Banda agita o Inferno em sábado friorento

Soneca.
16 de maio de 2009 foi uma das noites mais frias do ano na cidade de São Paulo, com os termômetros marcando 12°C. Mas se você estivesse dentro do Inferno, famosa casa de shows da Rua Augusta, diria que os esses termômetros estavam errados. Rapazes de camiseta (alguns até sem a mesma!), mocinhas com seus belos ombros de fora e cerveja gelada rolando adoidado. E qual o motivo de tamanha agitação em plena madrugada friorenta?
Mais uma apresentação da Baranga!
Era quase 1 da manhã quando a banda subiu ao palco e o público presente agitou com a banda durante toda a apresentação. Xande (guitarra e vocais), Deca (guitarra), Soneca (baixo) e Paulão (bateria) tocaram músicas de seus três álbuns: “Baranga” (2003), “Whiskey do Diabo” (2005) e “Meu Mal” (2007).

Paulão.
Como sempre, abriram o show com “Filho Bastardo” e encerraram com “Meu Mal”, mas pudemos ouvir também “Tudo que eu Tenho na Vida”, “Garçom”, “El Fuego Del Infierno”, “Garota Rocker” “Jóia Rara” e “Pirata”. O público não só cantou quase todas as músicas junto como fez questão de atender ao chamado de Xande para o tradicional “bate-cabeça”.
Depois a banda Claustrofobia subiu ao palco e não deixou por menos, mandando um tapa na orelha de todos com seu Black metal rápido e pesado.

Xande.
Rock´n Roll para todos os gostos, o som perfeito, mulher bonita de monte, bebida no ponto… Quem realmente ia lembrar do frio do lado de fora?

Deca.

Baranga.
A tradicional casa de shows paulistana Inferno Club recebe neste sábado (16/05) a banda Baranga. Com Xande na guitarra e vocais, Deca na guitarra, Soneca no baixo e Paulão na bateria, o premiado grupo vai agitar a noite da Rua Augusta com seu som sacana e pesado tirado de seus três álbuns: “Baranga” (2003), “Whiskey do Diabo” (2005) e “Meu Mal” (2007).
Com um público já cativo e fiel, espere para ouvir a galera cantando junto músicas como “Pirata do Tietê”, “Filho Bastardo”, “Tudo que eu Tenho na Vida” e outras porradas dessa banda que não abre mão do humor em suas letras.
Junto com a Baranga tocará também a banda Claustrofobia.
(texto também publicado no site O Analítico)
O que é: um espaço alternativo
Onde: Rua Antônio de Queiroz, 40 (travessa da Rua Augusta), São Paulo – SP
Quanto: nesse dia foi R$ 6,00 de entrada e consumação à parte.

Reverendo Junkie Dixie, eu e Iam.
Faz um tempo já que eu estava enrolando para ir nesse lugar. O Manson, um amigo de infância meu, vira e mexe toca lá com a sua banda, o já famoso Racha Cuca. Meu bom e velho amigo Mario já ensaiou ali com a sua banda, o Rei de Copas. E o André organiza no mesmo local faz uns seis meses a balada Cine Horror.
Mas o que realmente me motivou a ir até o Cine Horror 6 no dia 09 de janeiro de 2009 foi a ilustre presença do Reverendo Junkie Dixie, figura já lendária para os freqüentadores das maiores comunidades do Matanza no Orkut. Direto de Piracicaba, o vocalista e guitarrista da banda HillBilly Noise Pussy deu o ar da sua graça aqui na “capitar” junto com o resto da sua trupe para mostrar seu som grindnoise.
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Eita porra! Cadê todo mundo? Devem ter descido para ver o show ou pegar uma bebida. Eu falei que ia mijar e já voltava, custava esperar? Bem, vamos procurar a galera…
Descendo o primeiro lance de escadas, quase trombo com uma garota. Só depois daquele pedido de desculpas meio automático é que eu reparo nela. Loira, menor que eu, corpinho legal… e que olhos! E olhando diretamente nos meus. Fico meio sem jeito.
- Oi! – ela diz com uma voz meiguinha.
- Oi. – respondo, ainda sem graça.
- Quer limão?
O que? Limão? Só então reparo que ela segura em uma das mão um pedaço de limão. A garota pega o pedaço e enfia na boca.
- Vai querer o limão ou não? – insiste.
Peraí, ela quer que eu pegue o limão que ela está chupando? Ainde sem entender direito, respondo:
- Hã… Sim.
A loirinha me agarra, tasca um baita beijo e passa o limão pra minha boca. Sorri, fala um “valeu” e sobe as escadas, me deixando pasmo por alguns segundos. Resolvo voltar a procurar a galera, ainda tentando entender o que aconteceu…
Publicado em 23 de novembro de 2008 .
Fazia um bom tempo que eu não viajava decentemente. Havia visto alguns shows do Matanza pelo interior de São Paulo, mas foi tudo meio corrido. Saía do trabalho, encontrava o pessoal, íamos de carro para a cidade, fazíamos a reserva no hotel, víamos o show, dormíamos porcamente (quem já me viu em shows da banda sabe do que estou falando), acordávamos, comíamos qualquer coisa e voltávamos para Sampa City.
Sou obrigado a confessar que esse esquema não me agradou muito. Gosto de conhecer coisas novas: lugares, pessoas, situações. Show do Matanza tem todo mês por aqui, logo eu sempre voltava um tanto frustrado por ficar tão pouco tempo nas cidades que visitávamos. Assim foi em Americana e assim foi em Campinas.
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O que é: uma casa noturna para o público rocker.
Onde: Rua Aspicuelta, 459, Vila Madalena, São Paulo – SP
Quanto: R$ 20,00 consumíveis.
Antes de mais nada, gostaria de deixar algo claro: não gosto da Vila Madalena. É fora de mão para se ir de ônibus ou metrô. Se você for de carro, é um porre achar um lugar para parar na rua e a maioria dos estacionamentos fecha cedo. Existem lugares bons lá? Vários, mas não sei se o custo/benefício compensa. Pelo visto muita gente acha.
O Matrix tem uma característica muito peculiar: ele é especialmente construído e decorado para parecer um lugar podre e sujo. Qualquer um que já tenha ido em lugares realmente podres e sujos saca isso na hora. É que nem aquela barba feita pra parecer mal-feita ou cabelo penteado para parecer despenteado. A impressão que eu tive é de que o público-alvo são “pessoas da Vila Madalena que querem ir num lugar podre”. A balada dá a “podridão” que a galera aceita e todo mundo fica feliz.
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Show da banda Velhas Virgens lota notória
casa noturna de São Paulo
Sábado, 1° de março. Rua Augusta. Velhas Virgens. Uma casa noturna chamada Inferno. Melhor combinação seria impossível. Admito que a princípio eu não iria nesse show. Estava com alguns free-lancers para fazer e resolvi tirar o sábado para adiantar tudo. Mas foi em vão. Praticamente todo mundo que eu conheço ia nesse show, inclusive pessoas que eu nunca desconfiei que estariam por lá. Se eu não fosse, me sentiria como aquele garoto de castigo na janela da sala olhando sua turma jogar bola na rua. E lá fui eu descer a Rua Augusta a menos de 120 por ora, ainda me recuperando da ressaca do dia anterior.
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O que é: uma casa noturna para o público rocker.
Onde: Rua Augusta, 486, São Paulo – SP.
Quanto: em dias “normais”, homem paga R$ 10,00 de entrada ou R$ 20,00 de consumação e a mulherada é na faixa. Quando tem show de alguma banda mais renomada, preço único na faixa de R$ 15,00.
Costumava ir ao Outs somente para ver os shows do Matanza e admito que tinha uma certa ojeriza pelo lugar. Sim, eu sei que essa balada foi uma das poucas que abriu suas portas para a banda quando ela ainda estava começando sua carreira. Só que na primeira vez que fui lá a comunidade oficial da banda no Orkut tinha cerca de 3.000 membros. Hoje ela passa do 27.000 e a casa não suporta mais o público. Lota, fica muito quente e as filas para beber, ir ao banheiro ou para pagar a comanda e ir embora são insuportáveis. Mas mesmo assim continuo indo ver os caras tocar lá.
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O que é: um bar/lanchonete.
Onde: na esquina da Rua Augusta (altura do 1230) com a Fernando de Albuquerque, São Paulo – SP.
Quanto: só a consumação.
O Ibotirama 2004 é o típico lugar que durante o dia serve almoço para os trabalhadores locais e durante a noite serve de aquecimento para a galera que vai sair de balada ali por perto. Ele fica localizando exatamente na fronteira entre o que se chama de “Augusta Alta” (lojas e opções culturais) e “Augusta Baixa” (baladas e puteiros diversos). O bar em si não tem nada de mais. Local e ambiente limpos, bom atendimento, preços na média (R$ 4,00 a cerveja, R$ 0,80 o cafezinho, R$ 2,20 os salgados). O som do local transita entre rádios pop/rock e clipes do TVZ, do Multishow, mas com o tanto de gente conversando lá, você mal ouve o som. O que torna o lugar realmente peculiar é o seu público.
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Publicado em 13 de fevereiro de 2008 .