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	<title>O Protagonista 2.0 &#187; Romances</title>
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		<title>A Torre de Feiticeiro &#8211; Cap. II &#8211; Um Novo Companheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 02:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Brava História de Lord Mário H. e os Ice Knights]]></category>
		<category><![CDATA[Livro I - A Torre do Feiticeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Mário ia a frente dos dois, segurando sua espada e seu escudo, enquanto Sir Hamilton ia logo atrás segurando uma tocha e um escudo. A luminosidade era mínima na passagem rochosa, que tinha cerca de dois metros de largura por três de altura. Ambos seguiram com passos cuidadosos por algum tempo. De repente, Mário se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mário ia a frente dos dois, segurando sua espada e seu escudo, enquanto Sir Hamilton ia logo atrás segurando uma tocha e um escudo. A luminosidade era mínima na passagem rochosa, que tinha cerca de dois metros de largura por três de altura. Ambos seguiram com passos cuidadosos por algum tempo. De repente, Mário se abaixa. Sir Hamilton pergunta, assustado:</p>
<p>- O que foi? O que aconteceu?</p>
<p>- Fale baixo! – responde Mário. – E abaixe um pouco a tocha.</p>
<p>O nobre abaixa e seu escudeiro vê algo no chão de terra. Diversas pequenas pegadas, como de crianças.</p>
<p>- São de goblins. Tenho certeza. – comenta o rapaz.</p>
<p>- Dá pra saber quantos são?</p>
<p>- Não. Mas são muitos. Vamos prosseguir.</p>
<p>Eles prosseguem pela passagem, o chão de terra desaparece, cedendo lugar a um piso rochoso e andam alguns metros até que chegam a uma caverna. Ela é enorme, tendo forma circular e grandes pedras se encontram encostadas em diferentes pontos de sua parede. Exatamente no meio da caverna se encontra um poço e na parede oposta a pouca luz permite ver que há outra passagem. Mário se dirige até a beira do poço, pega uma pedra e joga em seu interior. Ouve um baque.</p>
<p><span id="more-346"></span></p>
<p>- Está seco. – ele conclui.</p>
<p>De repente, diversas criaturas surgem de trás de rochas nas paredes. Seres com cerca de um metro de altura, pele esverdeada e enrugada, narizes e orelhas pontudas. Trajavam pedaços de armaduras presas a suas roupas de couro e portavam pequenas espadas de metal, que refletiam a luz da tocha. Seus malignos olhos vermelhos brilhavam enquanto corriam em direção aos heróis, gritando:</p>
<p>- Rumanos! Rumanos! Matar eles tudo!</p>
<p>- Essa não! – comenta Mário, surpreso. – Goblins!</p>
<p>- AAAAAHHH! – berra Sir Hamilton, se entregando ao pânico. Ele solta a tocha e sai correndo de volta pela passagem pela qual entraram.</p>
<p>- Seu gordo covarde! – berra Mário. – Volte!</p>
<p>Mas ele não volta. Raciocinando rápido, Mário também corre de volta pela passagem, assim só teria que enfrentar duas das criaturas por vez. Não iria fugir como um covarde. Os pequenos e asquerosos seres param na entrada do corredor rochoso e ficam encarando o guerreiro, que está com sua arma preparada. Então surge uma grande chama atrás dos goblins. Eles se viram e começam a gritar, apavorados:</p>
<p>- Grande fogo! </p>
<p>- Ele ser bruxo! </p>
<p>- Todos correr!</p>
<p>As criaturas começam a correr de volta para suas tocas, totalmente assustadas. Mário aproveita a confusão e joga uma pedra em um dos goblins, desmaiando-o. Depois que todas as criaturas voltam para suas tocas, finalmente Mário vê o que tanto as assustou: ao Sir Hamilton largar a tocha, ela caiu sobre um monte de feno, que agora estava pegando fogo. Ele apaga a chama com sua bota, tira uma corda da sua mochila e amarra o ser que desmaiou. Assim que termina de dar o nó, espera a criatura acordar enquanto pensa. “Hamilton fugiu e não deve voltar. O que faço?”. Senta-se na beira do poço. “Com certeza aquele covarde não irá me pagar mais nada. E eu continuo sem uma moeda em meus bolsos”. Então ele tem um estalo. “Isso! Eu resgatarei a princesa sozinho e ganharei a recompensa que seria de Hamilton! Não terei que enfrentar o feiticeiro mesmo&#8230;”. Mas seus pensamentos são interrompidos pelo goblin, que desperta. </p>
<p>- O&#8230; onde tô? – a criatura acorda e vê o Mário. – AAAHH! O bruxo! O bruxo!</p>
<p>- Cale a boca! – diz Mário. – Não vou fazer nada. </p>
<p>O goblin se acalma um pouco.</p>
<p>- Cê num vai fazê nada cumigo?</p>
<p>- Não. Só te amarrei porque não quero que você fuja. – responde o guerreiro, tentando um tom de voz mais calmo possível. – Só quero algumas informações sobre seu&#8230; mestre.</p>
<p>- O bruxo véio?</p>
<p>- Deve ser esse mesmo. Sabe como posso encontrá-lo?</p>
<p>O rosto de goblin é tomado por uma expressão de pavor novamente.</p>
<p>- Lá em cima. Subindo as escada. Mas ninguém sobe lá pra cima. Fogo gigante num deixa.</p>
<p>- Fogo gigante? – Mário não entende mais nada.</p>
<p>- É. Por isso nóis não sobe.</p>
<p>Mário fica pensativo. Era óbvio que ele teria que subir as escadas de pedra da passagem adiante, sabia disso antes do goblin falar. Aquela criaturinha não tinha mais nenhuma serventia. Só havia uma coisa a ser feita. O guerreiro saca sua espada e prepara o golpe.</p>
<p>- Peraí! O que cê vai fazê? – pergunta a criatura mais assustada do que nunca.</p>
<p>- O que tem que ser feito. – responde Mário, sério.</p>
<p>O goblin fecha os olhos, suando frio. Então houve o som da espada cortando o ar em sua direção e&#8230; não sente nada? Ele abre os olhos e percebe que as cordas foram cortadas.   </p>
<p>- Ué? – diz sem entender nada.</p>
<p>- Pode ir embora. – fala o guerreiro.</p>
<p>Mas a pequena criatura verde permanece parada.</p>
<p>- Eu disse que pode ir embora. Vá!</p>
<p>O ser continua parado.</p>
<p>- O que foi? Por que continua parado? – pergunta Mário, já ficando irritado.</p>
<p>- Cê é o primero rumano que num me bate.</p>
<p>A frase tem um impacto de uma patada de Dragão aos ouvidos de Mário. Ele não esperava ouvir isso. Nem sabe o que responder. Mas então vem algo a sua mente. Apesar de idéia parecer estúpida, ele resolve levá-la adiante. Pergunta ao goblin:</p>
<p>- Qual é o seu nome?</p>
<p>- É Tazloy. – ele responde, sorrindo.</p>
<p>- Gostaria de ser meu escudeiro?</p>
<p>O goblin estranha a pergunta.</p>
<p>- Seu o que?</p>
<p>- Escudeiro. Você me ajuda em minhas aventuras e eu te pago para isso.</p>
<p>Tazloy se empolga.</p>
<p>- Paga? E paga muito?</p>
<p>Mário pensa um pouco.</p>
<p>- Hum&#8230; Uma moeda de ouro está bom?</p>
<p>O goblin parece medir se está bom. Mas qualquer um perceberia que ele está fingindo. Por fim, fala:</p>
<p>- Uma de oro mais cumida!</p>
<p>- Certo. Agora segure a tocha e vamos subir as escadas.  </p>
<p><em>(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de <a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/">RPG</a> “<a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/aventuras-fantasticas/">Aventuras Fantásticas</a>”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o <a href="http://www.nonameshideout.com/">Mario</a> jogando.)</em></p>
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		<title>A Torre de Feiticeiro &#8211; Cap. I &#8211; Rumo à Torre</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Brava História de Lord Mário H. e os Ice Knights]]></category>
		<category><![CDATA[Livro I - A Torre do Feiticeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Os animais da Floresta de Darkwood se encontravam inquietos e assustados. Não é todo dia que uma comitiva de quase trinta humanos a cavalo atravessa essas terras de grama verde e numerosas árvores. Pareciam pertencer a um exército, já que quase todos usavam a mesma armadura de placas completa e um escudo com uma letra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os animais da Floresta de Darkwood se encontravam inquietos e assustados. Não é todo dia que uma comitiva de quase trinta humanos a cavalo atravessa essas terras de grama verde e numerosas árvores. Pareciam pertencer a um exército, já que quase todos usavam a mesma armadura de placas completa e um escudo com uma letra C estilizada. Na frente de todos estavam quatro sujeitos e estes usavam roupas diferentes. O que ia mais a adiante tinha um ar de nobreza e usava belas vestes azuis. Seu cabelo negro e liso está cortado reto na altura do queixo, tem um fino cavanhaque e porta um florete a tiracolo. Ele é ninguém menos que Barinjhar, príncipe da cidade-estado de Chalice. O nobre suspira e diz:</p>
<p>- Meu caro Morval, ainda não posso acreditar no que aconteceu. Minha noiva raptada por um feiticeiro maligno!</p>
<p>Morval, um homem na casa dos quarenta, com a barba por fazer e chefe da guarda de Chalice, veste uma armadura similar à dos soldados, só que mais ornamentada. Olhando com uma certa vergonha para seu superior, fala:</p>
<p>- Eu também não, ó príncipe. Esta estrada nunca teve problemas, a não ser pelo ocasional ataque de lobos ao gado da região. Quem poderia imaginar que justo no dia em que levávamos a princesa Sarissa, filha do regente da cidade-estado de Salamonis, seríamos atacados?</p>
<p>- Isso não interessa! – diz o príncipe. – Deveria estar preparado para situações como essa!</p>
<p><span id="more-330"></span></p>
<p>- O ataque foi muito bem planejado, senhor. Viajávamos tranqüilamente quando um bando de goblins surgiu das árvores ao lado da estrada. Não nos intimidamos e fomos fazer o que tinha de ser feito: matá-los. Já fizemos isso diversas vezes, é quase uma manobra de rotina – o capitão fica com o semblante pesaroso. – Foi então que aconteceu. Enquanto lutávamos com aquelas asquerosas criaturas, apareceu no ar um feiticeiro montado em um grifo! Ficamos pasmos e ele destruiu a carruagem que levava sua noiva, erguendo-a pelas patas e subindo em direção àquela torre. – e aponta para uma sinistra construção no alto de uma colina. – Ainda mandei meus homens preparar os arcos, mas quando nos livramos dos goblins já era tarde. Ele será um oponente astuto.</p>
<p>O príncipe continua irritado:</p>
<p>- Eu não preciso ouvir essa vergonhosa história novamente! Só sei que, como o maldito feiticeiro não manifestou sobre suas reais intenções e o porquê deste ato nefasto, devemos resgatar minha adorada noiva.</p>
<p>O capitão comenta:</p>
<p>- Mas não sabemos se nossos homens serão páreo para os poderes desse feiticeiro!</p>
<p>Barinjhar abre um sorriso:</p>
<p>- Por isso mesmo que contratei esses dois bravos heróis!</p>
<p>E ele aponta para os sujeitos que cavalgavam atrás dele. Um deles era um senhor na casa dos quarenta, gordo, com um bigode marrom reto. Trajava um peitoral de ferro, um elmo com uma pena branca, um escudo metálico e uma bela espada longa ornamentada. O outro era um jovem com seus vinte e poucos anos, cabelos castanhos penteados para trás, vestia uma armadura de couro e portava uma espada e um escudo. O príncipe prosseguiu com sua fala:</p>
<p>- Enquanto nós iremos pela porta da frente da torre para negociar com o feiticeiro, quando na verdade o estaremos mantendo ocupado, esses dois corajosos homens irão entrar na construção por uma caverna aos pés da montanha. Essa entrada secreta foi revelada pelos deuses a nossos sacerdotes. Através dela, e desses homens, minha amada será resgatada! Correto, Sir Hamilton?</p>
<p>O cavaleiro de elmo enche o peito e responde:</p>
<p>- Com toda certeza, nobre senhor! Eu e meu fiel escudeiro enfrentaríamos até o próprio mago, se necessário! – ele saca sua espada e a brande no ar.</p>
<p>- Fico feliz ao ouvir essas palavras. – fala o príncipe. – Agora sei que contratei os melhores homens do meu reino.</p>
<p>Todos cavalgam por mais um tempo, até que param ao pé da colina. No alto dela se encontra uma torre feita de pedra, apontando para os céus como um dedo nefasto. Os cavaleiros ficam observando-a, como se estivessem imaginando o que fossem encontrar em seu interior. Por fim, Barinjhar anuncia:</p>
<p>- Aqui nos separamos, bravos guerreiros. Que Titan olhe por vocês!</p>
<p>- Em frente homens! – grita o capitão da guarda, e o príncipe mais seus homens cavalgam colina acima. Sir Hamilton olha para seu escudeiro e diz:</p>
<p>- Mário, vamos para a caverna!</p>
<p>*************************</p>
<p>Os dois heróis cavalgam por meia hora em uma trilha a muito não muito usada e chegam a entrada da caverna, que está coberta com algumas folhagens. Mário desce de seu cavalo e examina o local, dizendo:</p>
<p>- A caverna está escondida. Se o príncipe não nos tivesse dito que se encontrava aqui, nunca a acharíamos. – ele retira as folhas. – Ela é muito escura, vamos precisar de tochas. Sir Hamilton?</p>
<p>O escudeiro se vira e percebe que o cavaleiro está rezando. Mário suspira, aborrecido.</p>
<p>- SIR HAMILTON!</p>
<p>- AAAHH! O-o que foi? Goblins? – ele saca sua espada, assustado.</p>
<p>Mário suspira mais uma vez.</p>
<p>- Escute aqui, Hamilton. – ele fala, taxativo. – Não tenho culpa que você é um farsante e nunca lutou em toda sua vida. Mas agora estamos em uma missão e não sabemos o que nos espera caverna acima e torre adentro. Portanto, se não quiser morrer, fique atento de agora em diante e siga minhas instruções! – o escudeiro fica mais calmo.  – Amarre sua montaria em algum lugar, ela não nos acompanhará pela caverna. E acenda uma tocha.</p>
<p>- C-correto. Mas fico pensando se minha honra vale mais que minha vida&#8230;- responde o nobre.</p>
<p>Mário se vira para seu cavalo, um magnífico garanhão branco e fala em seus ouvidos:</p>
<p>- Não vou te amarrar, Vahla. Só aguarde meu retorno.</p>
<p>O cavalo relincha, como se tivesse entendido o que seu dono falou. Sir Hamilton finalmente acende a tocha. “Nem isso esse idiota sabe fazer! E pensar que sou ‘escudeiro dele. Pelo menos, paga bem” – pensa Mário. Ele ajeita sua mochila nas costas, saca sua espada, verifica o fio e arruma o escudo. Se vira para seu “mestre” e diz:</p>
<p>- Vamos! – eles adentram na caverna.</p>
<p><em>(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de <a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/">RPG</a> “<a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/aventuras-fantasticas/">Aventuras Fantásticas</a>”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o<a href="http://www.nonameshideout.com"> Mario </a>jogando.) </em></p>
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		<title>A Torre do Feiticeiro &#8211; Prólogo</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 14:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano 285 após o Caos, o Rei Pindar de Chalice, sabendo que seu corpo envelhecido não veria mais tantos verões e temeroso do avanço do Mal, resolveu providenciar segurança para seu povo após sua morte. Conhecedor de que uma pequena cidade-estado como Chalice não poderia permanecer de pé sozinha por muito tempo, ele pensou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano 285 após o Caos, o Rei Pindar de Chalice, sabendo que seu corpo envelhecido não veria mais tantos verões e temeroso do avanço do Mal, resolveu providenciar segurança para seu povo após sua morte. Conhecedor de que uma pequena cidade-estado como Chalice não poderia permanecer de pé sozinha por muito tempo, ele pensou em uma aliança com a poderosa Salamonis. O Rei Salamon tinha uma filha com a mesma idade do filho de Pindar e então arranjou-se um casamento. Mas antes que o Príncipe Barinjhar e a adorável Sarissa pudessem se casar, a Princesa foi raptada durante a viagem em que ia conhecer seu futuro esposo. O autor do rapto foi Xortan Throg, um maléfico feiticeiro que habitava as profundezas das florestas ao norte do Rio Bagre.</p>
<p>O Rei Pindar logo convocou seus conselheiros. Chalice estava em grande perigo, pois certamente Salamonis ficaria enraivecida pelo pouco cuidado tomado com a sua princesa, e como uma cidade tão pequena poderia ter a esperança de fornecer guerreiros suficientes para vencer o poderoso feiticeiro? E sua torre de pedras parecia capaz de rechaçar todos os exércitos da Allansia. Em desespero, foi sugerido que o rei contratasse um aventureiro selecionado entre homens experientes, o tipo de pessoas para quem os riscos não são grandes demais e matar feiticeiros é somente um trabalho rotineiro&#8230;</p>
<p><em>(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de <a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/">RPG</a> “<a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/aventuras-fantasticas/">Aventuras Fantásticas</a>”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o <a href="http://www.nonameshideout.com/">Mario</a> jogando.)  </em>    </p>
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