Arquivos para a Categoria 'Reportagens'

Eleições 2010 – Não, o jogo não começa ano que vem

Se por algum acaso você acha que a corrida presidencial só começa em outubro quando somos bombardeados pela propaganda eleitoral gratuita, meu mais sinceros parabéns! Você pensa exatamente como os políticos querem que você pense.

Agora se para você o mundo vai um pouco mais além das novelas e reality shows do momento, convém saber que as armações para uma eleição começam exatamente quando a eleição imediatamente anterior é encerrada e se anunciam seus vencedores “democraticamente” eleitos.

A coisa toda começa a tomar suas formas e mostrar a que veio nas eleições municipais, onde os partidos testam sua força junto ao seu eleitorado mais próximo e suas influências nacionais. Mas o que é rola entre uma eleição e outra nem todo mundo sabe ou tem paciência e tempo de ir atrás.

Por isso mesmo começo desde hoje a cobrir a corrida presidencial com pequenas notas com fatos que considero importantes para as eleições que estão por vir. Porém não pretendo jogar um monte de notas com siglas e nomes que só os tarados por política (eu incluso) sabem. Pretendo escrever essas pequenas notícias explicando o porque delas terem sido escolhidas e suas influências para o jogo todo.

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HyFY na festa do Zona Punk

Banda toca um festival realizado pelo site

O site de música independente Zona Punk comemora 10 anos está realizando uma série de festas em comemoração a esta data tão importante. E a próxima delas é dia 28/08 (sexta-feira) no Outs, tradicional balada rocker de São Paulo.

Com o tema “Girls Just Wanna Have Zona Punk”, só bandas com vocalistas femininas tocarão no dia. Teremos Move Over, Depois do Fim, Mecanika e HyFY. O HyFY volta para a Rua Augusta para mostrar seu “hardcorepopunderground”, com direito ao seu sucesso “Dessa Vez”. Hell (vocal), Marcus (guitarra), Maira (baixo) e Henrique (bateria) estão fazendo um show atrás do outro e prometem subir ao palco com a mesma energia de “Ponto Inicial”, seu álbum de estréia.

A festa ainda conta com discotecagem de Wlad Cruz (Zona Punk), Valentim e Tati.

Serviço:
Clube Outs – Rua Augusta, 486, (11) 2867-6050
A partir das 23 horas – R$13,00

outs

HyFY acústico na FNAC Pinheiros

Banda faz pocket show gratuito

fnacCaso ainda não conheça o HyFY, aí está uma ótima oportunidade de ouvir o som “hardcorepopunderground” da banda. Nesta quarta-feira (26/08), as 19 horas, o grupo se apresentará em um pocket show acústico e gratuito na FNAC Pinheiros.

Hell (vocal), Marcus (guitarra), Maira (baixo) e Henrique (bateria) apresentam as músicas de seu primeiro álbum “Ponto Inicial” dessa vez em um clima mais intimista, incluindo o sucesso “Dessa Vez”.

Um show gratuito de uma das melhores bandas de pop rock do momento em um lugar mais do que agradável. Quer mais algum motivo para ir?

Serviço:
HyFY Acústico na FNAC Loja Pinheiros
Praça dos Omaguás, 34, São Paulo – SP
19 horas – Entrada Franca

Martiataka lança álbum novo!!

Festa em São Paulo com participação do Forgotten Boys

a-moda-do-caos-netEsqueçam o frio e a chuva que castigam a cidade e anotem em suas agendas: dia 22 de agosto duas das melhores bandas nacionais em atividade vão tocar no Inferno, notória casa noturna rocker da Rua Augusta.

Na estrada desde 1998, O Forgotten Boys continua sua turnê do álbum “Louva-a-Deus”. Gustavo Riviera (guitarra e vocal), Flavio Cavichioli (bateria), Zé Mazzei (baixo e violão) e Paulo (teclado) sobem ao palco com seu som original e inusitado, com uma grande influência de MC5, Stooges, Ramones e Johnny Thunders.

Já o Martiaka lança seu novo álbum: “A Moda do Caos” e quer mostrar aos seus fãs que eles não perdem por esperar. Del Guiducci (vocal), Fabrício Barreto (guitarra), Jim Salomão (baixo), Frango Fonseca (bateria) e Fausto Coimbra (guitarra) continuam mostrando seu trabalho com fortes influências do rock sueco misturado com letras que grudam na mente e riffs crus.

Portanto se você é um destes que acha que o rock nacional é somente mais do mesmo, com bandas pop reclamando das mazelas de um amor perdido, perca essa noite de sono no Inferno e fique feliz ao perceber que estava errado!

Serviço:
Inferno Club – Rua Augusta, 501 – Consolação – São Paulo – Tel.: 3120-4140.

Hy-Fy comanda noite feminina no Inferno!

Hy-Fy, Orgânica e Move Over dividem palco em São Paulo

Três bandas. Três vocalistas femininas. E muito rock´n roll! Essa foi a fórmula que rolou no Inferno na última sexta-feira (25/07). Uma das mais notórias casas de show de São Paulo mais uma vez abriu suas portas para novas bandas do cenário pop-rock nacional e quem compareceu não se arrependeu de sair de casa na chuva e frio que castigavam a cidade nesse dia.

Hell.

Hell.

Diretamente de Bauru, o Move Over abriu o palco da noite tocando seu indie rock. Adriane Santana (voz), Leandro Tenório, Rafael Gomes (baixo) e Bruno Bolsoni (guitarra) mostraram as músicas de seu primeiro álbum, “Ir Além” (2005), e algumas músicas do futuro álbum.

Com uma certa expectativa dos fãs, o Orgânica subiu ao palco para lançar seu novo álbum. Candyda (vocal), Bacalhau (bateria), Ortega (guitarra) e Cyro (baixo) tocaram suas músicas engajadas e o público não deixou por menos, agitando sem parar em frente ao palco.

Maira.

Maira.

Eis então o momento da principal atração da noite, o Hy-fy! Tocando as músicas de seu álbum de estréia “Ponto Inicial”, Hell (vocal), Marcus (guitarra), Maira (baixo) e Henrique (bateria) estavam afiadíssimos e todos puderam comprovar porque a banda cresce cada vez mais. O repertório “hardcorepopunderground” foi destilado com as músicas “Outro Lugar”, “Acredite em mim”, “Melhor Assim”, “Não Perdemos Nada”, “Dessa Vez”, “Me Encontrar”, “Ponto Inicial” e ainda um cover de “Time After Time”. Marcus não parou por 1 minuto sequer, indo e um lado a outro do palco o tempo todo e quem achava Hell tímida ao conversar com a platéia entre uma música e outra se surpreendia com seu vigor quando as músicas começavam. Maira e Henrique ficaram mais na deles, mas mandaram ver no som!

Rafael.

Henrique.

Por fim o show se encerrou com uma homenagem a Breno, baixista do Condessa Safira, que faleceu na madrugada de quinta para sexta-feira. O Hy-Fy se despediu de todos ao som de “I Remember You”, do Skid Row.

Hell e Marcus.

Hell e Marcus.

Só deu mulher no show da Baranga!

Garotas “róquenrou” mostram que agitam
mais que muito marmanjo

Se por algum acaso você ainda acha que rock é coisa de homem ou de mulher feia, faz-se necessária uma urgente revisão de seus conceitos. Sábado, dia 6 de junho, um pusta frio em Sampa e o Blackmore, notória casa de shows em Moema, estava lotada para a sua festa de aniversário, com as presenças das bandas Cracker Blues, Tomada e Baranga. Com um detalhe para lá de essencial: lotada de mulher bonita.

Paulo Coruja, do Cracker Blues.

Paulo Coruja, do Cracker Blues.

O Cracker Blues abriu o palco na noite, trazendo sua excelente mistura de rock, blues e country. Era possível ver no meio do público diversas garotas com chapéu de cowboy, botas de cano alto e cantando toda as músicas junto. Muito importante o recado  do vocalista Paulo Coruja: “Vamos valorizar as bandas de rock que cantam em português, pessoal!”. O único porém foi que devido à problemas técnicos, o álbum de banda não estava ainda disponível para venda.

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Baranga é principal atração no aniversário do Blackmore!

Qualquer roqueiro ainda digno desse título conhece o Blackmore Rock Bar pelo menos de nome. Por lá já passarem bandas como Made in Brazil, Angra, Shaman, Golpe de Estado, Torture Squad, Claustrofobia, Tuatha de Dannan, Korzus e muitas outras Localizada o próximo ao Shopping Center Ibirapuera, a local se define como “uma casa feita por e para rockers”.

E sábado próximo (06/06) a Baranga é a principal atração desse templo do rock paulistano! Xande (guitarra e vocais), Deca (guitarra), Soneca (baixo) e Paulão (bateria), mais uma vez sobem ao palco do Blackmore para estourar nossos ouvidos com o trabalho de seus três álbuns: “Baranga” (2003), “Whiskey do Diabo” (2005) e “Meu Mal” (2007).

Dividem o palco com a Baranga as bandas Cracker Blues (country/blues texano e lançando seu primeiro álbum, “Entre o México e o Inferno) e Tomada.

E como é aniversário do Blackmore, até as 23 horas a cerveja é de graça para todo mundo!

Serviço:
Blackmore Rock Bar: Alameda dos Maracatins, 1.317, – Moema – São Paulo – SP
Telefone: (11) 5041-9340 (noite) e (11) 5016-3904 (dia) – www.blackmore.com.br
Folha Produções: (11) 9866-5560

(texto também pubicado nos sites Projeto Metal e Dynamite Online)

logobaranga

Nem o frio espanta fãs da Baranga!

Banda agita o Inferno em sábado friorento

Soneca.

Soneca.

16 de maio de 2009 foi uma das noites mais frias do ano na cidade de São Paulo, com os termômetros marcando 12°C. Mas se você estivesse dentro do Inferno, famosa casa de shows da Rua Augusta, diria que os esses termômetros estavam errados. Rapazes de camiseta (alguns até sem a mesma!), mocinhas com seus belos ombros de fora e cerveja gelada rolando adoidado. E qual o motivo de tamanha agitação em plena madrugada friorenta?

Mais uma apresentação da Baranga!

Era quase 1 da manhã quando a banda subiu ao palco e o público presente agitou com a banda durante toda a apresentação. Xande (guitarra e vocais), Deca (guitarra), Soneca (baixo) e Paulão (bateria) tocaram músicas de seus três álbuns: “Baranga” (2003), “Whiskey do Diabo” (2005) e “Meu Mal” (2007).

Paulão.

Paulão.

Como sempre, abriram o show com “Filho Bastardo” e encerraram com “Meu Mal”, mas pudemos ouvir também “Tudo que eu Tenho na Vida”, “Garçom”, “El Fuego Del Infierno”, “Garota Rocker” “Jóia Rara” e “Pirata”. O público não só cantou quase todas as músicas junto como fez questão de atender ao chamado de Xande para o tradicional “bate-cabeça”.

Depois a banda Claustrofobia subiu ao palco e não deixou por menos, mandando um tapa na orelha de todos com seu Black metal rápido e pesado.

Xande.

Xande.

Rock´n Roll para todos os gostos, o som perfeito, mulher bonita de monte, bebida no ponto… Quem realmente ia lembrar do frio do lado de fora?

Denga.

Deca.

O Inferno abre suas portas para a Baranga!

Baranga.

Baranga.

A tradicional casa de shows paulistana Inferno Club recebe neste sábado (16/05) a banda Baranga. Com Xande na guitarra e vocais, Deca na guitarra, Soneca no baixo e Paulão na bateria, o premiado grupo vai agitar a noite da Rua Augusta com seu som sacana e pesado tirado de seus três álbuns: “Baranga” (2003), “Whiskey do Diabo” (2005) e “Meu Mal” (2007).

Com um público já cativo e fiel, espere para ouvir a galera cantando junto músicas como “Pirata do Tietê”, “Filho Bastardo”, “Tudo que eu Tenho na Vida” e outras porradas dessa banda que não abre mão do humor em suas letras.

Junto com a Baranga tocará também a banda Claustrofobia.

(texto também publicado no site O Analítico)

Virada Cultural 2009

Logotipo do evento.

Logotipo do evento.

Para quem não é de São Paulo ou é desta enorme cidade, mas esteve em coma nos últimos anos, a Virada Cultural é um evento que a Prefeitura de São Paulo organiza em abril/maio. Das 18 horas de sábado até as 18 horas do domingo seguinte, diversas atrações culturais se espalham pela cidade, todas gratuitas. Quando eu digo diversas atrações, são diversas mesmo. Há palcos de rock, MPB, pagode, samba, música estrangeira, música erudita, festivais de filmes, teatros, exposições, performances, enfim, literalmente de tudo um pouco.

O mais interessante é ver que o evento literalmente entrou na agenda da cidade. No primeiro ano a maior parte das grandes atrações se restringiu ao chamado “centro expandido”, mas ano após ano, o evento se espalha cada vez mais. Digo isso tanto no sentido oficial, com atrações ocorrendo em todos os CEUS, quanto no sentido periférico. Diversos teatros, lojas, cinemas e afins entram no clima da virada e também fazem programações especiais nesse dia.

Em 2007 a Virada Cultural quase acabou em tragédia devido a uma briga entre espectadores e Tropa de Choque durante o show dos Racionais MC´s. Apesar de o confronto ter sido realmente feio, ele só se restringiu a Praça da Sé e imediações, mas mesmo assim a imprensa como um todo deu mais exposição a essa briga do que ao resto do evento. Houve quem duvidasse de que haveria outras edições. Mas graças aos deuses houve.

No primeiro ano em que eu fui, devido ao conflito em si e a uma (na época) namorada ultra-ciumenta, só consegui ver os shows do Rogério Skylab e do Pato Fu. Já no segundo ano, eu estava mais organizado e em melhor companhia e consegui ver Mutantes, Paul DIanno, Teatro Mágico e Cachorro Grande, além de uma paradinha pra dançar ao som do DJ Marky.

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