A origem exata desta seita é desconhecida. Fala-se muito em um experimento Tremere ou Tzimisce, mas ambos os clãs negam isso com força total. Também pode ser uma linhagem desgarrada dos Toreador, mas diga isso a um deles e verá um artista em frenesi. Isso somado ao fato de todos os seus membros serem mentirosos notórios e compulsivos torna a tarefa de pesquisa acerca deste tópico praticamente impossível.
O que se sabe de concreto é que os Dedê apareceram para a Família na América do Sul (em especial no Brasil) no fim dos anos 80 e desde então esta peculiar seita tem crescido em número e fama. Má-fama, para ser bem claro. Seus membros são todos baladeiros e parecem achar que a não-vida se resume a uma busca pela festa perfeita. Talvez por isso raramente sejam vistos fora de grandes centros urbanos, exceto quando vão para alguma festa rave (nesse caso festas mortais, não as reuniões dos Brujah).
A maioria dos clãs e seitas considera os Dedê uma afronta à suas crenças, alguns inclusive os citando como um dos sinais da Gehenna. A seita é oficialmente independente, com pouquíssimos membros aceitos na Camarilla. Como costumam ficar fora dos jogos de politicagem e intriga dos Membros, não são levados muito a sério e gozam de certa liberdade, a não ser quando se empolgam demais em alguma balada e colocam a Máscara em perigo, ocasião em que são mortos ou por vampiros ou por caçadores atrás de seus rastros nada sutis.
A seita tem esse nome por causa de seu mais antigo e notório fundador, que atende pelo apelido de Dedê. Seu paradeiro atual é desconhecido, mas a versão mais comentada diz que ao sugar mortais drogados em uma rave no interior de São Paulo, acabou saindo do sítio onde a mesma se realizava e se infiltrando no meio da mata, onde foi morto por lobisomens. Outra versão diz que foi para Amsterdã para saber mais sobre as lendárias festas locais e nunca mais voltou. Talvez esteja em torpor em algum banheiro da Vila Madalena, notório bairro da cidade de São Paulo. Como se trata do Elder de uma seita de vampiros mentirosos, nunca se sabe…
