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	<title>O Protagonista 2.0 &#187; Panini</title>
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		<title>Batman – Cacofonia</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 02:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que Estou Lendo]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Coringa]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Smith]]></category>
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		<description><![CDATA[Autor: Kevin Smith (roteiro) e Walt Flanagan (desenhos)
O que é: História em Quadrinhos / Edição Especial
Editora: Panini Comics
Ano: 2009
Onde Encontrar: em sebos ou comic shops
Cinema é Arte? Pode ser Arte quando o resolve ser, mas na maior parte do tempo não passa de diversão descompromissada. Da mesma maneira eu vejo a música. Em ambos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><img class="alignright size-full wp-image-741" title="Batman Cacofonia" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2010/05/Batman-Cacofonia.jpg" alt="Batman Cacofonia" width="226" height="323" />Autor:</strong> <a title="Smith no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kevin_Smith" target="_blank">Kevin Smith </a>(roteiro) e <a title="Mais sobre Walt Flanagan." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Walt_Flanagan" target="_blank">Walt Flanagan </a>(desenhos)<br />
<strong>O que é:</strong> História em Quadrinhos / Edição Especial<br />
<strong>Editora:</strong> <a title="Site oficial da editora." href="http://www.paninicomics.com.br/" target="_blank">Panini Comics<br />
</a><strong>Ano:</strong> 2009<br />
<strong>Onde Encontrar:</strong> em sebos ou comic shops</em></p>
<p>Cinema é Arte? Pode ser Arte quando o resolve ser, mas na maior parte do tempo não passa de diversão descompromissada. Da mesma maneira eu vejo a música. Em ambos os casos o problema é que elas são vistas como Arte e os críticos esquecem que nem sempre o público quer ver algo profundo e marcante que vai mudar suas vidas. Muitas vezes o que queremos é pura e simplesmente passar alguns momentos de diversão alienada. E não há nenhum mal nisso. Só é problema quando alguém que faz trabalhos para diversão acaba confundindo sua produção com algo além do que ela é (alguém citou <a title="Mais sobre o filme." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar_(filme)" target="_blank">Avatar</a> ou a maioria dos acústicos da <a title="Site oficial da emissora." href="http://mtv.uol.com.br/" target="_blank">MTV</a>?). Longe de mim querer definir o que é arte e o que não é, mas acredito que vocês pegaram a linha do meu raciocínio.</p>
<p>Já nas Histórias em Quadrinhos (HQs) o cenário é bem diferente. HQs são vistas em sua grande maioria como diversão e seus artistas lutam para mostrar que podem ir além da sua proposta inicial. Obras como <a title="Ótimo fan site sobre a obra." href="http://www.sonhar.net/" target="_blank">Sandman</a>, <a title="Mais sobre a obra." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Watchmen" target="_blank">Watchmen</a>, <a title="Mais sobre a obra." href="http://www.universohq.com/quadrinhos/gen.cfm" target="_blank">Gen Pés Descalços</a>, <a title="Mais sobre a obra." href="http://outroladodoscomics.blogspot.com/2009/07/asterios-polyp-david-mazzucchelli_29.html" target="_blank">Asterios Polyp </a>ou <a title="Mais sobre a obra." href="http://tarjapreta.org/2010/04/20/jimmy-corrigan-o-menino-mais-esperto-do-mundo/" target="_blank">Jimmy Corrigan </a>nos surpreenderam em termos de temática, roteiro e desenho. HQs já tem um espaço de destaque em grandes livrarias. Mas ainda assim quando pensamos em “gibi” nos vem à mente garotos lendo alguma história sobre alguém vestindo cueca por cima da calça e socando bandidos. Daí parece haver entre os críticos de quadrinhos uma obrigação de que as histórias feitas atualmente não devam ser nada mais nada menos do que verdadeiras obras de arte e se esquecem de quem gosta somente de passar alguns minutos se divertindo. “Batman – Cacofonia” é um bom exemplo de uma história despretensiosa e divertida que foi tachada de ruim para baixo pelos críticos.</p>
<p><span id="more-739"></span></p>
<div id="attachment_744" class="wp-caption alignleft" style="width: 196px"><img class="size-thumbnail wp-image-744" title="kevin_smith_01" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2010/05/kevin_smith_01-280x354.jpg" alt="kevin_smith_01" width="186" height="228" /><p class="wp-caption-text">Kevin Smith</p></div>
<p>O roteiro da história é de autoria de Kevin Smith. Ele se consagrou como roteirista e diretor, mas ainda é considerado um diretor “underground” e seus trabalhos estão longe de ser considerados Arte. Ele tem um público cativo entre os nerds, mas poucos o conhecem fora desse nicho. O forte de suas obras são os diálogos diretos e com várias referências à cultura pop. Tudo isso gera uma identificação espontânea entre as personagens em suas obras e seu público alvo.</p>
<p>O editor-chefe da <a title="Mais sobre esse simples rapaz..." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joe_Quesada" target="_blank">Marvel Comics Joe Quesada </a>percebeu essa identificação e convidou Smith para roteirizar as histórias do <a title="Mais sobre o herói." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demolidor" target="_blank">Demolidor</a>. O arco ficou conhecido como “<a title="Mais sobre a obra." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demolidor:Diabo_da_Guarda" target="_blank">Diabo da Guarda</a>” e foi sucesso de crítica e público. Smith era um fan-boy que estava realizando o sonho de muitos iguais a ele. E tudo de sua que era apreciado de sua obra no cinema – bons diálogos, referências pops, personagens humanizados &#8211; estava presente nos seus roteiros, devidamente transportadas para o universo dos heróis de HQs.</p>
<p>Depois dessa empreitada na Marvel, Smith foi brincar com os heróis da <a title="Site oficial da editora." href="http://www.dccomics.com/" target="_blank">DC Comics </a>e foi responsável pela ressurreição do <a title="Mais sobre o herói." href="http://oprotagonista.com/2008/10/23/um-cacador-entre-cacadores/" target="_self">Arqueiro Verde </a>numa série com desenhos de <a title="Mais sobre o desenhista." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phil_Hester_(comics)" target="_blank">Phil Hester </a>e que também sucesso de crítica e público. Smith não só trouxe o Arqueiro de volta como o colocou no primeiro escalão da editora, algo que não ocorria havia um tempo já. Smith então deu um tempo nas HQs para se dedicar a seus projetos e voltou um bom tempo depois com a minissérie “Batman – Cacofonia”.</p>
<div id="attachment_748" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img class="size-thumbnail wp-image-748" title="cacofonia2" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2010/05/cacofonia2-280x429.jpg" alt="Onomatopéia." width="280" height="429" /><p class="wp-caption-text">Onomatopéia.</p></div>
<p>Cacofonia é uma minissérie em 3 edições que traz de volta o vilão Onomatopéia, que apareceu pela primeira vez no arco de histórias “O Som da Violência” na passagem de Smith pelo Arqueiro Verde. Onomatopéia é um assassino serial cujo modus-operandi é matar vigilantes urbanos sem super poderes com um tiro na testa. Depois guarda as máscaras deles em um santuário secreto em sua casa como se fossem troféus. Outra característica marcante dele é só se comunicar através de onomatopéias. Após uma tentativa frustrada de matar o Arqueiro Verde ele havia sumido, mas surge em <a title="Mais sobre a cidade." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gotham_City" target="_blank">Ghotam City </a>e dessa vez seu alvo é o <a title="Mais sobre o herói." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman" target="_blank">Batman</a>.</p>
<p>Para poder capturar Batman, Onomatopéia ajuda o <a title="Mais sobre o vilão." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coringa_(DC_Comics)" target="_blank">Coringa</a> a escapar do <a title="Mais sobre o Asilo." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asilo_Arkham" target="_blank">Asilo Arkham Para Criminosos Insanos</a>. A idéia é usar o Coringa como isca, já que o Cavaleiro das Trevas vai fazer de tudo para colocar o Príncipe Palhaço do Crime atrás das grades. Mas o Coringa percebe que está sendo usado e Batman também percebe a artimanha do seu novo adversário e logo temos um complexo jogo onde todos os envolvidos usam todos. Paralelo a tudo isso ainda temos uma guerra de gangues entre o Coringa e <a title="Mais sobre o vilão." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maxie_Zeus" target="_blank">Maxie Zeus</a>.</p>
<p>Todos os elementos de uma boa história do Batman estão presentes: vilões pitorescos, boas cenas de luta, investigação e reviravoltas. E todos os elementos de uma boa história do Kevin Smith também estão lá. Então porque essa história é tão criticada?</p>
<p>Uma das maiores reclamações está na caracterização do Coringa. Alegam que ele foi mal-aproveitado, que foi tratado como um vilão de segunda ao invés do maior antagonista do Batman. Smith optou por uma abordagem mais burlesca do vilão, mais próxima da maneira que ele era retratado na <a title="Entenda o que foi isso." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_de_Prata_da_banda_desenhada" target="_blank">Era de Prata</a>. Era um Coringa mais palhaço, com humor ácido, trocadilhos infames e piadas sempre perigosas. Parece que depois do mais recente filme do Batman o Coringa tem a obrigação de ser retratado como somente como um sociopata insano e eu discordo. E aos que alegam que ele foi rebaixado, recomendo ler a história com mais atenção, em especial ao diálogo entre o Coringa e o Batman no capítulo final. É um daqueles momentos em que lembramos o tanto em que os dois se odeiam.</p>
<p>Outra crítica é ao desenhista da história. Walt Flanagan é um desenhista mediano que se não se destaca, também não faz feio. Consegue desenhar as cenas de ação e mostra bem as expressões que os diálogos de Smith. E considerando que é uma obra em que o forte é o roteiro, o desenho dá um suporte mais do que suficiente à história.</p>
<p>É nítido o quanto Smith se divertiu escrevendo essa minissérie e é isso que devemos fazer ao ler a obra. Não espere grandes reviravoltas, não espere uma saga que vai “mudar tudo para sempre”, não espere grandes reflexões sobre o combate o crime ou à loucura. Você nem precisa ter lidos anos da cronologia do Homem-Morcego pra entender a obra, é “pronta pra consumo”. E consumo imediato. É uma ótima cerveja, não um whisky. Leia, se divirta e depois empreste, guarde, doe e vá viver sua vida. Ou vá ler <a title="Mais sobre a obra." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Promethea" target="_blank">Promethea</a> e aí sim sinta seu mundo virar de ponta-cabeça!</p>
<p>PS1: Essa resenha é em homenagem ao <a title="O blog dele e nerdices de monte!" href="http://antigravidade.wordpress.com/" target="_blank">Maurício Muniz </a>e ao <a title="Quadrinhos falando de quadrinhos." href="http://hqemhq.com/" target="_blank">Audaci Jr</a>, que falaram tão mal da história no Twitter que me obrigaram a vir aqui defendê-la.</p>
<p>PS2: Engraçado que o Kevin Smith é um dos meus roteiristas/diretores favoritos e ele escreveu histórias do Demolidor, Arqueiro Verde e Batman, alguns dos meus heróis favoritos.</p>
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		<title>Spider Jerusalem no Brasil?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:27:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imaginem se o jornalista Hunter Thompson fosse arremessado centenas de anos no futuro. Um futuro onda a moda não tem limites. Você pode ter cara de cachorro, ser meio ET, virar uma nuvem de nano robôs, ter a cara do Brad Pitt e o corpo da Angelina Jolie. Um futuro onde ninguém sabe o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_706" class="wp-caption alignright" style="width: 192px"><img class="size-thumbnail wp-image-706" title="hunter-thompson" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2010/02/hunter-thompson-280x387.jpg" alt="Hunter Thompson" width="182" height="258" /><p class="wp-caption-text">Hunter Thompson</p></div>
<p>Imaginem se o jornalista <a title="Mais sobre Hunter Thompson." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hunter_S._Thompson" target="_blank">Hunter Thompson </a>fosse arremessado centenas de anos no futuro. Um futuro onda a moda não tem limites. Você pode ter cara de cachorro, ser meio ET, virar uma nuvem de nano robôs, ter a cara do <a title="Mais sobre Brad Pitt." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brad_Pitt" target="_blank">Brad Pitt </a>e o corpo da <a title="Mais sobre Angelina Jolie." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angelina_Jolie" target="_blank">Angelina Jolie</a>. Um futuro onde ninguém sabe o que é viver fora das cidades porque o ar fora dela é tão menos poluído que você passaria mal. Um futuro onde ninguém sabe qual é o ano ou se importa com isso. Um futuro onde você pode ter um gato de duas cabeças fumante!</p>
<p>Pois este é o mundo em que vive Spider Jerusalem, um jornalista que tem sua aposentadoria interrompida e se vê obrigado a voltar para a Cidade para ter que escrever e pagar as dívidas que deixou para trás. Ele conhece bem a Cidade, suas pessoas e seus vícios e por isso mesmo a odeia profundamente, coisa que faz questão de deixar mais do que claro em suas colunas diretas e mal-educadas.</p>
<p><span id="more-703"></span></p>
<div id="attachment_708" class="wp-caption alignleft" style="width: 174px"><img class="size-thumbnail wp-image-708" title="transmetropolitan" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2010/02/transmetropolitan-280x434.jpg" alt="Um dos encadernados da série." width="164" height="266" /><p class="wp-caption-text">Um dos encadernados da série.</p></div>
<p>As desventuras desta peculiar personagem são descritas na revista Transmetropolitan, com roteiros de <a title="Site oficial do escritor." href="http://www.warrenellis.com/" target="_blank">Warren Ellis </a>e desenhos de <a title="Site oficial do desenhista." href="http://www.darickrobertson.com/" target="_blank">Darick Robertson</a>, ambos afiadíssimos no que fazem. Publicada nos EUA pela <a title="Site oficial da editora." href="http://www.dccomics.com/" target="_blank">DC Comics</a>, originalmente fazia parte de um selo de ficção científica chamado<a title="Mais sobre o selo (em inglês)." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Helix_(comics)" target="_blank"> Helix</a>, mas a empreitada não deu muito certo. Porém Transmetropolitan foi um sucesso e a revista continuou, migrando para o selo de quadrinhos adultos <a title="Site oficial do selo." href="http://www.dccomics.com/vertigo/" target="_blank">Vertigo</a>.</p>
<p>No Brasil a revista teve suas três primeiras edições publicadas como minissérie e depois virou uma revista mensal pela Brainstore em 2002, onde foi publicada até a edição 19 da numeração original. Mas a editora fechou e com isso a série foi parar no Limbo.</p>
<p>Em 2007 com a DC/ Vertigo tendo fechado contrato com a Pixel Media, os fãs da série viram reacender a esperança de vê-la publicada novamente, mas em 2009 a “Maldição do Preacher” mais uma vez vingou e a Pixel não renovou seu contrato com a editora norte-americana.</p>
<p>Quando tudo parecia não ter mais volta para a Vertigo no Brasil, eis que a <a title="Site oficial da editora." href="http://www.paninicomics.com.br/" target="_blank">Panini</a> assume as rédeas do selo e faz um excelente trabalho, tanto com sua série mensal quanto com os encadernados, mas nenhuma notícia da volta de Transmet, como a série é chamada pelos seus fãs.</p>
<p>Só que através do micro-blog <a title="Site do microblog." href="http://twitter.com/" target="_blank">Twitter</a> <a title="Perfil de Audaci Jr. no Twitter." href="http://twitter.com/audacijr" target="_self">@audacijr </a>e <a title="Perfil do André Luis no Twitter." href="http://twitter.com/andresama" target="_blank">@andresama </a>resolveram mobilizar os fãs de série e criaram um movimento pela republicação da série no Brasil através de hashtag <a title="Link com todos os posts no Twitter com essa tag." href="http://twitter.com/search?q=%23PublicaTRANSMET#search?q=%23PublicaTRANSMET" target="_blank">#PublicaTRANSMET</a>. O que inicialmente parecia mais um chilique de fanboys acabou ganhando repercussão dentro do site, ganhando nomes de peso como do site Universo HQ e do jornalista Maurício Muniz e eis que Levi Trindade, um dos responsáveis pela DC Comics no Brasil, nos afirma através de seu Twitter: “Opa! E você acha que já não cogitamos isso? Hehehehehe&#8230; Aguarde!”!</p>
<p>O movimento também repercutiu fora da “twittosfera”, com<a title="Um dos blogs que aderiu a campanha." href="http://www.gatosecerebros.com/2010/02/campanha-publicatransmet.html" target="_blank"> blogs </a>fazendo propagandas da série ou resenhas sobre a obra. E é óbvio que esse texto faz parte dessa campanha. Havia algum tempo já que eu queria escrever sobre esta série e agora parece o momento ideal.</p>
<p>Para quem está acostumado com super-heróis, narrativas líricas como as de <a title="Site oficial do escritor." href="http://www.google.com.br/url?q=http://www.neilgaiman.com/&amp;ei=ZmuGS9L7LYaHuAeOpInwCw&amp;sa=X&amp;oi=spellmeleon_result&amp;resnum=1&amp;ct=result&amp;ved=0CAYQhgIwAA&amp;usg=AFQjCNHsszpGXv2L9vZJB8QEY4UQbyBKWw" target="_blank">Neil Gaiman </a>ou densas como as de <a title="Mais sobre Alan Moore." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Moore" target="_blank">Alan Moore</a>, a primeira impressão sobre Transmet é que ela é escatologia pura, dada a enorme quantidade de palavrões e atitudes escrotas promovidas por Spider Jerusalém. E nesse ponto é oito ou oitenta. Você ama ou odeia o sujeito. Mas tanto parar de ler por causa disso quanto continuar lendo só por causa disso são erros enormes.</p>
<p>Temos um protagonista carismático que entrou para o Hall da Fama dos Carecas Fodões das HQs? Sim, temos, mas estenda seus olhos para além disso e verá um dos futuros mais plausíveis já imaginados para a humanidade. Após ler Transmet e conhecer alguém como o <a title="Blog do Rafa Gnomo." href="http://www.evolutionbody.blogspot.com" target="_blank">Rafa Gnomo</a>, você entende o quão Warren Ellis foi visionário. E ele usa esse futuro “hipotético e exagerado” para tecer criticas ferrenhas à cultura, política, religião e muito mais.</p>
<p style="text-align: left;">Transmetropolitan tem um bom roteiro, bons desenhos, personagens carismáticas e tramas bem amarradas. O que falta para os bastardosa publicarem por aqui? Saberem que existem pessoas interessadas em comprar a revista. Portanto, #PublicaTRANSMET, seus chupadores de bosta de cachorro!</p>
<p><img class="size-medium wp-image-710   aligncenter" title="spider" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2010/02/spider-480x244.jpg" alt="spider" width="480" height="244" /></p>
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		<title>Turma da Mônica Jovem</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 05:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Turma da Mônica Jovem]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Diversos
O que é: Um mangá nacional
Editora: Planet Mangá / Panini Comics
Ano: 2008
Onde Encontrar: bancas e comic shops
Todo mundo foi pego de surpresa (eu incluso). A Turma da Mônica CRESCEU? Teriam uma nova revista onde as histórias seriam SERIADAS?? E SERIA EM ESTILO MANGÁ??? O que estava acontecendo?
Algumas pistas dessas mudanças foram dadas sem percebermos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_370" class="wp-caption alignright" style="width: 205px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/monica-jovem-zero.bmp"><img class="size-medium wp-image-370" title="monica-jovem-zero" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/monica-jovem-zero.bmp" alt="Turma da Mônica Jovem Edição Zero" width="195" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Turma da Mônica Jovem edição zero</p></div>
<p><strong>Autor:</strong> <em>Diversos<br />
</em><strong>O que é:</strong> <em>Um mangá nacional<br />
</em><strong>Editora:</strong> <em>Planet Mangá / Panini Comics<br />
</em><strong>Ano:</strong> <em>2008<br />
</em><strong>Onde Encontrar:</strong><em> bancas e comic shops</p>
<p></em>Todo mundo foi pego de surpresa (eu incluso). A Turma da Mônica CRESCEU? Teriam uma nova revista onde as histórias seriam SERIADAS?? E SERIA EM ESTILO <a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/monica-jovem-zero.bmp"></a>MANGÁ??? O que estava acontecendo?</p>
<p>Algumas pistas dessas mudanças foram dadas sem percebermos. O Estúdio Maurício de Souza lançou uma série chamada “Tina e Os Caçadores de Enigmas”, composta de histórias divididas em minisséries. Nela o elenco “mais velho” da turma teve seu visual reformulado, deixando todos um pouco mais sérios e realistas (dentro do estilo já consagrado do Maurício). Mas logo de cara se percebeu que não era meramente uma revista infantil. A edição tinha formato americano e capa em papel especial. O traço mais sério havia deixado as mocinhas mais curvilíneas. Tina começa a cursar jornalismo. A trama girava em tornos de mistérios no melhor estilo Indiana Jones/ Lara Croft. E tudo recheado com mil referências à cultura pop. Não foi um sucesso estrondoso de crítica e público, mas agradou e já temos duas minisséries, uma edição especial e a primeira edição da nova história já está nas bancas.</p>
<div id="attachment_372" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/tina_cacadores_gr.jpg"><img class="size-medium wp-image-372" title="Tina e os Caçadores de Enigmas - edição " src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/tina_cacadores_gr-480x733.jpg" alt="Tina e os Caçadores de Enigmas # 01" width="193" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Tina e os Caçadores de Enigmas # 01</p></div>
<p><span id="more-334"></span></p>
<p>Então começaram as notícias sobre essa nova revista da Turma da Mônica. Eles agora seriam adolescentes. O título foi escolhido em um fórum por leitores e seria “Turma da Mônica Jovem”. A princípio me soou meio estranho, mas o público escolheu, então tá. Mas o verdadeiro choque foram as primeiras imagens: Mônica ainda dentucinha, mas um tanto quando quanto&#8230; quanto&#8230; gostosinha (meu amigo Rafael Bellan usou o termo “gordelícia”). Cebolinha ainda com seu velho penteado, mas com muito mais cabelo. Cascão com um visual todo radical e esportista. E Magali magérrima. Além disso o traço era visivelmente inspirado em mangá.</p>
<p>(Eu nunca fui muito fã de mangá. Coleciono alguns e reconheço os bons artistas da área, mas o gênero como um todo não é bem minha praia. Talvez isso seja culpa mais dos fãs de mangá que conheço do que do gênero em si, mas deixemos isso para outra ocasião&#8230;)</p>
<p>Somando tudo isso, minha conclusão foi: a proposta era ousada e quebrava um tabu que eu jamais esperava ver, mas não achei que iria dar certo. E dessa vez eu estava totalmente enganado.</p>
<p>Como estratégia de marketing, lançaram uma edição número zero. E vimos que a mudança não estava só no visual. Mônica continuava brigona e mandona, mas deixou seu bom e velho coelhinho de lado e estava muito vaidosa. Cebolinha (agora Cebola) freqüentou um fonoaudiólogo e agora só troca as letras quando fica nervoso. Não quer mais ser o dono da “lua”, mas agora sim conquistar o mundo com planos para melhorar o planeta. Cascão agora toma banho de vez em quando e é o esportista da turma. E a Magali continua gulosa, mas toma cuidado para não exagerar e engordar. Realmente parecia uma progressão natural da molecada da turma e o traço ainda conservava em muito o estilo do Maurício, apesar da estética mais oriental.</p>
<p>Eis então que saiu o número 1 e foi um sucesso de vendas. Não me apóio somente nos números oficiais (a tiragem inicial era de 50 mil exemplares, mas acabou sendo de mais de 200 mil e uma nova reimpressão sai essa semana). Eu falo de episódios que eu vi. Trabalhei na Bienal do Livro esse ano no Centro de Convenções do Anhembi e o que eu mais vi nas mãos das pessoas era essa maldita revista. Diversos conhecidos que liam HQ vinham comentar o quanto gostaram da revista. E eu ficava me perguntando até aonde o material era tão bom assim e até aonde era uma mistura de curiosidade e modinha.</p>
<p>Então a Aline me emprestou os dois primeiros números. Acabei de ler o terceiro. E posso dizer do alto da minha arrogância que o material é muito bom! Sim, a revista é mangá até dizer chega: temos uma vilã ancestral que desperta e para detê-la nossos heróis têm que passar por uma série de desafios em mundos mágicos diversos para impedir que a vilã domine o mundo. Temos situações cômicas seguidas de caretas e o tradicional “super deformed”. Temos bichinhos fofos. Mas tudo o que os fãs da Turma gostam está lá: piadas metalingüísticas, Cebolinha e Mônica brigando a torto e direito, Cascão entregando tudo, Magali dando uma de tonta e referências a outras mídias.</p>
<p>Porém, o principal mérito da revista é conseguir agradar a molecada e ao público mais velho. Para as crianças temos o visual em si, lutas, raios, monstros e situações bestas. E para o público mais velho temos a graça de ver como cada membro da Turma cresceu, o que foi inspirado aonde (seja histórias antigas ou outros lugares) e as sutis piadas adultas. É que nem ver qualquer filme do “Shrek”: crianças e adultos gostam por motivos diferentes, mas todo mundo se diverte (aliás, uma piada na primeira edição dando a entender que o Cascão começou a tomar banho porque descobriu os prazeres da masturbação deixou todo mundo boquiaberto!).</p>
<p>É perfeita? Não. Como eu disse, está profundamente inspirada no estilo mangá e isso pode afastar os mais puritanos. Algumas caracterizações mais modernas de algumas personagens podem causar certo estranhamento. Mas tem mais acertos do que erros. E só ver como essa turma ficou quando cresceu já é um evento histórico por isso só.</p>
<p>Ou você não percebeu que esta foi a maior resenha sobre uma obra que esse não-tão-humilde jornalista já escreveu para este site?</p>
<div id="attachment_375" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/monica-jovem.jpg"><img class="size-medium wp-image-375" title="monica-jovem" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/12/monica-jovem-480x284.jpg" alt="Turma da Mônica Jovem" width="480" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Turma da Mônica Jovem</p></div>
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		<title>Um Caçador Entre Caçadores</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 16:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 

O Arqueiro Verde se destaca por ser um herói diferente dos demais. Primeiro, porque é um dos poucos no ramo que claramente assume uma posição política e, mais que isso, um posicionamento de esquerda. Tanto o fez que hoje Oliver Queen é o prefeito de Star City. Já a segunda característica mais marcante é o modo [...]]]></description>
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<div class="mceTemp">
<div id="attachment_315" class="wp-caption alignright" style="width: 176px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/green_arrow.jpg"><img class="size-medium wp-image-315" title="green_arrow" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/green_arrow.jpg" alt="Arqueiro Verde por Alex Ross." width="166" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Arqueiro Verde por Alex Ross.</p></div>
<p>O Arqueiro Verde se destaca por ser um herói diferente dos demais. Primeiro, porque é um dos poucos no ramo que claramente assume uma posição política e, mais que isso, um posicionamento de esquerda. Tanto o fez que hoje Oliver Queen é o prefeito de Star City. Já a segunda característica mais marcante é o modo realista como ele enxerga o mundo. Isso se reflete em seu jeito &#8220;pé-no-chão&#8221; de agir, tomando decisões e fazendo coisas que nem todos heróis têm coragem ou gostariam de fazer.</p></div>
<div class="mceTemp">Conheça a história que mudou para sempre a vida do Arqueiro Verde</div>
<p><strong>ORIGENS</strong></p>
<p>Quando foi criado por Mort Weisinger e Greg Papp para a revista More Fun Comics 73 (1941), o Arqueiro Verde não passava de uma versão “Robin Hood&#8221; do Batman. As semelhanças eram muitas para serem negadas. Ambos eram milionários, tinham ajudantes adolescentes e usavam engenhocas no combate ao crime. Logo o Arqueiro tornou-se conhecido pelas suas &#8220;flechas especiais&#8221; com funções diversas, como a flecha-extintor-de-incêndio, flecha-rede e a famosa flecha-luva de boxe, para lembrar as mais inusitadas.</p>
<div id="attachment_316" class="wp-caption alignleft" style="width: 185px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/175px-more_fun_comics_91.jpg"><img class="size-medium wp-image-316" title="175px-more_fun_comics_91" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/175px-more_fun_comics_91.jpg" alt="Revista More Fun Comics." width="175" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Revista More Fun Comics.</p></div>
<p>A vida heróica de Oliver Queen surgiu de um inesperado acidente. O milionário caiu de seu iate após alguns drinques e foi parar em uma ilha deserta na costa da Califórnia. Para poder sobreviver e não morrer de fome no local hostil, ele construiu um arco e flecha, passando assim a caçar animais selvagens para seu sustento. Após um bom tempo, alguns traficantes aportaram na ilha e foram rendidos por Oliver, que os obrigou a levá-lo para Star City, sua cidade natal. Ao serem presos, os traficantes relataram que haviam sido capturados por um “arqueiro verde”. Oliver se empolgou com a idéia e, num misto de busca por justiça e procura de fortes emoções, confeccionou sua roupa, suas flechas e assumiu a alcunha de Arqueiro Verde.</p>
<p>Por um bom tempo o personagem não teve grandes participações nos quadrinhos, até que nos anos 60 Ollie perdeu sua fortuna para um assessor corrupto. Isso fez com que ele revisse sua forma de atuar, adotando uma postura mais séria. As mudanças mais marcantes foram o abandono das flechas especiais e a motivação pela luta a favor dos mais pobres.</p>
<p><span id="more-271"></span></p>
<p><strong>SEM DESTINO</strong></p>
<p><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/junkie.jpg"></a></p>
<div id="attachment_317" class="wp-caption alignright" style="width: 217px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/junkie.jpg"><img class="size-medium wp-image-317" title="junkie" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/junkie.jpg" alt="Os heróis descobrem que Ricardito era um viciado." width="207" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">Os heróis descobrem que Ricardito era um viciado.</p></div>
<p>Em 1970, o roteirista Dennis O´Neil e o desenhista Neal Adams acentuaram ainda mais as transformações do personagem. Ele cultivou um cavanhaque (que usa até hoje) e saiu em uma viagem pelo país junto do amigo Hal Jordan, o Lanterna Verde. Em uma série de histórias de temática adulta destinadas a mostrar um lado mais realista da atuação dos super-heróis, as tramas se destacaram ao apresentar um Lanterna Verde defensor da Lei e um Arqueiro Verde disposto a fazer a coisa certa a qualquer preço.</p>
<div class="mceTemp">Na história mais marcante dessa fase, a dupla de heróis descobriu que o parceiro-mirim do Arqueiro Verde estava usando drogas e teve que lutar muito para se desintoxicar. Já nos anos 80 foi a vez do roteirista e desenhista Mike Grell continuar a trajetória de Oliver Queen. E ele levaria nosso herói a um autoquestionamento nunca antes visto.</div>
<p><strong>CAÇADORES</strong></p>
<p>Publicada em 1989 pela Editora Abril, a minissérie Os Caçadores trouxe mais uma vez diversas mudanças para o personagem. Ele se muda de Star City para Seattle, onde passa a morar junto com Dinah Lance, a Canário Negro. O herói também muda de uniforme, trocando seu chapéu com penas por um capuz e ficando com um visual mais ameaçador.</p>
<div id="attachment_314" class="wp-caption alignleft" style="width: 191px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/arqueiro__verde.jpg"><img class="size-medium wp-image-314" title="arqueiro__verde" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/arqueiro__verde.jpg" alt="Caçadores." width="181" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">Caçadores.</p></div>
<p>Em um aprofundamento da temática adulta da fase anterior, a trama gira em torno de um estripador que mata prostitutas em Seattle, assassinatos cometidos por um misterioso arqueiro e tráfico de drogas para menores de idade. Nada de supervilões, poderes cósmicos ou alienígenas. A passagem de Mike Grell pelo título foi marcada por realçar o caráter urbano e realista do personagem.</p>
<p>Conforme a trama avança, Oliver descobre que o misterioso arqueiro assassino é uma mulher chamada Shado, integrante da Yakuza. Ela o ajuda a capturar o estripador, mas o mata, o que não deixa Oliver muito contente. O caminho dos dois arqueiros se cruzA mais de uma vez e o Arqueiro não consegue impedir Shado de cometer os assassinatos. Em um certo momento ela lhe diz que ele não pode pará-la, pois não tem &#8220;os olhos de um matador&#8221;.</p>
<p>Já Dinah continua sua investigação sobre tráfico de drogas e desaparece. Oliver começa a se preocupar e vai atrás dela. Ao encontrá-la, ocorre um dos momentos mais fortes e marcantes de toda a minissérie: Dinah foi capturada e torturada. Pior que isso, seus captores insinuam que vão estuprá-la e então dar cabo de sua vida. Isso é muito mais do que o Arqueiro Verde pode suportar e ele acaba por matar o homem que torturava Canário Negro. Segue-se uma briga com os outros traficantes, em que mais uma vez surge Shado e ela ajuda o Arqueiro Esmeralda.</p>
<p>Oliver descobre, então, que a arqueira oriental está se vingando dos homens que acabaram com sua família. Esses mesmos assassinos estão traficando as drogas que Dinah investigava. Surge então uma estranha aliança entre os dois, mesmo porque, segundo Shado, o herói havia mudado e &#8220;agora tinha os olhos de um matador&#8221;. A inusitada dupla detém os criminosos, Dinah se recupera após passar um tempo no hospital e tudo aparentemente acaba bem.</p>
<p><strong>CONSEQÜÊNCIAS</strong></p>
<div id="attachment_320" class="wp-caption alignright" style="width: 184px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/210px-shado02.jpg"><img class="size-medium wp-image-320" title="210px-shado02" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/10/210px-shado02.jpg" alt="Shado." width="174" height="328" /></a><p class="wp-caption-text">Shado.</p></div>
<p>Algum tempo depois Oliver Queen se envolveu romanticamente com Shado e ambos tiveram um filho. Mas a mudança mais drástica ocorrida na trama de Os Caçadores foi que Oliver Queen matou alguém pela primeira vez, cruzou um limite que poucos heróis ousariam cruzar. E essa característica foi o legado de Mike Grell à mitologia do Arqueiro Verde: ele passou a ser um herói que sabe que os limites entre o certo e errado não são tão claros como a maioria dos heróis faz parecer. Mas também sabe que isso não é motivo de orgulho. Esse traço de sua personalidade foi muito bem explorado por Brad Meltzer em Arqueiro Verde: A Busca (DC Especial 1) e na minissérie Crise de Identidade, publicadas pela Panini. Em ambos os casos ele tomou decisões polêmicas em nome de um bem maior e não fugiu das conseqüências de seus atos. E assim tem sido até hoje.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O AUTOR<br />
</strong><br />
Mike Grell é um roteirista e desenhista com passagem por praticamente todas as editoras do mercado norte-americano. Seus personagens mais famosos são o mercenário John Sable (publicado pela First Comics, nos EUA, e pela Cedibra, no Brasil) e Travis Morgan, o Guerreiro (herói que vive no mundo subterrâneo de Skartaris e que foi lançado pela DC).</p>
<p><em>(Texto publicado originalmente na revista <a title="Site da revista Wizmania." href="http://http://web.hotsitepanini.com.br/wizmania/">Wizmania</a> # 1) </em></p>
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		<title>Clichês</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 22:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem não sabe, meu trabalho fixo é em uma loja de HQs (Histórias em Quadrinhos para os leigos) e umas das vantagens de se trabalhar lá é que eu posso levar as obras para casa para ler e depois devolvo. Ou seja, eu leio MUITOS quadrinhos.
Peguei algumas coisas que queria ler fazia um tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não sabe, meu trabalho fixo é em uma loja de HQs (Histórias em Quadrinhos para os leigos) e umas das vantagens de se trabalhar lá é que eu posso levar as obras para casa para ler e depois devolvo. Ou seja, eu leio MUITOS quadrinhos.</p>
<p><img src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/07/omaha-stripper1.jpg" alt="Omaha, a Stripper" align="left" vspace="5" hspace="5" />Peguei algumas coisas que queria ler fazia um tempo já, obras &#8220;undergrounds&#8221; como &#8220;<a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2006/review_Omaha.cfm" target="_blank" title="Resenha sobre a obra.">Omaha</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2003/n31072003_07.cfm" target="_blank" title="Mais sobre Valentine e seu autor.">Valentina</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://www.popbaloes.com/pers/druuna.htm" target="_blank" title="Mais sobre Druuna.">Druuna</a>&#8221; e outras coisas mais usuais que queria ler fazia tempo, como a &#8220;DC Especial <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Moore" target="_blank" title="Alan Moore no Wikipedia.">Alan Moore</a>&#8220;, &#8220;Caçadores&#8221; e por aí vai.</p>
<p>Então me descubro um leitor de quadrinhos um tanto quanto clichezento.</p>
<p>Das &#8220;undergrounds&#8221; acima citadas, nenhuma eu compraria. &#8220;Omaha&#8221; é legal por tratar de maneira franca assuntos como prostituição e sexo, mas é só. &#8220;Valentina&#8221; tem bons desenhos e seus roteiros são uma viagem psicodélica, mas nenhum dos dois me empolgou. &#8220;Drunna&#8221; tem uma das mulheres mais gostosas dos quadrinhos e suas histórias amarram bem ficção científica, sonhos e sexo explícito e sacana. Talvez essa última eu compraria por render boas punhetas, mas é só.</p>
<p>&#8220;DC Especial Alan Moore&#8221; trouxe uma coletânea de boas histórias, nas quais se destacam aquelas com personagens mais obscuros da DC, como membros da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tropa_dos_Lanternas_Verdes" target="_blank" title="Tropa dos Lanternas Verdes no Wikipedia.">Tropa dos Lanternas Verdes</a> ou o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vingador_Fantasma" target="_blank" title="Vingador Fantasma no Wkipedia.">Vingador Fantasma</a>. Todas fudidamente bem escritas, mas li mais porque eram feitas pelo Titio Moore do que por qualquer outra coisa. Se um dia achar isso bem barato, quem sabe eu compre.<img src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/07/cacadores-_-011.jpg" alt="Caçadores" align="right" vspace="5" width="171" height="266" hspace="5" /></p>
<p>&#8220;Caçadores&#8221; traz alguns de meus personagens favoritos da <a href="http://www.dccomics.com/" target="_blank" title="Site oficial da DC Comics.">DC</a>: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arqueiro_Verde" target="_blank" title="Arqueiro Verde no Wikipedia.">Arqueiro Verde</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman" target="_blank" title="Batman no Wikipedia.">Batman</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quest%C3%A3o_(DC_Comics)" target="_blank" title="Questão no Wikipedia.">Questão</a> em histórias que exploram o lado mais obscuro desse universo. Nada de supervilões e/ou eventos cósmicos, aqui a coisa é como eu gosto, mais pé-no-chão. Nas primeiras edições tivemos um pedófilo atrás de sua única vítima que sobreviveu, conspirações políticas, conflitos entre amor e obrigação e coisas do tipo. Gostei. Vou comprar, mas de uma edição pra outra não sinto aquele comichão para querer ler o que virá.</p>
<p><span id="more-123"></span></p>
<p>Eis que resolvo ler &#8220;<a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2007/review_LJA-Vingadores.cfm" target="_blank" title="Mais sobre a obra.">Liga da Justiça e Vingadores &#8211; Edição Definitiva</a>&#8220;. É algo feito só para lucrar em cima dos dois supergrupos e mais nada. Todo mundo sabe que eles vão se enfrentar até descobrir a ameaça comum, então farão as pazes e socam o babaca. Simples. Para piorar, cada grupo iria ser de uma dimensão, o tipo de &#8220;crossover&#8221; que odeio. Mas como é lançamento, tem um monte de comprando e eu curto conhecer as coisas que vendo, comecei a ler.</p>
<p><img src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/07/lja-vingadores1.jpg" alt="LJA / Vingadores" align="left" vspace="5" hspace="5" />Logo de cara, mais dois clichês. Uma introdução de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stan_Lee" target="_blank" title="Stan Lee no Wkipedia.">Stan Lee </a>e outra de Julius Schwartz! O Stan ainda tem a cara de pau de falar que eles vão se socar e fazer as pazes depois! Apreciei a sinceridade, mas mesmo assim&#8230;</p>
<p>O roteiro é de <a href="http://www.fanboy.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=10" target="_blank" title="Entrevista com o roteirista.">Kurt Busiek </a>e ele trabalha bem dentro do gênero de super-heróis, totalmente ruim o roteiro não seria. Ainda mais porque o desenhista era o Sr. George &#8220;Uso Camisas Floridas&#8221; Pérez, um cara mega detalhista e que sabe transpor de maneira &#8220;realista&#8221; os heróis que desenha.</p>
<p>Mas eis que vejo que o traço dele está um pouco mais refinado que o normal. Mais detalhista que o usual. Toda uma atenção em sobrancelhas, cabelos, olhos. A primeira aparição dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Vingadores" target="_blank" title="Vingadores no Wikipedia.">Vingadores</a> na página 28-29 me pegou de surpresa. Perdi bons minutos observando os detalhes dali (incrível como ele deixa a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feiticeira_Escarlate" target="_blank" title="Feiticeira Escarlate no Wikipedia.">Feiticeira Escarlate</a> gatíssima!). O traço já havia me fisgado.</p>
<p>Mas e a história? Estava bem amarrada, fluindo legal, respeitando a peculiaridades de cada personagem e universo. Foi engraçado ver <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Superman" target="_blank" title="Superman no Wikipedia.">Superman</a> &amp; Cia chocados com coisas como a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latv%C3%A9ria" target="_blank" title="Latvéria no Wikipedia">Latvéria</a>, <a href="http://cibertronn.blogspot.com/2008/01/genosha.html" target="_blank" title="Mais sobre Genosha.">Genosha</a> e o Batman espancando o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Justiceiro_%28Marvel_Comics%29" target="_blank" title="Justiceiro no Wikipedia.">Justiceiro</a>, assim como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_Am%C3%A9rica" target="_blank" title="Capitão América no Wikipedia.">Capitão América </a>e os seus espantados em como a Liga da Justiça é bem aceita em seu mundo, com direito à embaixadas, museus para seus heróis e coisas do gênero.</p>
<p>Então quando os dois supergrupos se encontram frente a frente e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor_(Marvel_Comics)" target="_blank" title="Thor no Wikipedia.">Thor</a> manda seu martelo na fuça do Superman com as palavras &#8220;Vinde Vingadores, mostremos a esses biltres o que pensamos deles!&#8221; eu vibro como um moleque e não paro de ler até chegar ao fim.</p>
<p>Sim, é clichezento, mas é bom demais!</p>
<p>Acho que foi o <a href="http://www.nonameshideout.com" title="Blog do Mario.">Mario </a>quem me disse uma vez que não interessa se a história é original ou não, mas sim se ela é bem contada. E nesse caso ela é muito bem contada e muito bem desenhada.</p>
<p>Ela não vai mudar sua vida. Não vai te acrescentar nada. Não vai te fazer ficar filosofando sobre assunto algum. Mas vai te garantir bons momentos de diversão e acho que isso a torna ótima!</p>
<p><img src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/07/jla-and-avengers-generations1.jpg" alt="Liga da Justiça e Vingadores." align="absmiddle" vspace="5" width="542" height="409" hspace="5" /><img align="absmiddle" vspace="5" hspace="5" /></p>
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		<title>Idéias a Esmo e Novidades</title>
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		<pubDate>Thu, 01 May 2008 19:06:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tive que ir ao médico esses dias. Levei uma cotovelada animal em um bate-cabeça no Cervejazul há quase 1 mês atrás e, quando eu achava que estava ficando bom, meu compadre Gafanhoto me acertou no mesmíssimo lugar durante o bate-cabeça do show do Matanza na Clash duas semanas atrás. Graças à insistência nada sutil da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img vspace="5" align="left" width="299" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/07/gafa1.jpg" hspace="5" alt="Eu e o Gafanhoto no Cervejazul." height="224" />Tive que ir ao médico esses dias. Levei uma cotovelada animal em um bate-cabeça no <a target="_blank" href="http://www.cervejazul.com.br/" title="Site oficial do Cervejazul.">Cervejazul</a> há quase 1 mês atrás e, quando eu achava que estava ficando bom, meu compadre <a target="_blank" href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8154964316606791095" title="Perfil do meu compadre no Orkut.">Gafanhoto</a> me acertou no mesmíssimo lugar durante o bate-cabeça do show do <a target="_blank" href="http://www.matanza.com.br/" title="Site oficial da banda.">Matanza</a> na <a target="_blank" href="http://www.clashclub.com.br/" title="Site oficial da Clash.">Clash </a>duas semanas atrás. Graças à insistência nada sutil da <a target="_blank" href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=12486112372871066198" title="Profile da Mô no Orkut.">Mô</a>, fui ver o que havia ocorrido. E tive que tirar Raio-X, pois podia ter quebrado algo. Admito que não curto Raio-X. Se o próprio técnico se esconde atrás de uma proteção de chumbo, é porque bem não deve fazer. Sim, eu sei que alguém q eu fuma e bebe o tanto de café que eu bebo não deveria ter essas preocupações idiotas, mas eu tenho. No mundo real, radiação causa câncer ao invés de te dar superpoderes.</p>
<p><span id="more-96"></span></p>
<p>Para a infelicidade de meus desafetos, não quebrei nada. Mas para a felicidade destes, nem sequer 1 mísero dia de dispensa do meu trampo eu consegui. Pelo menos tenho que ficar alguns dias sem carregar peso, que já é ótimo.</p>
<p>Mudando de assunto, minha reportagem sobre a minissérie &#8220;<a href="http://oprotagonista.com/2008/10/23/um-cacador-entre-cacadores/#more-271">Caçadores</a>&#8221; foi aprovada e vai sair na nova revista que a <a target="_blank" href="http://www.paninicomics.com.br/Home.jsp" title="Site da Panini Comics">Panini </a>vai lançar. Assim que for possível eu a posto aqui. Já meu livro com a novela baseada nas músicas do Matanza está aprovado e estamos nos trâmites burocráticos para assinar o contrato. Sem contar que ainda nesse semestre fica pronta a antologia de poemas da qual estou participando.</p>
<p>É, as coisas estão realmente dando certo esse ano.</p>
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		<title>Talking About Myself</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 06:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabei de ler &#8220;Sem Comentários&#8220;, coletânea do site &#8220;The Allan Sieber Talk to Himself Show&#8220;, do (dããããã&#8230;) Allan Sieber. O cara é realmente um gênio. Li/vi quase tudo que ele fez. Preciso fazer algo sobre esse material todo para a seção &#8220;O Que Estou Lendo&#8220;.
O Tor, vocal do Zumbis do Espaço, lançou &#8220;Você Faria O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2008/07/sem-comentarios1.jpg" alt="“Sem Comentários” - de Alla Sieber." align="left" vspace="5" width="215" height="287" hspace="5" />Acabei de ler &#8220;<a href="http://www2.uol.com.br/allansieber/sem.htm" target="_blank" title="O próprio Allan falando do álbum.">Sem Comentários</a>&#8220;, coletânea do site &#8220;<a href="http://www2.uol.com.br/allansieber/" target="_blank" title="Site oficial do Allan Sieber.">The Allan Sieber Talk to Himself Show</a>&#8220;, do (dããããã&#8230;) Allan Sieber. O cara é realmente um gênio. Li/vi quase tudo que ele fez. Preciso fazer algo sobre esse material todo para a seção &#8220;<a href="http://oprotagonista.com/category/o-que-estou-lendo/" title="Minha não-tão-humilde opinião sobre o que leio.">O Que Estou Lendo</a>&#8220;.</p>
<p>O Tor, vocal do <a href="http://www.zumbis777.com/" target="_blank" title="Site oficial da banda.">Zumbis do Espaço</a>, lançou &#8220;Você Faria O Que Eu Fiz?&#8221;, mais um álbum do &#8220;<a href="http://www.myspace.com/tortauil" target="_blank" title="Tor Tauil no My Space.">Tor Tauil</a>&#8220;, seu projeto solo. A festa de lançamento rolou no<a href="http://www.radardanoite.com.br/agitos/Detalhe.asp?secao=estabelecimentos&amp;estab=398" target="_blank" title="Mais sobre a balada."> Lady Hell</a>, balada <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rockabilly" target="_blank" title="Mais sobre Rockabilly no Wikipedia.">rockabilly</a> lá na Bela Cintra. Foi legal, mas um tanto quanto estranho. Fazia tempo que não me sentia um estranho no ninho. Engraçado foi trombar com o Jimmy (vocalista do <a href="http://www.matanza.com.br" target="_blank" title="Site oficial da banda.">Matanza</a>) por lá. Ele tinha acabado de vir da <a href="http://mtv.uol.com.br/" target="_blank" title="Site da MTV Brasil.">MTV</a>, onde tinha feito uma daquelas entrevistas-propaganda do próximo álbum da banda: &#8220;<a href="http://oprotagonista.com/2008/04/04/uma-noite-para-beber-e-brigar/" title="Mais sobre a gravação do DVD.">MTV Ao Vivo &#8211; Matanza</a>&#8220;. Aguardem mais detalhes sobre isso em breve nas seções &#8220;<a href="http://oprotagonista.com/category/o-que-estou-ouvindo/" title="Minha não-tão-humilde opinião sobre o que ando ouvindo.">O Que Estou Ouvindo</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://oprotagonista.com/category/vida-boemia/" title="Eu nas baladas da vida.">Vida Boêmia</a>&#8220;.</p>
<p><span id="more-84"></span><br />
Falando em Matanza, hoje começa a minha mais nova novela semanal baseada nas letras de suas músicas. &#8220;<a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=65683&amp;tid=2583052969583097524&amp;start=1" target="_blank" title="A novela no Orkut.">Santanicum &#8211; A Cidade Maldita</a>&#8221; tem uma levada mais terror e por hora vai ser publicada semanalmente (se minha vida boêmia assim permitir) na &#8220;<a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=65683" target="_blank" title="Comunidade oficial do Matanza no Orkut.">Matanza &#8211; Música Pra Macho</a>&#8220;, comunidade oficial da banda no Orkut. Mais pra frente ela dará as caras por aqui.</p>
<p>E para encerrar mandei meu texto sobre a minissérie &#8220;Caçadores&#8221; (estrelada pelo grande <a href="http://oprotagonista.com/2008/10/23/um-cacador-entre-cacadores/#more-271">Arqueiro Verde</a>) para a mais nova revista sobre quadrinhos que a <a href="http://www.paninicomics.com.br/Home.jsp" target="_blank" title="Site oficial da Panini Comics.">Panini </a>vai lançar. Tomara que vire alguma coisa.</p>
<p>Enfim, ficou óbvio que só postei isso aqui pra mostrar o quanto eu sou um cara descolado e ocupado. Mas se eu não fizer propaganda de mim mesmo, quem vai fazer?</p>
<p>E a quem interessar possa estarei essa noite dançando no <a href="http://oprotagonista.com/2008/03/11/outs/" title="Minhas impressões sobre o local.">Outs</a>. Parece que vai ter especial Nirvana.</p>
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