
<p>Líderes &#8211; São os comandantes dos exércitos orc. São muito mais inteligentes que os orcs comuns, o que os torna ainda mais cruéis. Os líderes orcs estão sempre planejando ataques e movimentando as tropas, e por isso seu poder e respeito na sociedade orc é apenas inferior ao dos senhores da guerra. Em combate os líderes são letais, sua larga experiência em guerras os tornou criaturas frias e resistentes como pedra. Avançam contra o inimigo portanto cimitarras mortais, e lançam adagas com extrema precisão. Eles também aprenderam com o tempo a adquirir um sexto sentido, o que os torna capazes de sentir corpos invisíveis. Algumas pessoas que presenciaram um líder em combate e sobreviveram afirmaram que ele seria o próprio Rei Orc que levantara de seu trono para lutar, mas tal suposição posteriormente revelou-se apenas um boato de aventureiros inexperientes.</p>
<p>Senhores da Guerra &#8211; Os mais poderosos orcs que já surgiram em Pacera. Mais furiosos que os próprios berserkers e mais poderosos que os temidos líderes, os orcs senhores da guerra espalham terror e destruição por onde quer que passem. Felizmente, existem poucos senhores da guerra na terra, visto que para se tornar um deles, o orc precisa atingir o mais alto grau de experiência e treinamento na arte do assassinato e da crueldade. Em combate são criaturas aterrorizantes, pois conseguem matar dezenas de homens com suas espadas antes mesmo que sejam vistos. Também adquiriam pontaria superior a quaisquer outros orcs, podendo arremessar shurikens em inimigos mesmo a grandes distancias. Não temem o fogo nem a luz como os orcs comuns, porém pouquíssimos foram vistos até hoje rondando a superfície, pois guardam tesouros raríssimos nas profundezas. São reverenciados como deuses pelos orcs comuns, e quando desagradados costumam punir o orc cortando sua cabeça, deleitando-se de sua morte.</p>
<p><em>Linguagem</em></p>
<p>Pouco se sabe sobre a linguagem utilizada pelos orcs. Mas é certo que eles possuem língua própria, um conjunto de grunhidos e rosnados para os que não estão habituados a ouvi-la. Os orcs não possuem um alfabeto próprio, mas usam o alfabeto humano quando, em raras ocasiões (e quando sabem), se dispõem a escrever algo; embora existam manuscritos de algumas escrituras em runas criadas pelos orcs, que parecem ainda não terem sido decifradas pelos sábios.</p>
<p>(<em>Fanfic baseada no RPG on-line Tibia. O texto &#8220;A Lenda de Ferumbras&#8221; foi escrito por Loki Flamedart da guilda Dark Souls, postado no site Tibia Brasil e editado aqui por mim para se adequar melhor à história.)<br />
</em></p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 26 de maio de 2006</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 06:00:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aconteceu um fato tanto quanto inesperado hoje. Recebi uma mensagem de um aventureiro de outra dimensão! É um sujeito chamado Magus Rharius, da dimensão de Guardia. Até onde pude ver, o mundo dele é similar ao nosso e ele está disposto a trocar informações.  Não sei como me descobriu ou como ouviu falar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu um fato tanto quanto inesperado hoje. Recebi uma mensagem de um aventureiro de outra dimensão! É um sujeito chamado Magus Rharius, da dimensão de Guardia. Até onde pude ver, o mundo dele é similar ao nosso e ele está disposto a trocar informações.  Não sei como me descobriu ou como ouviu falar de minhas aventuras, mas sou obrigado a confessar que fiquei feliz em saber que minha fama está alcançando até outros mundos! Com certeza será muita proveitosa a troca de experiências.</p>
<p>Estando preparado, resolvi partir para as Ilhas de Gelo para caçar e aumentar minhas habilidades. No portão norte encontrei mais um sujeito sendo tostado até a morte pelas bolas de fogo de Bambi. O nome do infeliz era Nego Pro. As guardas da cidade não atacam ninguém a toa, então o que leva alguém a fazer isso? Durante o caminho até o porto que leva às Ilhas de Gelo é possível avistar o Forte Lunar, sede de uma guilda. </p>
<p><span id="more-352"></span></p>
<p>Quem faz o trajeto continente-Ilhas de Gelo, atravessando o Oceano Nórdico, é a Companhia Nórdica de Embarcações. Pelo que falei com eles, parece que seus barcos são especialmente projetados para atravessar as águas geladas e cheias de icebergs do norte.  Quem cuida do porto do continente é Nielson.</p>
<p>Normalmente caço em Folda, mas como estava sem comida, resolvi passar em Vega antes para matar alguns lobos e ursos, assim iria poder matar, trolls, minotauros e afins sem me preocupar com alimento. Quem cuida do porto em Vega é Carlson. Lá eu conheci um jovem feiticeiro chamado Kaza Keny um outro feiticeiro mais experiente conhecido como Daushin e ficamos confabulando por algum tempo.</p>
<p>Para quem não sabe, Vega é a menor da três Ilhas de Gelo. Possui somente uma caverna e o tudo o que se encontra  pelo local são coelhos, renas, lobos e ursos. Mas existe uma colina com uma bela casa em seu topo. A casa é cercada por um lindo jardim onde vivem várias renas e alguma força mágica impede que elas sejam atacadas. Mesmo runas não surtem o menor efeito. Ao lado da entrada da casa existe uma enorme caixa de correio. Intrigado e com uma idéia estranha em mente, resolvi olhar pela fechadura e eis que vejo que a construção é repleta de brinquedos! Não pude acreditar no que havia descoberto, mas as evidências não mentiam. Uma casa em uma ilha isolada, coberta de neve. Belas renas protegidas magicamente. Uma enorme caixa de correios. E muitos, muitos brinquedos. Papai Noel não só existia, como eu havia descoberto sua casa! Estarrecido com a descoberta, nem me lembro direito como peguei e fui para Folda. Quando dei por mim, Svenson já me recebia no porto da maior das três ilhas.</p>
<p>Um pouco mais calmo e com o estômago saciado, passei o resto do meu dia caçando trolls, vermes da carniça e aranhas venenosas. Ao anoitecer, acampado ao lado do porto, uma pergunta não saia da minha cabeça: “Tenho sido um bom menino?”</p>
<p><em>(Fanfic baseada no RPG on line Tibia)</em></p>
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		<title>Diário de Um Mago &#8211; 25 de maio de 2006</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 04:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda me recuperando em Carlin, conheci  um feiticeiro mais novo que eu chamado Theizon Diel. Ele iria caçar esqueletos–demônios e  me convidou para participar da empreitada. Como eu havia acabado de morrer para esqueletos,  recusei o convite. Não sabia se ficava admirado com sua coragem ou tinha dó de sua ousada pretensão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda me recuperando em Carlin, conheci  um feiticeiro mais novo que eu chamado Theizon Diel. Ele iria caçar esqueletos–demônios e  me convidou para participar da empreitada. Como eu havia acabado de morrer para esqueletos,  recusei o convite. Não sabia se ficava admirado com sua coragem ou tinha dó de sua ousada pretensão, mas ele comprou algumas runas de Cura Máxima e partiu para sua jornada. Tomara que seja bem sucedido. Também conheci uma bela garota chamada Thata Angel e, como bom cavalheiro que sou, lhe dei flores. Ela gostou e conversamos um pouco sobre amenidades. Desde que minha segunda esposa deixou este mundo (da primeira eu me separei) não me envolvi com mais ninguém. Não que sinta algo pela garota que conheci hoje, mas foi algo que me peguei pensando. </p>
<p>Após meu mortal encontro com o sacerdote maligno e necromante, achei que este é um bom momento para compilar meus estudos sobre os deuses. Aqui vão as informações que consegui com a sacerdotisa Tibra sobre eles. </p>
<p><span id="more-306"></span></p>
<p>Os deuses se dividem entre Deuses do Bem e Deuses do Mal. Os bondosos procuram ajudar os outros e querem ver nosso mundo prosperar em plena harmonia, enquanto os malignos querem que suas filosofias ou raças triunfem, não importam os meios para isso.</p>
<p>Os Deuses do Bem são:</p>
<p>- Fardos: o criador de nosso mundo e dos humanos;</p>
<p>- Uman: o aspecto positivo da Magia. Nos mostra os segredos das artes arcanas;</p>
<p>- Suon: o Sol e nosso eterno observador;</p>
<p>- Crunor: a Grande Árvore, pai de todas as plantas;</p>
<p>- Nornur: deus do Destino. Existem calorosos debates sobre sua real função: ele tece as teias ou só as registra?</p>
<p>- Bastesh: deusa do mar e de seus habitantes;</p>
<p>- Kirok: o louco, deus dos cientistas e visionários;</p>
<p>- Toth: Senhor da Morte, o ceifador das almas, guardião da vida após a morte;</p>
<p>- Banor: o guerreiro, patrono dos lutadores. Ele que inspira a humanidade a nunca desistir.</p>
<p>Os Deuses do Mal são:</p>
<p>- Zathroth: aspecto negativo da Magia, com ambição e sede de poder sem limites;</p>
<p>- Fafnar: o Sol Negro, odeia e inveja toda a criação;</p>
<p>- Brog: o destruidor, a fúria que vem das Trevas;</p>
<p>- Urgith: mestre esqueleto dos morto-vivos e fantasmas.</p>
<p>- Arquidemônios: servos fiéis de Zarathroth. Os mais malignos e poderosos dentre eles são conhecidos como “Os Sete Serviçais”.</p>
<p>Ah sim, e esqueci de comentar que na minha infeliz viagem de ontem encontrei uma torre de vigia pertencente a Thais totalmente abandonada. Havia até ratos infestando uma adega no porão! Mas infelizmente fui morto antes de poder avisar a guarda real do Rei Tibianus III.</p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 24 de maio</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2008/09/04/24-de-maio/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 04:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia de grandes e mortais descobertas!
Tudo começou calmamente ainda na cidade de Carlin. Continuando minhas investigações sobre Ferumbras, falei com mais pessoas na cidade. O professor Philip me disse que “ele é um seguidor do mal. Seus poderes vinham de uma força sinistra e ele abandonara as restrições humanas havia muito tempo”. Já Alia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia de grandes e mortais descobertas!</p>
<p>Tudo começou calmamente ainda na cidade de Carlin. Continuando minhas investigações sobre Ferumbras, falei com mais pessoas na cidade. O professor Philip me disse que “ele é um seguidor do mal. Seus poderes vinham de uma força sinistra e ele abandonara as restrições humanas havia muito tempo”. Já Alia, a noviça, me repreendeu dizendo “nunca mencione esse nome dentro do templo”.</p>
<p>Fui então ao Depósito arrumar minhas coisas e aproveitei para fazer uma contagem de tudo que eu tenho. Gosto de guardar tranqueiras de valor sentimental. Tenho diversas mochilas em Thais cheias de objetos de utilidade duvidosa. O que eu tenho em Carlin é:</p>
<p><span id="more-198"></span></p>
<p>- bandolim;<br />
- 3 pérolas brancas;<br />
- anel do poder;<br />
- chave com a inscrição 4503 (descobri que ela abre uma sala onde mora um minotauro mago próximo a Venore);<br />
- clarinete;<br />
- flor do cascalho;<br />
- vaso de flores;<br />
- rosa vermelha;<br />
- flor da lua;<br />
- flor de deus<br />
- prato;<br />
- foice;<br />
- castiçal;<br />
- osso;<br />
- porrete de osso;<br />
- adaga;<br />
- capa;<br />
- escudo reforçado;<br />
- machado de mão;<br />
- elmo de couro.</p>
<p>Arrumar minhas coisas me fez sentir saudades de casa. Como havia um bom tempo que não visitava Thais, achei que uma viagem à minha cidade natal não faria mal algum. Sim, eu sei que a travessia entre cidades é extremamente perigosa devido a possível presença de aranhas gigantes, mas sempre fiz a viagem com a maior cautela e tudo que encontrei até agora foram ciclopes, criaturas facilmente enganáveis.</p>
<p>E a viagem foi realmente tranqüila, apesar de alguns eventos dignos de nota. Descobri que meu Cajado de Praga não funciona com cobras, o que me provou a sensatez de não ter vendido meu Cajado de Sopro de Dragão. Encontrei um restaurante fast-food logo abaixo da Ponte de Anões chamado Mac Noodles. Infelizmente estava fechado, mas seu cardápio parecia interessante, com Fritas de Thais, Kazordoonburguer, Pizza Venore e Quibe Carlin!</p>
<p>Dei uma passada no Correio que fica entre Thais e Carlin para visitar Wally e Kevin. Confesso não entender como que Kevin, sendo chefe da Guilda dos Carteiros, prefere ficar no meio do nada em vez de algum grande centro.</p>
<p>Para variar o velho Lubo, da Loja do Aventureiro, não tinha nenhum mapa. Mais uma vez ele me disse que “tinha acabado de vender o último”. Há tempos ouço disso e começo a desconfiar que ele NÃO vende mapas e diz que vende para as pessoas entrarem na loja e então comprarem outras coisas. Quero ver o dia em que alguém se enfezar e fazer algo com Ruffy, seu cachorro.</p>
<p>Diversas guildas de aventureiros possuem suas bases próximas das grandes cidades. Temos o Salão de Sangue a oeste e a Mansão Negra ao norte de Thais.</p>
<p>Como de costume, passei no cemitério para uma espiadela e encontrei lápides com inscrições deveras interessantes. As reproduzo aqui:</p>
<p>“Deus está morto. – Nietzche”</p>
<p>“Nietzche está morto. – Deus”</p>
<p>“Aqui jaz o programador de C&#038;C. Morreu de tédio.”</p>
<p>“Aqui jaz o Sr. Bill G. Ele caiu da janela.”</p>
<p>“Aqui jaz Sthephen S. Nada sobrou.”</p>
<p>“Aqui jaz o Senhor dos Círculos.”</p>
<p>“Aqui jáz Elch, morto por ESP.”</p>
<p>“Aqui jáz Classe A. Morto por Elch.”</p>
<p>“Aqui jaz o Sr. James B. Ele perdeu sua licença para viver.”</p>
<p>“Aqui jaz Lord B. Que ele finalmente tenha paz.”</p>
<p>“Aqui jaz uma vítima desconhecida da praga.”</p>
<p>“Aqui jaz Alistair Cropwell. Que sua alma encontre a paz que ele procurava em suas viagens” (eu tenho um livro desse sujeito e digo que fiquei emocionado e triste ao achar seu túmulo).</p>
<p>“Aqui jaz alguém que morreu de rir.”</p>
<p>Conferindo meu mapa, vi que existe ao norte de Thais um lago chamado Alatar. Para ter um nome deve ser importante, de modo que resolvi conhecê-lo.</p>
<p>Em um jardim rodeado por um pântano a beira do lago, encontrei uma donzela chamada Loria. Ela é estudiosa de magia e responde a qualquer pergunta sobre o assunto. Passamos um tempo debatendo e foi então que notei um caminho levando a um círculo de menires. Como minha curiosidade é maior que minha prudência, me aproximei e vi no meio do círculo um buraco com uma escada. Presumi que por estar próximo a Loria, um doce de pessoa, não haveria perigo e entrei.</p>
<p>Eis que me vejo frente a frente com um necromante e atrás dele altares manchados de sangue! Num misto de pânico e fascinação, ousei iniciar uma conversa com ele. Descobri que chamava-se Lugri e que era sacerdote de Zathroth, o deus supremo do mal! Pensei em fugir, mas era tarde. Já me encontrava cercado por esqueletos e um observador! Tentei pelo menos matar um dos morto-vivos para poder escapar, porém morri antes de esboçar qualquer reação.</p>
<p>Acordei no Vórtice das Almas de Carlin, sob os cuidados de Alia. Havia perdido minha mochila com diversos itens e, pior de tudo, meu Cajado de Sopro de Dragão, presente da minha irmã! Além disso, com minha morte também perdi a capacidade de usar meu Cajado de Praga. Frustrado, só me restou comprar outro cajado e equipamentos, guardar minha nova arma e mais uma vez me preparar para  partir para Folda e treinar mais. Preciso segurar minha curiosidade&#8230;</p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 23 de maio</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 05:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda em Carlin, aproveitei minha estadia para organizar o que descobri até agora sobre Ferumbras.  A primeira vez que fiquei sabendo da sua existência foi em dois textos escritos por Tuxaum Ricardaum, sábio da guilda conhecida como Dark Souls. Eles explicam sua origem e boatos acerca de seu retorno. O que relato a seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda em Carlin, aproveitei minha estadia para organizar o que descobri até agora sobre Ferumbras.  A primeira vez que fiquei sabendo da sua existência foi em dois textos escritos por Tuxaum Ricardaum, sábio da guilda conhecida como Dark Souls. Eles explicam sua origem e boatos acerca de seu retorno. O que relato a seguir possui elementos desses textos com descobertas minhas.</p>
<p><strong>A LENDA DE FERUMBRAS</strong></p>
<p>Há muito tempo atrás, quando o continente de Tibia não havia sido totalmente explorado, além de Rookgaard só havia a cidade de Thais e as únicas terras mapeadas iam até as Planícies de Havoc. Nessa época um aventureiro chamado Futertive chegou quase morto na cidade dizendo que havia escapado por pouco de um poderoso demônio capaz de invocar lordes dragões, warlocks e até mesmo outros demônios! Todos acharam que seus relatos eram delírios causados pelos ferimentos e não deram a devida atenção.</p>
<p><span id="more-164"></span></p>
<p>Porém dias depois os relatos de Futertive se mostraram perigosamente reais. Um enorme demônio acompanhado de diversas criaturas perigosas invadiu Thais e realizou um massacre sem precedentes. Quando aparentemente havia saciado sua sede de sangue, ele se retirou da cidade.</p>
<p>Todos ficaram em pânico! Se o demônio voltasse era capaz de destruir toda a cidade! Imediatamente todos em Thais reuniram esforços para saber mais sobre esse poderoso ser. Após várias investigações descobriu-se que a criatura chamava-se Ferumbras. Ele foi um mago humano que teve sua única filha morta de maneira trágica. Em sua busca para traze-la de volta da morte, adquiriu tanto poder que seu corpo e mente não agüentaram e pouco a pouco foi se transformando em um demônio enlouquecido com sede de vingança contra um mundo que o privou de sua amada filha.</p>
<p>Aeries War, uma experiente aventureira, conseguiu localizar o refúgio de Ferumbras nas Planícies de Havoc e liderou diversos grupos para matá-lo, mas falhou em todas as vezes, tendo sobrevivido por pouco. Mas eis que descobriram que a mãe do enlouquecido mago ainda estava viva! Após conversar com ela foi encontrada uma maneira de tornar Ferumbras mortal novamente e todos partiram para o combate final. O golpe certeiro que deu fim a essa criatura foi dado por Pepelu. Entre os pertences do mago estava o primeiro Escudo Vampiro descoberto em Tibia. Hoje em dia ela até pode ser um item comum entre aventureiros mais experientes, mas naquela época não se sabia de sua existência.</p>
<p><em><strong>Ferumbras Está de Volta?</strong></em></p>
<p>Há tempos atrás, porém mais recentes, exploradores venceram a cadeia de montanhas ao sul de Darashia, atravessaram o deserto de Darama e descobriram a secular cidade de Ankrahmun. Notável pelas suas enormes  e antigas construções, este local está repleto de muitos segredos. Um deles diz a respeito dos rituais para embalsamar um corpo, o que permite que ele se conserve por muito e muito tempo. Há lendas acerca de 8 antigos faraós (como são chamados os reis da cidade-estado) que viraram imortais e hoje vivem em antigas pirâmides guardando incontáveis tesouros.</p>
<p>A grande questão é que quando Ankrahmun foi descoberta os exploradores juram ter avistado alguém muito semelhante a Ferumbras! Terá sido uma miragem causada pela travessia do deserto? Alguém usou as técnicas secretas dos faraós para ressuscitar o insano mago? O fato dele não ter sido mais visto depois disso só deixa mais dúvidas no ar.</p>
<p>Algumas pessoas que vivem em Carlin ainda lembram-se do insano e perigoso mago. A Rainha Eloise se refere a ele como “a escória de todo o continente”, a sacerdotisa Tibra diz que “o caído deve ser esquecido e não temido” e a General Bunny Bonecrusher relata que “acredite ou não, o matei duas vezes com meu arco, mas alguma força maldita o trazia de novo e de novo”.</p>
<p>Se ele está de volta e escondido, o que estará tramando? Vale lembrar que recentemente um demônio de grande poder chamado Orshabaal atacou Tibia e não foi mais avistado. Também houve uma invasão de múmias em Carlin. Terão esses eventos ligação com Ferumbras? Espero que minhas investigações me levem a algo antes que seja tarde demais.</p>
<p><em>(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia. O texto &#8220;A Lenda de Ferumbras&#8221; foi escrito por Tuxaum Ricardaum da guilda Dark Souls, postado no site Tibia Brasil e editado aqui por mim para se adequar melhor à história.)</em></p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 22 de maio</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 03:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fui acordado pela aproximação de uma aranha venenosa! Por sorte ela estava ainda longe e consegui eliminá-la antes de ser picado. Preciso lembrar de nunca mais acampar naquela ilhota&#8230;
A viagem até Carlin foi calma, sem nenhuma criatura me atacando. Mas preferia ter sido atacado a ver o que eu vi.
Tenho a estranha mania de visitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui acordado pela aproximação de uma aranha venenosa! Por sorte ela estava ainda longe e consegui eliminá-la antes de ser picado. Preciso lembrar de nunca mais acampar naquela ilhota&#8230;</p>
<p>A viagem até Carlin foi calma, sem nenhuma criatura me atacando. Mas preferia ter sido atacado a ver o que eu vi.</p>
<p>Tenho a estranha mania de visitar cemitérios e ficar lendo suas lápides. Não sei muito bem porque faço isso, mas deve ter a ver com algo que ouvi uma vez: &#8220;Todos param para ver quando alguém morre para ter certeza de não são eles que jazem no chão&#8221;.</p>
<p>Após olhar os túmulos, entrei no velório para ver se alguém estava sendo velado e eis que encontro ao lado de um dos caixões um buraco levando a uma passagem subterrânea! Apesar de estar sem tochas no momento, não podia deixar de verificar a violação de um local tão sacro para nós humanos, de modo que soltei um feitiço de Luz Maior e imediatamente pulei lá dentro.</p>
<p><span id="more-155"></span></p>
<p>O buraco dava acesso direto há uma comunidade troll! Chocado e enraivecido, matei todos que encontrei no caminho. Não era uma comunidade pequena e matei quase 30 deles, os punindo por tamanha atrocidade. Entre seus pertences, havia um clarinete com a bandeira real, provavelmente fruto de algum roubo. Como já possuía um, o dei para outro aventureiro no Depósito.</p>
<p>Continuando minhas investigações pelas cavernas do trolls, descobri outra passagem e essa dava acesso a uma sala escondida do necrotério! Isso quer dizer que os trolls não estavam ali por acaso nem totalmente escondidos. Alguém não só sabia que os monstros estavam lá como os abrigava! Ainda não descobri o criminoso que fez isso, mas já avisei a xerife Shauna do ocorrido.</p>
<p>Passei no Depósito para guardar minhas coisas e mandar a carta para Kenzo Nakata (espero que ele responda), depois fui ao banco para trocar meu dinheiro (é incrível como essas peças de ouro ocupam espaço em minha mochila!). Resolvi passar alguns dias aqui em Carlin organizando minhas coisas e dar uma investigada acerca de Ferumbras. Consegui algumas informações deveras interessantes. Assim que reuni-las de maneira coerente as compartilharei com vocês. Também tive uma conversa muito elucidativa com a sacerdotisa Tibra sobre os deuses de nosso mundo. Qualquer dia a transcreverei em detalhes.</p>
<p>Ah sim! Consegui poder o suficiente para poder usar meu Cajado da Praga! Mas não me livrarei do meu Cajado de Sopro de Dragão tão cedo, uma vez que algumas criaturas são imunes à venenos&#8230;</p>
<p><em>(Fanfic baseada no RPG on line Tibia)</em></p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; Ainda 21 de maio</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 20:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Droga, fiquei com vontade de escrever mais e perdi o sono&#8230;
Nem tenho muitas coisas para relatar desde fechei este tomo pela última vez, mas vou anotar aqui meu atual equipamento só para ver se sossego e consigo dormir um pouco, pois a jornada daqui a até Carlin não é curta e posso encontrar goblins e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Droga, fiquei com vontade de escrever mais e perdi o sono&#8230;</p>
<p>Nem tenho muitas coisas para relatar desde fechei este tomo pela última vez, mas vou anotar aqui meu atual equipamento só para ver se sossego e consigo dormir um pouco, pois a jornada daqui a até Carlin não é curta e posso encontrar goblins e amazonas no caminho.</p>
<p>Pois bem, atualmente eu uso um Elmo de Ferro, uma Armadura Nobre, um Escudo do Observador, um Cajado de Sopro de Dragão, Proteção de Placas nas pernas e botas comuns. Também possuo em Colar de Bronze.</p>
<p>Assim que for possível visitar Thais (estou com saudades de lá), relaciono aqui todos os livros que possuo, o que descobri até agora sobre Ferumbras e transcreverei um antigo livro meu: &#8220;O Tratado de Ética Tibiana&#8221;.</p>
<p>Vamos ver se finalmente durmo.</p>
<p><em>(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia)</em></p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 21 de Maio</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2008/07/04/21-de-maio/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Eu, Axel Wolferic, feiticeiro do mundo de Pacera, nascido em Rookgard, cidadão de Thaís e atualmente residindo em Carlin, resolvi a partir de hoje registrar minhas aventuras pelo continente de Tibia.)

Acordei de uma noite de sono não muito tranqüila nas cavernas de Folda, uma das Ilhas de Gelo. Não se pode dormir tranqüilamente sabendo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Eu, Axel Wolferic, feiticeiro do mundo de Pacera, nascido em Rookgard, cidadão de Thaís e atualmente residindo em Carlin, resolvi a partir de hoje registrar minhas aventuras pelo continente de <a href="http://www.tibia.com/news/?subtopic=latestnews" title="Site oficial do RPG on line Tibia." target="_blank">Tibia</a>.)<br />
</em><br />
Acordei de uma noite de sono não muito tranqüila nas cavernas de Folda, uma das Ilhas de Gelo. Não se pode dormir tranqüilamente sabendo que a qualquer momento um verme da carniça pode vir atacá-lo. Mas mesmo assim pude desfrutar de um breve descanso.Resolvi caçar alguns orcs em busca de ouro. Decidi juntar as dez mil peças necessárias para que eu receba pelo uma das cinco bênçãos que os sábios de Pacera oferecem. Dizem que elas nos ajudam na hora em que morremos e como venho percebendo que minha busca pelos restos de Ferumbras se torna mais perigosa a cada dia que passa, toda ajuda se torna válida.</p>
<p>Após uma bem sucedida caçada, voltei para Carlin a fim de comprar alguns mantimentos e me inteirar de possíveis novidades, mas não achei nada de meu interesse. Foi então que conversando com alguns contatos na cidade, percebi que já me encontrava em condições de partir em direção à Kazordoon, a cidadela subterrânea dos anões. De todas as grandes cidades (e outras nem tão grandes assim) do continente de Tibia, essa é a única que não visitei ainda. Como fui bem recebido até na cidade dos elfos, imaginei que não teria grandes problemas com os anões. Sim, eu sei que eles guardam ferozmente a Ponte dos Anões, mas pensava que em sua cidade as coisas poderiam ser diferentes.</p>
<p>Ledo engano de minha parte. Para começar, a cidade não possui uma entrada sinalizada ou fácil de ser encontrada. O mapa que possuo indica onde ela fica, uma cadeia de montanhas e cavernas. Imaginei que não pudesse ser uma busca fácil e deixei meu dinheiro e itens caros no depósito de Carlin, assim caso eu viesse a perecer, minhas perdas seriam mínimas.</p>
<p><span id="more-137"></span><br />
Me embrenhei por áreas nunca antes vistas por mim da montanha onde se supõe que fica Kazordoon. Primeiramente a explorei por dentro e tudo que encontrei foram pântanos e cobras. Pelo lado esquerdo da cadeia, após procurar por horas uma ponte que atravessasse um rio, achei uma tribo de orcs e um poderoso feiticeiro que me assustou, uma vez que seu companheiro de jornada era um esqueleto-demônio. Fugi sim, afinal, um deles me feriu de maneira muito grave recentemente. Mas após ele me explicar a situação, demos boas risadas juntos.</p>
<p>Fui então explorar a parte esquerda da cadeia e encontrei algo que parecia a entrada da cidade. Mas para minha surpresa havia cadáveres de observadores no local! Como não estava disposto a por minha vida e poderes a prova, optei por explorar as terras a oeste e ver se encontrava algo de interesse.</p>
<p>Encontrei uma série de minas subterrâneas e descobri que os anões não são muito amigáveis com os humanos que as exploram. Confesso que não fiquei feliz em matar anões, mas era eu ou eles. Pelo menos em uma das minas encontrei um anão amigável chamado Budrick. Não era de muita conversa, mas ao menos ofereceu-me uma picareta e um lampião sem pedir nada em troca.</p>
<p>Duas coisas que eu não sabia dos anões e considerei deveras interessantes: pelo menos os mineradores não matam os vermes da carniça que habitam suas minas e tampouco são atacados por estas criaturas. Imagino que os vermes comam os detritos deixados pelos anões, assim limpando as minas e estando saciados e acostumados com a presença dos mineradores, não há ataques. Ataque a anões, deixo bem claro. Pois mais de uma vez vermes e anões se juntaram para me combater!</p>
<p>Outro fato que me chamou a atenção foi a enorme quantidade de cartas encontradas ao longo das minas. Algumas traziam mensagens diversas enquanto outras estavam em branco. Então descobri que diversos anões portavam cartas consigo. Talvez por passarem muito tempo nas minas usem essas cartas para se comunicar com seus parentes de cidadela.</p>
<p>As cartas que encontrava em branco eu escrevia para me procurar quem tivesse informações acerca de Ferumbras. Mas houve uma que me chamou a atenção. Pedia que, caso alguém encontrasse a carta, a mandasse de volta para ele. Deixou anotado seu nome completo, Kenzo Nakata, e seu endereço. Não é que para minha surpresa o sujeito é de Carlin! Claro que peguei a carta e pretendo mandá-la assim que retornar a alguma cidade.</p>
<p>Já cansado de tamanha jornada, resolvi acampar em uma ilhota ribeirinha próxima as minas. Pretendo voltar a Carlin para guardar o que conquistei nessa busca e responder à carta que encontrei. Apesar de não ter ainda encontrado Kazordoon, não foi uma busca em vão.</p>
<p>Meu único temor é que a entrada fique onde estavam os cadáveres dos observadores&#8230;</p>
<p>Que Aqueles Que Comandam O Mundo me protejam durante o sono&#8230;</p>
<p><em>(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia)</em></p>
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