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Diário de um Mago – Ainda 21 de maio

Droga, fiquei com vontade de escrever mais e perdi o sono…

Nem tenho muitas coisas para relatar desde fechei este tomo pela última vez, mas vou anotar aqui meu atual equipamento só para ver se sossego e consigo dormir um pouco, pois a jornada daqui a até Carlin não é curta e posso encontrar goblins e amazonas no caminho.

Pois bem, atualmente eu uso um Elmo de Ferro, uma Armadura Nobre, um Escudo do Observador, um Cajado de Sopro de Dragão, Proteção de Placas nas pernas e botas comuns. Também possuo em Colar de Bronze.

Assim que for possível visitar Thais (estou com saudades de lá), relaciono aqui todos os livros que possuo, o que descobri até agora sobre Ferumbras e transcreverei um antigo livro meu: “O Tratado de Ética Tibiana”.

Vamos ver se finalmente durmo.

(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia)

Quando Surgem as Dúvidas – Parte 13

John Constantine, Doutor Oculto, Vingador Fantasma e Timothy Hunter se materializam em uma rua sem saída. Tim fala:

- Uau! Acho que nunca vou me acostumar com isso!

- Pode ter certeza de que vai, guri. – responde Constantine.

- Escuta, – pergunta Tim – Como vamos nos virar por aqui sem falar brasileiro?

Quem responde é o Doutor Oculto:

- O nome correto da língua é português, Timothy. E, para entendê-la, basta um simples feitiço.

O garoto se espanta:

- Nossa estou falando e entendendo português!

- Certo, mas não dá muita bandeira que não quero parecer turista. – diz Constantine, enquanto acende um cigarro – Vamos para o centro.

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Diário de um Mago – 21 de Maio

(Eu, Axel Wolferic, feiticeiro do mundo de Pacera, nascido em Rookgard, cidadão de Thaís e atualmente residindo em Carlin, resolvi a partir de hoje registrar minhas aventuras pelo continente de Tibia.)

Acordei de uma noite de sono não muito tranqüila nas cavernas de Folda, uma das Ilhas de Gelo. Não se pode dormir tranqüilamente sabendo que a qualquer momento um verme da carniça pode vir atacá-lo. Mas mesmo assim pude desfrutar de um breve descanso.Resolvi caçar alguns orcs em busca de ouro. Decidi juntar as dez mil peças necessárias para que eu receba pelo uma das cinco bênçãos que os sábios de Pacera oferecem. Dizem que elas nos ajudam na hora em que morremos e como venho percebendo que minha busca pelos restos de Ferumbras se torna mais perigosa a cada dia que passa, toda ajuda se torna válida.

Após uma bem sucedida caçada, voltei para Carlin a fim de comprar alguns mantimentos e me inteirar de possíveis novidades, mas não achei nada de meu interesse. Foi então que conversando com alguns contatos na cidade, percebi que já me encontrava em condições de partir em direção à Kazordoon, a cidadela subterrânea dos anões. De todas as grandes cidades (e outras nem tão grandes assim) do continente de Tibia, essa é a única que não visitei ainda. Como fui bem recebido até na cidade dos elfos, imaginei que não teria grandes problemas com os anões. Sim, eu sei que eles guardam ferozmente a Ponte dos Anões, mas pensava que em sua cidade as coisas poderiam ser diferentes.

Ledo engano de minha parte. Para começar, a cidade não possui uma entrada sinalizada ou fácil de ser encontrada. O mapa que possuo indica onde ela fica, uma cadeia de montanhas e cavernas. Imaginei que não pudesse ser uma busca fácil e deixei meu dinheiro e itens caros no depósito de Carlin, assim caso eu viesse a perecer, minhas perdas seriam mínimas.

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 12

Voltando a São Paulo, Mathew, o corvo, está sobrevoando o centro quando encontra algo:- Não acredito!

Ele começa a grasnar alto e Caim e Abel percebem.

- O-o que e-ele quer? – pergunta Abel.

- Seu gordo idiota! Não vê que ele está nos chamando! Vamos logo!

Chegando ao encontro do corvo, Caim indaga:

- O que foi? Descobriu algo útil?

Irritado com a delicadeza da pergunta, Mathew responde:

- Parece que sim. Me sigam.

O corvo sai voando e os dois vão em disparada atrás. Depois de dois metros correndo, Abel já está cansado e todo suado:

- P-precisamos correr?

- Cale a boca e CORRA! – responde seu irmão.

Ao dobrarem a esquina, Caim esbarra em algo e cai. Mais irritado ainda, ele resmunga:

- Mas que diabos!

Só então ele percebe que trombou em Delírio. Ao ver os três, ela diz, alegre:

- oI! eU cOnHeÇo VoCêS! sÃo Do ReInO dO mEu IrmÃo, nÃo SãO?

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 11

Na porta de uma delegacia próxima, uma limusine pára e desce dela uma pessoa linda, vestindo terno azul-marinho. É Desejo. Chegando à recepção, diz para o policial:

- Gostaria de falar com o delegado.

O guarda indaga:

- E sobre o que seria?

Ele(a) dá uma tragada em seu cigarro e diz, sorrindo, enquanto solta fumaça:

- Só quero falar com o delegado. Faria isso por mim?

- Hã… claro. Por favor, siga-me.

Os dois se dirigem ao gabinete dele. O guarda diz:

- Um minuto, por favor.

Na mesa, o delegado, um velho gordo de barba malfeita, fala ao telefone. Ao ver o guarda, pergunta:

- O que é, caralho?

- Tem alguém querendo conversar com o senhor e…

- O quê? Conversar? Vai a merda! Não tá vendo que tô ocupado!

- Bem, parece que é importante.

- Quem é que quer falar comigo?

- Aquela ali, ó.

Ao ver Desejo, o delegado fica deslumbrado e berra:

- Seu bosta! Por que já não mandou ela aqui direto?

Sem jeito, o guarda responde:

- Eu tentei, mas…

- Mas é a puta que te pariu! Manda a madame aqui logo!

O coitado sai e pede para Desejo se sentar. O delegado abre um sorriso:

- Boa noite madame. Qual o problema?

- Estou procurando uma pessoa desaparecida…

- Desaparecida, hein? Há quanto tempo?

Desejo pára para pensar e diz:

- Um bom tempo…

- É parente?

- Sim, é minha irmã.

O delegado enche o peito e diz, pomposo:

- Madame, é só me dar uma foto dela que a encontraremos. E, se necessário, mobilizo a frota toda para isso!

O(a) Perpétuo abre um sorriso de satisfação:

- Tenho certeza disso.

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 10

No palácio do Sonhar, Caim e Abel estão tendo mais uma audiência com seu mestre, mas desta vez estão junto com Mathew, um corvo e fiel ajudante de Sonho. O Perpétuo fala:

- Essa é a situação. Compreenderam?

Caim responde:

- Correto milorde. Mas, se me permite, por que o senhor mesmo não vai realizar a busca?

- Tenho inúmeros afazeres enquanto Perpétuo dos sonhos e não posso abandoná-los. Agora partirão para o mundo desperto para procurar minha irmã. Mathew será o contato de vocês comigo. Desejo-lhes sorte.

Abre-se um portal e o três adentram-no.

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 9

Nova Iorque. Sede da Sociedade da Terceira Visão. Seus três líderes encontram-se reunidos. Um dos três fala:

- É chegado o momento que todos esperávamos. Mais um dos Sem-fim despertou e ele será muito útil sobre nosso controle.

Um segundo, uma mulher, diz:

- Não devemos cometer o mesmo erro que magos ingleses cometeram anos atrás. Eles tiveram o Rei Sonho em suas mãos e o perderam.

O terceiro deles se manifesta:

- Devemos aproveitar agora, enquanto ele está fraco. Depois será tarde demais. Um de nossos médiuns descobriu onde aproximadamente o Sem-fim está.

- E onde é esse lugar? – pergunta a mulher.

- Brasil. Mais especificamente, a cidade de São Paulo. Nosso agente para capturá-lo já foi escolhido?

- Já – responde o outro homem – Apesar de não ser da ordem, é de confiança. E o melhor: muitíssimo poderoso. Apresento-lhes, Santyago Paternon.

Adentra na sala um sujeito que, confiante, diz:

- Brasil, hein? Pena que não posso tomar Sol…

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 8

Em seu reino cinzento, enevoado e repleto de espelhos, Desespero está sentada com seus ratos, sem saber o que fazer. Ela sentiu a pequena emanação de poder de sua nova irmã. Mas alguém interrompe sua reflexão:

- Olá, irmã-gêmea.

Vendo Desejo, Desespero indaga:

- O que faz aqui, irmã?

- Você sentiu isso, não?

- Sim.

Desejo abre seu habitual sorriso:

- Então sabe que o poder de nosso irmão está despertando e ele não está sabendo controlá-lo.

- E o que eu posso fazer?

Desejo põe a mão sobre o ombro de sua irmã:

- Você não. Nós.

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 7

Em Londres, Timothy Hunter está no seu quarto lendo um livro. De repente, nota um estranho brilho vindo da gaveta da cômoda. Assustado, corre e a abre. Não acreditando no que vê, o menino ajeita seus óculos redondos com uma mão e passa a outra em seus cabelos negros divididos ao meio enquanto exclama:

- O ovo dos mundos! Ele quebrou!

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Quando Surgem as Dúvidas – Parte 6

- Ora, ora! Nosso novo irmãozinho é na verdade uma irmãzinha! – diz Morte, olhando a nova estátua no jardim do mais velho dos Perpétuos. – Poderia ter nos contado, Destino.

- Peço que perdoe esse lapso.

Desespero pergunta:

- O que faremos agora?

Quem responde é Sonho:

- Devemos ir ao mundo desperto encontrá-la. E antes de Desejo.

Delírio começa a pular de alegria:

- eBa! VaMoS pAsSeAr ToDoS jUnToS! qUe LeGaL!

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