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Um Caçador Entre Caçadores

 

Arqueiro Verde por Alex Ross.

Arqueiro Verde por Alex Ross.

O Arqueiro Verde se destaca por ser um herói diferente dos demais. Primeiro, porque é um dos poucos no ramo que claramente assume uma posição política e, mais que isso, um posicionamento de esquerda. Tanto o fez que hoje Oliver Queen é o prefeito de Star City. Já a segunda característica mais marcante é o modo realista como ele enxerga o mundo. Isso se reflete em seu jeito “pé-no-chão” de agir, tomando decisões e fazendo coisas que nem todos heróis têm coragem ou gostariam de fazer.

Conheça a história que mudou para sempre a vida do Arqueiro Verde

ORIGENS

Quando foi criado por Mort Weisinger e Greg Papp para a revista More Fun Comics 73 (1941), o Arqueiro Verde não passava de uma versão “Robin Hood” do Batman. As semelhanças eram muitas para serem negadas. Ambos eram milionários, tinham ajudantes adolescentes e usavam engenhocas no combate ao crime. Logo o Arqueiro tornou-se conhecido pelas suas “flechas especiais” com funções diversas, como a flecha-extintor-de-incêndio, flecha-rede e a famosa flecha-luva de boxe, para lembrar as mais inusitadas.

Revista More Fun Comics.

Revista More Fun Comics.

A vida heróica de Oliver Queen surgiu de um inesperado acidente. O milionário caiu de seu iate após alguns drinques e foi parar em uma ilha deserta na costa da Califórnia. Para poder sobreviver e não morrer de fome no local hostil, ele construiu um arco e flecha, passando assim a caçar animais selvagens para seu sustento. Após um bom tempo, alguns traficantes aportaram na ilha e foram rendidos por Oliver, que os obrigou a levá-lo para Star City, sua cidade natal. Ao serem presos, os traficantes relataram que haviam sido capturados por um “arqueiro verde”. Oliver se empolgou com a idéia e, num misto de busca por justiça e procura de fortes emoções, confeccionou sua roupa, suas flechas e assumiu a alcunha de Arqueiro Verde.

Por um bom tempo o personagem não teve grandes participações nos quadrinhos, até que nos anos 60 Ollie perdeu sua fortuna para um assessor corrupto. Isso fez com que ele revisse sua forma de atuar, adotando uma postura mais séria. As mudanças mais marcantes foram o abandono das flechas especiais e a motivação pela luta a favor dos mais pobres.

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Idéias a Esmo e Novidades

Eu e o Gafanhoto no Cervejazul.Tive que ir ao médico esses dias. Levei uma cotovelada animal em um bate-cabeça no Cervejazul há quase 1 mês atrás e, quando eu achava que estava ficando bom, meu compadre Gafanhoto me acertou no mesmíssimo lugar durante o bate-cabeça do show do Matanza na Clash duas semanas atrás. Graças à insistência nada sutil da , fui ver o que havia ocorrido. E tive que tirar Raio-X, pois podia ter quebrado algo. Admito que não curto Raio-X. Se o próprio técnico se esconde atrás de uma proteção de chumbo, é porque bem não deve fazer. Sim, eu sei que alguém q eu fuma e bebe o tanto de café que eu bebo não deveria ter essas preocupações idiotas, mas eu tenho. No mundo real, radiação causa câncer ao invés de te dar superpoderes.

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Talking About Myself

“Sem Comentários” - de Alla Sieber.Acabei de ler “Sem Comentários“, coletânea do site “The Allan Sieber Talk to Himself Show“, do (dããããã…) Allan Sieber. O cara é realmente um gênio. Li/vi quase tudo que ele fez. Preciso fazer algo sobre esse material todo para a seção “O Que Estou Lendo“.

O Tor, vocal do Zumbis do Espaço, lançou “Você Faria O Que Eu Fiz?”, mais um álbum do “Tor Tauil“, seu projeto solo. A festa de lançamento rolou no Lady Hell, balada rockabilly lá na Bela Cintra. Foi legal, mas um tanto quanto estranho. Fazia tempo que não me sentia um estranho no ninho. Engraçado foi trombar com o Jimmy (vocalista do Matanza) por lá. Ele tinha acabado de vir da MTV, onde tinha feito uma daquelas entrevistas-propaganda do próximo álbum da banda: “MTV Ao Vivo – Matanza“. Aguardem mais detalhes sobre isso em breve nas seções “O Que Estou Ouvindo” e “Vida Boêmia“.

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