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	<title>O Protagonista 2.0 &#187; RPG</title>
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		<title>Social Playing Game</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 23:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Ou como os RPGistas são mais sociáveis do que parecem)
Muita gente não acredita quando eu me rotulo de nerd ou quando digo que jogo RPG. São pessoas que me vêem nas baladas e botecos, ligeiramente alcoolizado cambaleando pelas ruas de São Paulo, que sabem que conheço um monte de gente, e aí dizem que sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Ou como os RPGistas são mais sociáveis do que parecem)</em></p>
<p>Muita gente não acredita quando eu me rotulo de nerd ou quando digo que jogo RPG. São pessoas que me vêem nas baladas e botecos, ligeiramente alcoolizado cambaleando pelas ruas de São Paulo, que sabem que conheço um monte de gente, e aí dizem que sou “sociável demais” para um nerd. Ao mesmo tempo essas pessoas ficam chocadas quando toda sexta-feira digo que só vou pra balada depois do jogo de RPG (estou mestrando uma campanha de “Mago: A Ascensão” 3° Edição).</p>
<div id="attachment_895" class="wp-caption alignright" style="width: 391px"><img class="size-medium wp-image-895" title="OgAAAL7JzhdRJbkIIgjT0JKk3NZZbbt4SDOSDzIabXZZKdSQo6mssSb2ntSqEhV_qVkY5KQIwpBpPq2-y-Q7fFRsTP0Am1T1UF_fW_-NF777jfABniEjkvSvfkEX" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2011/07/OgAAAL7JzhdRJbkIIgjT0JKk3NZZbbt4SDOSDzIabXZZKdSQo6mssSb2ntSqEhV_qVkY5KQIwpBpPq2-y-Q7fFRsTP0Am1T1UF_fW_-NF777jfABniEjkvSvfkEX-480x360.jpg" alt="TODOS aqui jogam RPG. E fomos expulsos do bar às 4 da matina porque o dono queria dormir. " width="381" height="285" /><p class="wp-caption-text">TODOS aqui jogam RPG. E fomos expulsos do bar às 4 da matina porque o dono queria dormir. </p></div>
<p>Jogo RPG desde os meus 12 anos (estou com 29 agora) e desde que me conheço por gente o RPG me ajudou tanto a ampliar minha rede de contatos quando a interagir melhor com as pessoas. E notei isso com diversos jogadores que passaram pelas minhas sessões de jogo. Talvez por culpa de estereótipos propagados pela mídia em geral achamos que os RPGistas correspondem ao “nerd babões” que só jogam e não fazem mais nada da vida. Ainda vejo muito disso em fãs de HQ, mas entre os RPGistas esse povo é minoria. Esse estereótipo é calcado em cima do público RPGista lá dos EUA, mas aqui no Brasil a coisa é bem diferente. Minha análise é muita mais baseada em um olhar e conversar com profissionais da área do que necessariamente uma pesquisa acadêmica, mas alguns aspectos podem ser apontados.</p>
<p>Primeiro que são poucos os jogadores de RPG quem tem somente um único grupo de jogo. Normalmente se jogam sistemas diferentes com pessoas diferentes e não é raro esses grupos se misturarem, seja por que um grupo acabou ou por querer experimentar um sistema novo. Daí seu círculo de amizades envolvendo o jogo aumenta.</p>
<p>Depois temos o fato de que são pouquíssimos os jogadores fiéis a um único sistema/cenário de RPG. Mas como nem todos os estilos agradam a todos os jogadores, cada vez que mudamos de sistema/cenário mudamos de jogadores com alguns entrando e outros saindo.</p>
<div id="attachment_900" class="wp-caption alignleft" style="width: 364px"><img class="size-medium wp-image-900" title="OgAAAJtMemcOOSZogd4jHTKuJhx_yi3Z8K2K00sLkW8ZLUT2pBkyXt4EM0ipg4TfuK9ZdieS3Sc4BnBq_2xmH3u2LEMAm1T1UBj-MBeL277utvYZO2iuoTkjWrkG" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2011/07/OgAAAJtMemcOOSZogd4jHTKuJhx_yi3Z8K2K00sLkW8ZLUT2pBkyXt4EM0ipg4TfuK9ZdieS3Sc4BnBq_2xmH3u2LEMAm1T1UBj-MBeL277utvYZO2iuoTkjWrkG-480x360.jpg" alt="Só uma pessoa aqui não joga RPG. Consegue adivinhar quem?" width="354" height="265" /><p class="wp-caption-text">Só uma pessoa aqui não joga RPG. Consegue adivinhar quem?</p></div>
<p>Por fim temos nosso saudável hábito de jogar RPG em locais públicos, como lanchonetes, praças, parques, shoppings, etc. Isso não só desmistifica o jogo para quem nunca viu como também permite que curiosos “cheguem junto” e comecem a jogar.</p>
<p>Logo é comum grupos de jogo marcarem de pegar balada juntos, surgirem namoros (ou qualquer outra relação dessas novas que inventam a cada dia) em mesas de jogo. O mesmo pessoal que joga RPG joga bola em outro dia da semana. Ao final desses grandes eventos de RPG o que mais rola são baladas lotadas.</p>
<p>Portanto se quer conhecer gente interessante, divertida e com vida social pra lá de ativa, eu “super recomendo” você começar a jogar RPG. A não ser que esse tipo de coisa só aconteça comigo e meus chegados&#8230;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=nApHlV4flJ4"></a></p>
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		<title>Dedê</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 00:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Storyteller]]></category>
		<category><![CDATA[Seita Dedê]]></category>
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		<description><![CDATA[A origem exata desta seita é desconhecida. Fala-se muito em um experimento Tremere ou Tzimisce, mas ambos os clãs negam isso com força total. Também pode ser uma linhagem desgarrada dos Toreador, mas diga isso a um deles e verá um artista em frenesi. Isso somado ao fato de todos os seus membros serem mentirosos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A origem exata desta seita é desconhecida. Fala-se muito em um experimento Tremere ou Tzimisce, mas ambos os clãs negam isso com força total. Também pode ser uma linhagem desgarrada dos Toreador, mas diga isso a um deles e verá um artista em frenesi. Isso somado ao fato de todos os seus membros serem mentirosos notórios e compulsivos torna a tarefa de pesquisa acerca deste tópico praticamente impossível.</p>
<p>O que se sabe de concreto é que os Dedê apareceram para a Família na América do Sul (em especial no Brasil) no fim dos anos 80 e desde então esta peculiar seita tem crescido em número e fama. Má-fama, para ser bem claro. Seus membros são todos baladeiros e parecem achar que a não-vida se resume a uma busca pela festa perfeita. Talvez por isso raramente sejam vistos fora de grandes centros urbanos, exceto quando vão para alguma festa rave (nesse caso festas mortais, não as reuniões dos Brujah).</p>
<p>A maioria dos clãs e seitas considera os Dedê uma afronta à suas crenças, alguns inclusive os citando como um dos sinais da Gehenna. A seita é oficialmente independente, com pouquíssimos membros aceitos na Camarilla. Como costumam ficar fora dos jogos de politicagem e intriga dos Membros, não são levados muito a sério e gozam de certa liberdade, a não ser quando se empolgam demais em alguma balada e colocam a Máscara em perigo, ocasião em que são mortos ou por vampiros ou por caçadores atrás de seus rastros nada sutis.</p>
<p>A seita tem esse nome por causa de seu mais antigo e notório fundador, que atende pelo apelido de Dedê. Seu paradeiro atual é desconhecido, mas a versão mais comentada diz que ao sugar mortais drogados em uma rave no interior de São Paulo, acabou saindo do sítio onde a mesma se realizava e se infiltrando no meio da mata, onde foi morto por lobisomens. Outra versão diz que foi para Amsterdã para saber mais sobre as lendárias festas locais e nunca mais voltou. Talvez esteja em torpor em algum banheiro da Vila Madalena, notório bairro da cidade de São Paulo. Como se trata do Elder de uma seita de vampiros mentirosos, nunca se sabe&#8230;</p>
<p><span id="more-848"></span></p>
<p><strong>Apelido:</strong> Baladeiros</p>
<p><strong>Aparência: </strong>Todos os membros da seita são homens jovens com idade aparente entre 20 e 30 anos, pouco importando o biotipo. Sempre se vestem com o que está na moda no momento, mas o mais comum é camiseta Pólo, calça jeans e tênis. O abraço por algum motivo enche seu rosto de espinhas.</p>
<p><strong>Refúgio:</strong> Como a maioria deles era bem de vida quando mortal, tem o hábito de continuar vivendo em apartamentos nas áreas nobres da cidade, alguns deles inclusive ainda moram com os pais! Em suas viagens atrás de festas sempre abrigam uns aos outros e em alguns casos formam refúgios coletivos que batizam como “Repúblicas”. Cada república é batizada com um nome próprio. Algumas repúblicas famosas em São Paulo são República Cuba Libre (na cidade de Bauru), República Capins do Asfalto (na cidade de Araraquara) e a República Baloeiros S/A (em Campinas).</p>
<p><strong>Antecedentes: </strong>Costumam escolher seus membros entre baladeiros de plantão que chamam atenção aonde vão, seja pela visual, pelo carro ou pelo jeito de ser, assim podem ter essa cara por perto para “impressionar as mina”. Todos tendem a se tornar amigos de fim de semana após o abraço, com direito a fofocas, talaricagem e eventuais brigas que duram até a turma do “deixa disso” separar. Por alguma razão ainda desconhecida, toda mulher abraçado por um Dedê morre, então a seita só possui membros do sexo masculino.</p>
<p><strong>Criação de Personagem: </strong>Por viverem saindo e medirem sua felicidade pelo sucesso que fazem aonde vão, seus Comportamentos tendem a ser expansivos e simpáticos, muitas vezes ocultando uma Natureza frustrada ou sofrida. Alguns poucos estão verdadeiramente felizes com o que são, mas isso parece mais fruto de alienação do que autoconhecimento. Os atributos Sociais são primários, assim como os Talentos e entre os Antecedentes mais valorizados estão Recursos, Fama, Aliados, Status de Clã e Rebanho.</p>
<p><strong>Disciplinas:</strong> Rapidez, <a title="Disciplina exclusiva da seita!" href="http://oprotagonista.com/2008/03/03/pressao-nova-disciplina/" target="_blank">Pressão</a>, Auspícios</p>
<p><strong>Fraquezas: </strong>Dizem as más línguas que o primeiro Dedê tinha um sério problema de pele quando foi abraçado e por causa disso todas as suas crias ao serem abraçadas ficam com o rosto cheio de espinhas, o que diminui sua Aparência em 1 ponto. Além disso, eles sempre tendem aumentar as histórias nas quais estão envolvidos, de modo que pareçam melhores do que são de fato. Para evitar fazer isso em uma conversa, devem passar em um teste de Força de Vontade com Dificuldade 8.</p>
<p><strong>Organização:</strong> Praticamente nenhuma. Andam em grupos chamados “Galeras”, onde aqueles que freqüentam as melhores baladas, tem os melhores carros e se envolvem com as garotas mais bonitas são chamados de “Os Caras”, mas isso não implica em nenhum tipo de liderança formal, a não ser decidir aonde vão no fim de semana.</p>
<p><strong>Mote:</strong><em> “Qual a boa de hoje?”</em></p>
<p><strong>ESTEREÓTIPOS</strong></p>
<p><strong>Camarilla:</strong> Fazem umas festas muito boas, mas não curto todo aquele blá blá blá político deles. Dá um sono&#8230;</p>
<p><em>“Um desperdício da dádiva imortalidade é o que esse idiotas são! Sua única utilidade é ser presa fácil para caçadores!&#8221;<br />
- Raphael Valadares, Ancilla Tremere</em></p>
<p><strong>Sabá: </strong>Pilhar, matar, destruir. Alguém pode me explicar a graça disso?</p>
<p><em>“A existência destes bastardos é uma afronta a Caim. Eles terão o mesmo fim de todos aqueles que se opõem a nós: a Morte Final.”<br />
- Yuri Amakusa, Arcebispo Malkavian Antitribu</em></p>
<p><strong>Inconnu:</strong> Eles são tipo os budistas dos vampiros, né?</p>
<p><em>“Acusá-los de ser um dos prenúncios da Gehenna é superestimá-los, acredite.&#8221;<br />
- Santyago Patternon, Monitor e Ancião Gangrel</em></p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 28 de Maio</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um dia de caça em Folda. Até onde eu sei, esta é a maior das três Ilhas de Gelo. Possui uma vasta rede de cavernas subterrâneas, das quais eu mesmo só explorei completamente o primeiro nível. Já conheço grande parte do segundo, mas ainda faltam algumas áreas. São túneis muito grandes e profundos, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um dia de caça em Folda. Até onde eu sei, esta é a maior das três Ilhas de Gelo. Possui uma vasta rede de cavernas subterrâneas, das quais eu mesmo só explorei completamente o primeiro nível. Já conheço grande parte do segundo, mas ainda faltam algumas áreas. São túneis muito grandes e profundos, se estendendo por quilômetros abaixo do mar. Inclusive um deles, a leste, dá acesso à uma pequena ilha sem nome habitada por animais selvagens.</p>
<p>Na superfície de Folda encontramos somente ursos polares, lobos da neve e trolls do frio. Mas em seu interior já encontrei ratos, aranhas, insetos, aranhas venenosas, vermes da carniça, minotauros, orcs, orcs lanceiros, orcs guerreiros, limos e até uma passagem totalmente preenchida por lava e habitadas por elementais do fogo.</p>
<p>Por seu vasto território, quantidade e variedade de criaturas, Folda é campo de caça de vários aventureiros. Eu mesmo sempre venho aqui quando quero treinar minhas habilidades.</p>
<p><span id="more-655"></span></p>
<p>Hoje encontrei conhecidos meus. Primeiramente Thata Angel, uma das garotas a quem dei flores no Depósito de Carlin. A princípio ela não me reconheceu, mas depois que citei as flores ela se lembrou e ficamos um tempo tendo uma agradável conversa. Também reencontrei um antigo companheiro de caça, Destroyer of Pacera. Mas por algum estranho motivo ele não reconheceu-me e foi um tanto quanto grosseiro para com a minha pessoa. Não entendi o que aconteceu, mas respeitei e o deixei em paz, apesar de lamentar a perda de uma amizade que me era tão cara. Por fim, vi bem de rápido meu sobrinho Cadurj. Incrível como o garoto tem ficado forte. Logo estará tão ou mais habilidoso que a mãe.</p>
<p>Esses dias estava deslumbrado com meu recente aumento de poder e como a descoberta dos cajados conseguiu aumentar o poder de combate de nós feiticeiros. Admito que isso me deixou um tanto quanto descuidado em hoje quase paguei o preço por este descuido.</p>
<p>Graças ao Cajado de Sopro de Dragão, orcs guerreiros deixaram de ser adversários difíceis. Mas ainda sim são poderosos. Fui enfrentar dois deles acompanhados de orcs e lanceiros e saí bastante ferido. Sempre é bom tomarmos cuidado com monstros em grande quantidade. Aprendi isso na minha juventude em Rookgaard e ainda assim erro em algo tão básico.</p>
<p>Quando estou em boas condições, tento caçar limos. Essas criaturas semi-inteligentes são poças de ácido que se movem e possuem uma característica mortal: se multiplicam. Estava em busca de um deles quando notei vários vindo em minha direção! Fiquei tão assustado com a cena que fiquei paralisado por alguns instantes e mais do que depressa me vi sob o ataque de pelo menos três deles! Gastei quase todo o meu mana em magias de cura, mas consegui fugir e atacá-los por outra entrada de câmara onde estavam.</p>
<p>Preciso lembrar que por mais poder que eu tenha, nunca devo ser descuidado&#8230;</p>
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		<title>A IMPERATRIZ ATACA!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 04:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Dark Chinelo corre o mais rápido que pode. Seus músculos estão chegando ao limite. Suas vestes em estilo grego e seus longos cabelos azuis praticamente se esticam, tamanha é a sua velocidade. Junto a ele estão seus companheiros de batalha: Foca Maravilha, um japonês moreno e bem torneado, surfista de tsunamis, os famosos maremotos japoneses, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dark Chinelo corre o mais rápido que pode. Seus músculos estão chegando ao limite. Suas vestes em estilo grego e seus longos cabelos azuis praticamente se esticam, tamanha é a sua velocidade. Junto a ele estão seus companheiros de batalha: Foca Maravilha, um japonês moreno e bem torneado, surfista de tsunamis, os famosos maremotos japoneses, Xana, uma morena de corpo escultural e trajes minúsculos, gostosa por natureza e guerreira por vocação e o Maníaco da Silver Tape, rapaz da cabelos e olhos cinzas e trajes negros que fez dessa fita adesiva uma arma mortal. Todos correm como se suas vidas dependessem disso. Bem, quase todos:</p>
<p>- Ô mano! &#8211; diz um cansado Foca Maravilha. &#8211; A gente precisa correr tanto assim? É difícil manter a &#8220;velô&#8221; com essa prancha na mão&#8230;</p>
<p>- É preciso sim! &#8211; responde um determinado Dark Chinelo. &#8211; A vida de Ying depende disso. Se não formos rápidos, Yang irá matá-la!</p>
<p>Ying e Yang são duas irmãs gêmeas caçadoras de recompensas intergalácticas. Foram contratadas pela Imperatriz do Mal para capturar e matar os heróis e resolveram começar por Dark Chinelo. O plano era simples: Ying seduziria o herói e, depois que o levasse para a cama e tivesse &#8220;exaurido suas forças&#8221;, o atacariam. Só não deu certo por um detalhe: Ying se apaixonou por Dark Chinelo. As irmãs brigaram. Yang ganhou e trouxe sua irmã para um galpão abandonado. E é para esse local que os heróis se dirigem agora.</p>
<p>Chegando na porta do local, notam que ela está trancada. Isso não é problema para nossos heróis. Dark Chinelo se prepara e dá seu golpe:</p>
<p>- Tatsumaki Chutei Seu Saco! &#8211; e a porta cai.</p>
<p>Quando todos entram, encontram alguém que não esperavam encontrar. Não tão cedo. A sua frente estava uma mulher com um vestido armado nobre de cor verde e um rosto de inseto com enormes olhos vermelhos. Era ninguém mais ninguém menos que a Imperatriz do Mal.</p>
<p><span id="more-516"></span></p>
<p>- Ora, ora. &#8211; ela diz com sua voz estridente. &#8211; Não esperava encontrá-los aqui.</p>
<p>- Nem nós! &#8211; reponde um apavorado Maníaco da Silver Tape. &#8211; Você deveria ser o último dos nossos desafios. É contra as regras aparecer tão cedo. Nem derrotamos metade dos seus monstros ainda!</p>
<p>- É, eu sei. &#8211; responde a Imperatriz. &#8211; Mas nós, vilões finais, temos o direito de aparecer de vez em quando fora de nossos cruzadores espaciais?, não? Nem que seja só para mostrar o quanto somos poderosos&#8230;</p>
<p>- Isso não interessa! &#8211; responde Dark Chinelo. &#8211; Onde está Ying?</p>
<p>- Ah, sim. Aquela traidora. Bem , ela está sendo torturada pela irmã. Acho que não tornará a vê-la tão cedo&#8230; &#8211; e ao final dessas palavras, surgem dos chão os terríveis Homens-Figurantes, soldados rasos do Império do Mal. &#8211; Acabem com esses palhaços mal vestidos!</p>
<p>- Palhaços mal vestidos? &#8211; diz uma indignada Xana. &#8211; Olha a cor de seu vestido, sua nojenta!</p>
<p>E se inicia o combate. Já acostumados a sempre enfrentarem esses soldados mixurucas, nossos heróis os derrotam sem nem usar seus golpes especiais.</p>
<p>- Deu nem pro cheiro! &#8211; conclui Foca.</p>
<p>Dark Chinelo diz:</p>
<p>- Agora vamos resgatar Ying!</p>
<p>A Imperatriz solta sua Risada Maléfica?.</p>
<p>- Só se passarem por cima de mim!</p>
<p>Todos ficam se encarando por alguns momentos. A tensão toma conta do ambiente. Olhos nos olhos, todos medem suas forças. Os músculos começam a se tencionar. Dark Chinelo então toma a iniciativa:</p>
<p>- Vamos unir nossos poderes!</p>
<p>- Certo! &#8211; seus companheiros respondem.</p>
<p>Dark Chinelo aponta seu dedo e grita:</p>
<p>- Lei-gume! &#8211; e uma cenoura gigante sai de seu dedo em direção à Imperatriz.</p>
<p>Foca Maravilha sobe em sua prancha e dá sua manobra:</p>
<p>- Tubo Maravilha! &#8211; de sua prancha sai um tubo de água.</p>
<p>Xana abre seu ousado decote:</p>
<p>- Golpe Siliconado! &#8211; e saem dois jatos de algo nojento de seus peitos.</p>
<p>Por fim, o Maníaco da Silver Tape saca sua arma e fala:</p>
<p>-  Rolo Mortal! &#8211; e diversas fitas adesivas vão em direção à inimiga.</p>
<p>A Imperatriz observa seus adversários, faz uma enorme bola de energia verde em sua mão e a arremessa como se fosse uma bola de boliche:</p>
<p>- Bola Energética Maléfica!</p>
<p>Os golpes dos heróis vão de encontro à bola de energia da Imperatriz. Quando se encontram, ocorre algo inesperado. O golpe da vilã absorve a energia dos outros golpes, fica maior e continua seu percurso!</p>
<p>- Nãããããão! &#8211; gritam os heróis.</p>
<p>- Meu cabelo! &#8211; grita Xana.</p>
<p>Todos se viram, indignados:</p>
<p>- Seu cabelo?!</p>
<p>- Ué? Vai ficar horrível em tons de verde!</p>
<p>A Imperatriz se intromete:</p>
<p>- Vamos parar com isso e levar meu golpe logo?</p>
<p>Os heróis ficam sem graça.</p>
<p>- Foi mal aê&#8230; &#8211; diz Foca.</p>
<p>- Sei&#8230;</p>
<p>Todos se viram em direção à bola de luz verde.</p>
<p>- Nããããããão!</p>
<p>O impacto do golpe causa uma explosão verde que ilumina todo o galpão, mas poderia iluminar uma cidade do tamanho de Birigui. Quando a luz se dissipa, os heróis notam que estão intactos!</p>
<p>- Mas&#8230; como? &#8211; pergunta o Maníaco sem entender nada.</p>
<p>A resposta está no chão, a frente deles, onde se encontra o corpo de Ying. Dark Chinelo se ajoelha ao seu lado:</p>
<p>- Por que você usou seu corpo para bloquear o golpe?</p>
<p>A caçadora respira com dificuldade.</p>
<p>- Porque&#8230; eu te&#8230; amo. &#8211; e ela cai morta.</p>
<p>A Imperatriz boceja, entediada:</p>
<p>- Isso é muito chato&#8230; Vou dormir e volto qualquer dia desses para terminar de dominar o mundo&#8230; &#8211; e ela desaparece.</p>
<p>Vendo o corpo inerte de Ying, Dark Chinelo grita, indignado:</p>
<p>- NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOO!</p>
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		<title>Tudo Errado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 09:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Três horas da manhã. Marcos está sentado no sofá da sala, abatido, lamentando sua vida. &#8220;Minha vida? Que piada!&#8221; &#8211; ele pensa. Ainda não se conformava do fato de Sílvia ter ido embora. Não se conformava do porquê ela ter ido embora. Amaldiçoava o dia em que se tornou um vampiro. E amaldiçoava ainda mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três horas da manhã. Marcos está sentado no sofá da sala, abatido, lamentando sua vida. &#8220;Minha vida? Que piada!&#8221; &#8211; ele pensa. Ainda não se conformava do fato de Sílvia ter ido embora. Não se conformava do porquê ela ter ido embora. Amaldiçoava o dia em que se tornou um vampiro. E amaldiçoava ainda mais a ordem de vampiros ao qual pertencia. Por ordem de seus superiores, ele e mais alguns amigos se arriscaram para salvar Sílvia. Ela também era uma vampira e havia sido capturada por um laboratório farmacêutico. Para manter a existência dos vampiros em segredo, foi necessário resgatá-la e destruir alguns arquivos do laboratório. A missão foi um sucesso.</p>
<p>Então começaram os problemas. Sílvia não tinha mais onde ficar e Marcos ofereceu sua casa. Ela aceitou. Com o tempo, os dois se apaixonaram. Mas ela era uma Desgarrada, uma paria. Não pertencia a nenhum dos grupos vampíricos da cidade. Os superiores de Marcos não viram com bons olhos o fato dele ter oferecido abrigo a ela, mas ficaram quietos. Um romance, porém, era mais do que poderiam admitir. Um romance poderia nublar a mente de Marcos e fazê-lo esquecer que a Ordem está acima de tudo. Poderia fazê-lo até trair a Ordem. E tudo por causa de uma Desgarrada! Eles foram bem claros: &#8220;A expulse de sua casa e a deixe só, ou nós mesmos cuidaremos disso&#8221;. Marcos não queria vê-la morta pelos seus próprios erros. Acabou o relacionamento e a mandou embora.</p>
<p>Ele ainda se encontrava perdido em pensamentos quando sua campanhia tocou. Ao abrir a porta, uma surpresa:</p>
<p>- Zé?</p>
<p><span id="more-471"></span></p>
<p>O sujeito em frente a sua casa, um negro alto e forte, vive como um mendigo pelas ruas da zona leste de São Paulo. Mas ele não é um simples mendigo, é um licantropo, um ser com o poder de se transformar em um animal. Ele é um homem-gato. E parecia nervoso.</p>
<p>- Aconteceu alguma coisa? &#8211; pergunta Marcos.</p>
<p>O mendigo respira fundo</p>
<p>- ESTÃO TODOS MORTOS! MATARAM TODOS!</p>
<p>O vampiro não entende nada.</p>
<p>- Mataram todos quem?</p>
<p>- TODOS OS MEUS IRMÃOS ESTÃO MORTOS! E O ÚNICO QUE SABIA ONDE NOS REUNÍAMOS ERA VOCÊ!</p>
<p>Marcos subitamente entende. Descobriram onde os homens-gato se reuniam. Mataram a todos. E Zé pensa que foi ele.</p>
<p>- Escuta&#8230; Eu não sei de nada&#8230;</p>
<p>- CALA A BOCA!</p>
<p>Ele não sabe como reagir.</p>
<p>- O-o que você quer de mim?</p>
<p>O mendigo abaixa o tom de voz.</p>
<p>- Pegue a chave do seu carro. Se tentar qualquer gracinha, eu te mato!</p>
<p>Marcos vai até a cozinha e pega a chave. Resolve também pegar um revólver, por precaução. Ambos então entram no seu carro, um Fusca branco.</p>
<p>- Pra onde vamos? &#8211; pergunta o dono do carro.</p>
<p>- Não sei. Vai indo pra Radial</p>
<p>Marcos dirige para o local. O clima está tenso. Chegando na avenida, Zé diz:</p>
<p>- Você encosta no metrô Belém, desce do carro a vai embora. Nunca mais vai me ver.</p>
<p>O vampiro não entende. Mas faz o que foi pedido. Encosta o carro e desce. O licantropo passa então para o banco de motorista e tenta dar a partida no Fusca.</p>
<p>Súbito um impulso toma conta de Marcos. Talvez pelo fato dele ter perdido Sílvia. Ou ter sido acusado por um amigo de um crime que não cometeu. Ou por ter seu carro roubado nesse exato momento. Ou tudo junto. O resultado é que ele saca seu revólver e atira no carro, enquanto grita:</p>
<p>- DESGRAÇADO!</p>
<p>Para a sorte de Zé e o azar de Marcos, o tiro pega na porta. O mendigo pensa rápido e desce do carro, ficando fora da linha de tiro. Sabendo que agora é matar ou morrer, o vampiro começa a andar para trás, enquanto atira no tanque de gasolina. O carro então explode, se transformando em um monte de ferro em chamas.  Após esperar algum tempo e não ver reação nenhuma, ele vai para o outro lado do que sobrou de seu carro. Para seu desespero, não há corpo. Mas há uma tampa de bueiro aberta.</p>
<p>- AGORA VOCÊ MORRE!</p>
<p>Zé surge de algum lugar, agora em sua impressionante forma de homem-gato, e salta em cima de Marcos. O vampiro tenta atirar, mas suas balas acabaram. Os dois caem no chão e, ao final de um rápido combate, só um se levanta. Zé, ao ouvir o barulho das sirenes, salta o muro do metrô e corre em direção aos túneis, deixando para trás o corpo sem-vida de seu ex-amigo.</p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 27 de Maio</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2009/04/22/diario-de-um-mago-27-de-maio/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 01:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebi outra mensagem de meu amigo Magus Rharius. Parece que ele mais alguns amigos vão invadir a Fortaleza Orc. Por isso mesmo considero de bom grado reproduzir aqui na íntegra (com pequenas correções feitas por mim) o livro &#8220;Orcs&#8221;, de autoria de Loki Flamedart, membro da renomada guilda Dark Souls. Contém informações detalhadas sobre essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi outra mensagem de meu amigo Magus Rharius. Parece que ele mais alguns amigos vão invadir a Fortaleza Orc. Por isso mesmo considero de bom grado reproduzir aqui na íntegra (com pequenas correções feitas por mim) o livro &#8220;Orcs&#8221;, de autoria de Loki Flamedart, membro da renomada guilda Dark Souls. Contém informações detalhadas sobre essa ameaça e pode ser deveras útil para quem pensa em invadir a infame Fortaleza Orc.</p>
<p><strong>ORCS</strong></p>
<p><em>Criação</em></p>
<p>Dizem as lendas que o deus maligno Zathroth, em sua ânsia por transmitir maldade e perpetrar seus atos condenáveis, criou a raça dos orcs. A Zathroth não fora concedida o dom da criação, então ele, em sua perversidade, capturou alguns exemplares da raça dos elfos e os corrompeu. Usando lentas artes de tortura e magia negra, Zathroth transformou os até então belos e sábios elfos na terrível raça dos orcs, que se tornariam uma das maiores ameaças aos reinos dos homens.</p>
<p><em>Características Físicas</em></p>
<p>Orcs são mais robustos e altos que humanos, propícios a se tornarem guerreiros ferozes. Normalmente os machos medem entre 1,75m e 1,90m, e as fêmeas entre 1,60 e 1,80. Sua pele é esverdeada, dentes proeminentes e seus olhos possuem um sinistro brilho vermelho, o que os torna facilmente reconhecíveis. Os orcs costumam se alimentar de qualquer coisa que os mantenham vivos, e raramente podem ter o luxo de escolher a refeição; porém é certo que a maioria tem um gosto especial por carne fresca humana.</p>
<p><em>Habitat</em></p>
<p>Os orcs são mais freqüentemente encontrados nas profundezas; em cavernas subterrâneas e túneis inexplorados, usando-os como refúgio e para se esconder da luz do sol, que os incomoda bastante. Porém, muitos deles aprenderam a suportar a luz solar e passaram a perambular pela superfície, destruindo e saqueando o que quer que atravesse seus caminhos. De todos os reinos orcs de Pacera, o maior deles é a enorme Fortaleza Orc , localizada ao norte de Venore. Rumores dizem que lá vive o supremo Rei Orc, que comanda muitos de sua raça, arquitetando planos perversos sobre seu trono. Outros dizem ser o Rei Orc um vassalo direto do deus Zathroth, ou até mesmo ele próprio. Muitas foram as tentativas de invadir e destruir a fortaleza, mas todas falharam, com exceção de alguns grupos de aventureiros valorosos, pois esta é guardada por inúmeras torres e o maior exército de orcs jamais visto. Uma das maiores preocupações dos reinos dos homens de hoje é a ascensão da Fortaleza Orc e a possibilidade de um ataque repentino de orcs nas principais cidades. Nos covis dos orcs são freqüentemente encontradas armas enferrujadas, lixo de todos os tipos, corpos em decomposição (tanto de orcs quando de outras criaturas) e muitas outras coisas, incluindo tesouros de antigas pilhagens.</p>
<p><span id="more-442"></span></p>
<p><em>Organização Social e Militar</em></p>
<p>É comum que os orcs se agrupem em pequenas comunidades tribais, visto que raramente estes seres caóticos conseguem estabelecer um reino consistente e organizado. Como foi dito anteriormente, o único reino que conseguiu se impor entre as grandes cidades humanas foi a Fortaleza Orc. Tem sido discutida a possibilidade do Rei Orc possuir alguma influência entre os orcs de outras regiões. Porém, esta suposição é desacreditada pela maioria dos grandes sábios, ao passo de que os orcs são criaturas extremamente rebeldes mesmo entre sua própria raça, e isso tem sido, ao longo da história, uma das grandes causas para o seu declínio constante. A sociedade orc é dividida em castas, em que se obtém status usando a força. É certo que todo orc macho torne-se um guerreiro e as mulheres cuidem das crias. Logo os machos têm privilégios e poder muito maior que o das fêmeas, que ocupam papéis secundários, embora importantes. O exército orc é formado por 7 divisões diferenciadas. Em ordem de poder e respeito elas são: orcs comuns, lanceiros, guerreiros, batedores , xamãs, berserkers,  líderes e senhores da guerra.</p>
<p>Orcs &#8211; Os orcs comuns são os orcs que não receberam nenhum treinamento militar, porém, defendem seu território como um soldado quando é preciso. Em combate, costumam empunhar machados rudimentares e armaduras leves, embora possam ser encontrados utilizando qualquer tipo de objeto como arma. Devido a sua inexperiência e falta de equipamento para combate, os orcs não são um grande desafio mesmo para aventureiros iniciantes. Quando não estão em batalha, ocupam-se em diversas tarefas cotidianas, como caça, forja e criação de lobos de guerra.</p>
<p>Lanceiros &#8211; Logo após os orcs comuns, vem os orcs lanceiros, considerados a escória do exército. Os lanceiros geralmente são escolhidos entre os orcs que não se adaptam bem ao uso de machados e espadas, porém de visão aguçada. Pouquíssimos foram os orcs que se adaptaram ao uso de arcos, pois suas peles são grossas e os impedem de usá-lo; isto levou os orcs a substituir o arco pelas lanças, que requerem menos sensibilidade. Os lanceiros combatem dando apoio às tropas de infantaria, atirando lanças contra os inimigos. Apesar de negligenciados, os lanceiros estão presentes em quase todos os batalhões de orcs, visto que seu treinamento é rápido e compensador. Dentro da sociedade eles são vistos como covardes, que negaram a espada e o machado para combater à distância, temendo a morte.</p>
<p>Guerreiros &#8211; Os orcs guerreiros formam o batalhão de frente do exército. Apesar de mal treinados, eles são geralmente mais fortes e usam armas e armaduras melhores que as dos orcs comuns. Os guerreiros costumam usar sabres, machados e escudos, e alguns já foram encontrados empunhando adagas venenosas.</p>
<p>Batedores &#8211; Seguindo a ordem, seguem-se os orcs batedores, tropas de elite que utilizam lobos de guerra como montaria. Não se sabe como os orcs conseguiram domesticar estes lobos selvagens, mas rumores ditam que os xamãs desenvolveram um feitiço que hipnotiza os lobos de guerra, tornando-os obedientes aos comandos dos orcs. Independente de tais rumores, os batedores são respeitados entre a sociedade orc, pois são os únicos que conseguem montar e lutar sobre os temidos lobos. Costumam ser os primeiros a serem enviados ao campo de batalha, pois alcançam uma velocidade incrível, o que os torna excelentes para ataques rápidos e pilhagens.</p>
<p>Xamãs &#8211; Os orcs xamãs são os únicos entre os orcs que obtiveram algum sucesso na intricada arte da magia, que parece algo distante e complicado para os orcs brutais, que consideram qualquer coisa além da luta corpo-a-corpo ineficiente. A despeito disso, xamã obtiveram um grande status nas sociedades orc, tornando-se muitas vezes oráculos e líderes de tribos. Estão entre os poucos orcs que aprenderam a ler e escrever, e alguns até mantém bibliotecas particulares, guardando antigos livros de ocultismo e magia negra. Em combate os xamãs atacam à distancia, atirando mísseis de fogo letais contra os oponentes; também são capazes de se curar e invocar serpentes com sua magia, e elas o protegem até a morte. Com o tempo, decorrente a seus estudos sobre a magia, os xamãs adquiriram a capacidade de resistir ao veneno e à eletricidade, além de detectar criaturas invisíveis a olhos normais; isto os tornou uma peça importantíssima nos exércitos dos orcs.</p>
<p>Berserkers &#8211; Os orcs berserkers são guerreiros de elite altamente treinados, capazes de cortar um humano ao meio com apenas um golpe de suas alabardas. Em combate, investem contra o inimigo de tal forma que os torna dignos de seus títulos. Sua velocidade ultrapassa a de qualquer outro orc, além de possuírem uma força esmagadora. Como conseqüência de tal eficiência militar, os berserker são temidos e respeitados por qualquer outro orc abaixo deles, e gozam de altos privilégios concedidos pelo senhor local. Porém eles dispõem de pouco tempo livre em suas curtas vidas, e estão sempre defendendo seu território ou envolvidos em batalhas.</p>
<p>Líderes &#8211; São os comandantes dos exércitos orc. São muito mais inteligentes que os orcs comuns, o que os torna ainda mais cruéis. Os líderes orcs estão sempre planejando ataques e movimentando as tropas, e por isso seu poder e respeito na sociedade orc é apenas inferior ao dos senhores da guerra. Em combate os líderes são letais, sua larga experiência em guerras os tornou criaturas frias e resistentes como pedra. Avançam contra o inimigo portanto cimitarras mortais, e lançam adagas com extrema precisão. Eles também aprenderam com o tempo a adquirir um sexto sentido, o que os torna capazes de sentir corpos invisíveis. Algumas pessoas que presenciaram um líder em combate e sobreviveram afirmaram que ele seria o próprio Rei Orc que levantara de seu trono para lutar, mas tal suposição posteriormente revelou-se apenas um boato de aventureiros inexperientes.</p>
<p>Senhores da Guerra &#8211; Os mais poderosos orcs que já surgiram em Pacera. Mais furiosos que os próprios berserkers e mais poderosos que os temidos líderes, os orcs senhores da guerra espalham terror e destruição por onde quer que passem. Felizmente, existem poucos senhores da guerra na terra, visto que para se tornar um deles, o orc precisa atingir o mais alto grau de experiência e treinamento na arte do assassinato e da crueldade. Em combate são criaturas aterrorizantes, pois conseguem matar dezenas de homens com suas espadas antes mesmo que sejam vistos. Também adquiriam pontaria superior a quaisquer outros orcs, podendo arremessar shurikens em inimigos mesmo a grandes distancias. Não temem o fogo nem a luz como os orcs comuns, porém pouquíssimos foram vistos até hoje rondando a superfície, pois guardam tesouros raríssimos nas profundezas. São reverenciados como deuses pelos orcs comuns, e quando desagradados costumam punir o orc cortando sua cabeça, deleitando-se de sua morte.</p>
<p><em>Linguagem</em></p>
<p>Pouco se sabe sobre a linguagem utilizada pelos orcs. Mas é certo que eles possuem língua própria, um conjunto de grunhidos e rosnados para os que não estão habituados a ouvi-la. Os orcs não possuem um alfabeto próprio, mas usam o alfabeto humano quando, em raras ocasiões (e quando sabem), se dispõem a escrever algo; embora existam manuscritos de algumas escrituras em runas criadas pelos orcs, que parecem ainda não terem sido decifradas pelos sábios.</p>
<p>(<em>Fanfic baseada no RPG on-line Tibia. O texto &#8220;A Lenda de Ferumbras&#8221; foi escrito por Loki Flamedart da guilda Dark Souls, postado no site Tibia Brasil e editado aqui por mim para se adequar melhor à história.)<br />
</em></p>
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		<title>Diário de um Mago &#8211; 26 de maio de 2006</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 06:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aconteceu um fato tanto quanto inesperado hoje. Recebi uma mensagem de um aventureiro de outra dimensão! É um sujeito chamado Magus Rharius, da dimensão de Guardia. Até onde pude ver, o mundo dele é similar ao nosso e ele está disposto a trocar informações.  Não sei como me descobriu ou como ouviu falar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu um fato tanto quanto inesperado hoje. Recebi uma mensagem de um aventureiro de outra dimensão! É um sujeito chamado Magus Rharius, da dimensão de Guardia. Até onde pude ver, o mundo dele é similar ao nosso e ele está disposto a trocar informações.  Não sei como me descobriu ou como ouviu falar de minhas aventuras, mas sou obrigado a confessar que fiquei feliz em saber que minha fama está alcançando até outros mundos! Com certeza será muita proveitosa a troca de experiências.</p>
<p>Estando preparado, resolvi partir para as Ilhas de Gelo para caçar e aumentar minhas habilidades. No portão norte encontrei mais um sujeito sendo tostado até a morte pelas bolas de fogo de Bambi. O nome do infeliz era Nego Pro. As guardas da cidade não atacam ninguém a toa, então o que leva alguém a fazer isso? Durante o caminho até o porto que leva às Ilhas de Gelo é possível avistar o Forte Lunar, sede de uma guilda. </p>
<p><span id="more-352"></span></p>
<p>Quem faz o trajeto continente-Ilhas de Gelo, atravessando o Oceano Nórdico, é a Companhia Nórdica de Embarcações. Pelo que falei com eles, parece que seus barcos são especialmente projetados para atravessar as águas geladas e cheias de icebergs do norte.  Quem cuida do porto do continente é Nielson.</p>
<p>Normalmente caço em Folda, mas como estava sem comida, resolvi passar em Vega antes para matar alguns lobos e ursos, assim iria poder matar, trolls, minotauros e afins sem me preocupar com alimento. Quem cuida do porto em Vega é Carlson. Lá eu conheci um jovem feiticeiro chamado Kaza Keny um outro feiticeiro mais experiente conhecido como Daushin e ficamos confabulando por algum tempo.</p>
<p>Para quem não sabe, Vega é a menor da três Ilhas de Gelo. Possui somente uma caverna e o tudo o que se encontra  pelo local são coelhos, renas, lobos e ursos. Mas existe uma colina com uma bela casa em seu topo. A casa é cercada por um lindo jardim onde vivem várias renas e alguma força mágica impede que elas sejam atacadas. Mesmo runas não surtem o menor efeito. Ao lado da entrada da casa existe uma enorme caixa de correio. Intrigado e com uma idéia estranha em mente, resolvi olhar pela fechadura e eis que vejo que a construção é repleta de brinquedos! Não pude acreditar no que havia descoberto, mas as evidências não mentiam. Uma casa em uma ilha isolada, coberta de neve. Belas renas protegidas magicamente. Uma enorme caixa de correios. E muitos, muitos brinquedos. Papai Noel não só existia, como eu havia descoberto sua casa! Estarrecido com a descoberta, nem me lembro direito como peguei e fui para Folda. Quando dei por mim, Svenson já me recebia no porto da maior das três ilhas.</p>
<p>Um pouco mais calmo e com o estômago saciado, passei o resto do meu dia caçando trolls, vermes da carniça e aranhas venenosas. Ao anoitecer, acampado ao lado do porto, uma pergunta não saia da minha cabeça: “Tenho sido um bom menino?”</p>
<p><em>(Fanfic baseada no RPG on line Tibia)</em></p>
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		<title>A Torre de Feiticeiro &#8211; Cap. II &#8211; Um Novo Companheiro</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2008/11/18/a-torre-de-feiticeiro-cap-ii-um-novo-companheiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 02:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Brava História de Lord Mário H. e os Ice Knights]]></category>
		<category><![CDATA[Livro I - A Torre do Feiticeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Romances]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras Fantásticas]]></category>
		<category><![CDATA[fanfic]]></category>
		<category><![CDATA[Ice Knights]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Mário ia a frente dos dois, segurando sua espada e seu escudo, enquanto Sir Hamilton ia logo atrás segurando uma tocha e um escudo. A luminosidade era mínima na passagem rochosa, que tinha cerca de dois metros de largura por três de altura. Ambos seguiram com passos cuidadosos por algum tempo. De repente, Mário se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mário ia a frente dos dois, segurando sua espada e seu escudo, enquanto Sir Hamilton ia logo atrás segurando uma tocha e um escudo. A luminosidade era mínima na passagem rochosa, que tinha cerca de dois metros de largura por três de altura. Ambos seguiram com passos cuidadosos por algum tempo. De repente, Mário se abaixa. Sir Hamilton pergunta, assustado:</p>
<p>- O que foi? O que aconteceu?</p>
<p>- Fale baixo! – responde Mário. – E abaixe um pouco a tocha.</p>
<p>O nobre abaixa e seu escudeiro vê algo no chão de terra. Diversas pequenas pegadas, como de crianças.</p>
<p>- São de goblins. Tenho certeza. – comenta o rapaz.</p>
<p>- Dá pra saber quantos são?</p>
<p>- Não. Mas são muitos. Vamos prosseguir.</p>
<p>Eles prosseguem pela passagem, o chão de terra desaparece, cedendo lugar a um piso rochoso e andam alguns metros até que chegam a uma caverna. Ela é enorme, tendo forma circular e grandes pedras se encontram encostadas em diferentes pontos de sua parede. Exatamente no meio da caverna se encontra um poço e na parede oposta a pouca luz permite ver que há outra passagem. Mário se dirige até a beira do poço, pega uma pedra e joga em seu interior. Ouve um baque.</p>
<p><span id="more-346"></span></p>
<p>- Está seco. – ele conclui.</p>
<p>De repente, diversas criaturas surgem de trás de rochas nas paredes. Seres com cerca de um metro de altura, pele esverdeada e enrugada, narizes e orelhas pontudas. Trajavam pedaços de armaduras presas a suas roupas de couro e portavam pequenas espadas de metal, que refletiam a luz da tocha. Seus malignos olhos vermelhos brilhavam enquanto corriam em direção aos heróis, gritando:</p>
<p>- Rumanos! Rumanos! Matar eles tudo!</p>
<p>- Essa não! – comenta Mário, surpreso. – Goblins!</p>
<p>- AAAAAHHH! – berra Sir Hamilton, se entregando ao pânico. Ele solta a tocha e sai correndo de volta pela passagem pela qual entraram.</p>
<p>- Seu gordo covarde! – berra Mário. – Volte!</p>
<p>Mas ele não volta. Raciocinando rápido, Mário também corre de volta pela passagem, assim só teria que enfrentar duas das criaturas por vez. Não iria fugir como um covarde. Os pequenos e asquerosos seres param na entrada do corredor rochoso e ficam encarando o guerreiro, que está com sua arma preparada. Então surge uma grande chama atrás dos goblins. Eles se viram e começam a gritar, apavorados:</p>
<p>- Grande fogo! </p>
<p>- Ele ser bruxo! </p>
<p>- Todos correr!</p>
<p>As criaturas começam a correr de volta para suas tocas, totalmente assustadas. Mário aproveita a confusão e joga uma pedra em um dos goblins, desmaiando-o. Depois que todas as criaturas voltam para suas tocas, finalmente Mário vê o que tanto as assustou: ao Sir Hamilton largar a tocha, ela caiu sobre um monte de feno, que agora estava pegando fogo. Ele apaga a chama com sua bota, tira uma corda da sua mochila e amarra o ser que desmaiou. Assim que termina de dar o nó, espera a criatura acordar enquanto pensa. “Hamilton fugiu e não deve voltar. O que faço?”. Senta-se na beira do poço. “Com certeza aquele covarde não irá me pagar mais nada. E eu continuo sem uma moeda em meus bolsos”. Então ele tem um estalo. “Isso! Eu resgatarei a princesa sozinho e ganharei a recompensa que seria de Hamilton! Não terei que enfrentar o feiticeiro mesmo&#8230;”. Mas seus pensamentos são interrompidos pelo goblin, que desperta. </p>
<p>- O&#8230; onde tô? – a criatura acorda e vê o Mário. – AAAHH! O bruxo! O bruxo!</p>
<p>- Cale a boca! – diz Mário. – Não vou fazer nada. </p>
<p>O goblin se acalma um pouco.</p>
<p>- Cê num vai fazê nada cumigo?</p>
<p>- Não. Só te amarrei porque não quero que você fuja. – responde o guerreiro, tentando um tom de voz mais calmo possível. – Só quero algumas informações sobre seu&#8230; mestre.</p>
<p>- O bruxo véio?</p>
<p>- Deve ser esse mesmo. Sabe como posso encontrá-lo?</p>
<p>O rosto de goblin é tomado por uma expressão de pavor novamente.</p>
<p>- Lá em cima. Subindo as escada. Mas ninguém sobe lá pra cima. Fogo gigante num deixa.</p>
<p>- Fogo gigante? – Mário não entende mais nada.</p>
<p>- É. Por isso nóis não sobe.</p>
<p>Mário fica pensativo. Era óbvio que ele teria que subir as escadas de pedra da passagem adiante, sabia disso antes do goblin falar. Aquela criaturinha não tinha mais nenhuma serventia. Só havia uma coisa a ser feita. O guerreiro saca sua espada e prepara o golpe.</p>
<p>- Peraí! O que cê vai fazê? – pergunta a criatura mais assustada do que nunca.</p>
<p>- O que tem que ser feito. – responde Mário, sério.</p>
<p>O goblin fecha os olhos, suando frio. Então houve o som da espada cortando o ar em sua direção e&#8230; não sente nada? Ele abre os olhos e percebe que as cordas foram cortadas.   </p>
<p>- Ué? – diz sem entender nada.</p>
<p>- Pode ir embora. – fala o guerreiro.</p>
<p>Mas a pequena criatura verde permanece parada.</p>
<p>- Eu disse que pode ir embora. Vá!</p>
<p>O ser continua parado.</p>
<p>- O que foi? Por que continua parado? – pergunta Mário, já ficando irritado.</p>
<p>- Cê é o primero rumano que num me bate.</p>
<p>A frase tem um impacto de uma patada de Dragão aos ouvidos de Mário. Ele não esperava ouvir isso. Nem sabe o que responder. Mas então vem algo a sua mente. Apesar de idéia parecer estúpida, ele resolve levá-la adiante. Pergunta ao goblin:</p>
<p>- Qual é o seu nome?</p>
<p>- É Tazloy. – ele responde, sorrindo.</p>
<p>- Gostaria de ser meu escudeiro?</p>
<p>O goblin estranha a pergunta.</p>
<p>- Seu o que?</p>
<p>- Escudeiro. Você me ajuda em minhas aventuras e eu te pago para isso.</p>
<p>Tazloy se empolga.</p>
<p>- Paga? E paga muito?</p>
<p>Mário pensa um pouco.</p>
<p>- Hum&#8230; Uma moeda de ouro está bom?</p>
<p>O goblin parece medir se está bom. Mas qualquer um perceberia que ele está fingindo. Por fim, fala:</p>
<p>- Uma de oro mais cumida!</p>
<p>- Certo. Agora segure a tocha e vamos subir as escadas.  </p>
<p><em>(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de <a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/">RPG</a> “<a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/aventuras-fantasticas/">Aventuras Fantásticas</a>”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o <a href="http://www.nonameshideout.com/">Mario</a> jogando.)</em></p>
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		<title>A Torre de Feiticeiro &#8211; Cap. I &#8211; Rumo à Torre</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Brava História de Lord Mário H. e os Ice Knights]]></category>
		<category><![CDATA[Livro I - A Torre do Feiticeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Romances]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras Fantásticas]]></category>
		<category><![CDATA[fanfic]]></category>
		<category><![CDATA[Ice Knights]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Os animais da Floresta de Darkwood se encontravam inquietos e assustados. Não é todo dia que uma comitiva de quase trinta humanos a cavalo atravessa essas terras de grama verde e numerosas árvores. Pareciam pertencer a um exército, já que quase todos usavam a mesma armadura de placas completa e um escudo com uma letra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os animais da Floresta de Darkwood se encontravam inquietos e assustados. Não é todo dia que uma comitiva de quase trinta humanos a cavalo atravessa essas terras de grama verde e numerosas árvores. Pareciam pertencer a um exército, já que quase todos usavam a mesma armadura de placas completa e um escudo com uma letra C estilizada. Na frente de todos estavam quatro sujeitos e estes usavam roupas diferentes. O que ia mais a adiante tinha um ar de nobreza e usava belas vestes azuis. Seu cabelo negro e liso está cortado reto na altura do queixo, tem um fino cavanhaque e porta um florete a tiracolo. Ele é ninguém menos que Barinjhar, príncipe da cidade-estado de Chalice. O nobre suspira e diz:</p>
<p>- Meu caro Morval, ainda não posso acreditar no que aconteceu. Minha noiva raptada por um feiticeiro maligno!</p>
<p>Morval, um homem na casa dos quarenta, com a barba por fazer e chefe da guarda de Chalice, veste uma armadura similar à dos soldados, só que mais ornamentada. Olhando com uma certa vergonha para seu superior, fala:</p>
<p>- Eu também não, ó príncipe. Esta estrada nunca teve problemas, a não ser pelo ocasional ataque de lobos ao gado da região. Quem poderia imaginar que justo no dia em que levávamos a princesa Sarissa, filha do regente da cidade-estado de Salamonis, seríamos atacados?</p>
<p>- Isso não interessa! – diz o príncipe. – Deveria estar preparado para situações como essa!</p>
<p><span id="more-330"></span></p>
<p>- O ataque foi muito bem planejado, senhor. Viajávamos tranqüilamente quando um bando de goblins surgiu das árvores ao lado da estrada. Não nos intimidamos e fomos fazer o que tinha de ser feito: matá-los. Já fizemos isso diversas vezes, é quase uma manobra de rotina – o capitão fica com o semblante pesaroso. – Foi então que aconteceu. Enquanto lutávamos com aquelas asquerosas criaturas, apareceu no ar um feiticeiro montado em um grifo! Ficamos pasmos e ele destruiu a carruagem que levava sua noiva, erguendo-a pelas patas e subindo em direção àquela torre. – e aponta para uma sinistra construção no alto de uma colina. – Ainda mandei meus homens preparar os arcos, mas quando nos livramos dos goblins já era tarde. Ele será um oponente astuto.</p>
<p>O príncipe continua irritado:</p>
<p>- Eu não preciso ouvir essa vergonhosa história novamente! Só sei que, como o maldito feiticeiro não manifestou sobre suas reais intenções e o porquê deste ato nefasto, devemos resgatar minha adorada noiva.</p>
<p>O capitão comenta:</p>
<p>- Mas não sabemos se nossos homens serão páreo para os poderes desse feiticeiro!</p>
<p>Barinjhar abre um sorriso:</p>
<p>- Por isso mesmo que contratei esses dois bravos heróis!</p>
<p>E ele aponta para os sujeitos que cavalgavam atrás dele. Um deles era um senhor na casa dos quarenta, gordo, com um bigode marrom reto. Trajava um peitoral de ferro, um elmo com uma pena branca, um escudo metálico e uma bela espada longa ornamentada. O outro era um jovem com seus vinte e poucos anos, cabelos castanhos penteados para trás, vestia uma armadura de couro e portava uma espada e um escudo. O príncipe prosseguiu com sua fala:</p>
<p>- Enquanto nós iremos pela porta da frente da torre para negociar com o feiticeiro, quando na verdade o estaremos mantendo ocupado, esses dois corajosos homens irão entrar na construção por uma caverna aos pés da montanha. Essa entrada secreta foi revelada pelos deuses a nossos sacerdotes. Através dela, e desses homens, minha amada será resgatada! Correto, Sir Hamilton?</p>
<p>O cavaleiro de elmo enche o peito e responde:</p>
<p>- Com toda certeza, nobre senhor! Eu e meu fiel escudeiro enfrentaríamos até o próprio mago, se necessário! – ele saca sua espada e a brande no ar.</p>
<p>- Fico feliz ao ouvir essas palavras. – fala o príncipe. – Agora sei que contratei os melhores homens do meu reino.</p>
<p>Todos cavalgam por mais um tempo, até que param ao pé da colina. No alto dela se encontra uma torre feita de pedra, apontando para os céus como um dedo nefasto. Os cavaleiros ficam observando-a, como se estivessem imaginando o que fossem encontrar em seu interior. Por fim, Barinjhar anuncia:</p>
<p>- Aqui nos separamos, bravos guerreiros. Que Titan olhe por vocês!</p>
<p>- Em frente homens! – grita o capitão da guarda, e o príncipe mais seus homens cavalgam colina acima. Sir Hamilton olha para seu escudeiro e diz:</p>
<p>- Mário, vamos para a caverna!</p>
<p>*************************</p>
<p>Os dois heróis cavalgam por meia hora em uma trilha a muito não muito usada e chegam a entrada da caverna, que está coberta com algumas folhagens. Mário desce de seu cavalo e examina o local, dizendo:</p>
<p>- A caverna está escondida. Se o príncipe não nos tivesse dito que se encontrava aqui, nunca a acharíamos. – ele retira as folhas. – Ela é muito escura, vamos precisar de tochas. Sir Hamilton?</p>
<p>O escudeiro se vira e percebe que o cavaleiro está rezando. Mário suspira, aborrecido.</p>
<p>- SIR HAMILTON!</p>
<p>- AAAHH! O-o que foi? Goblins? – ele saca sua espada, assustado.</p>
<p>Mário suspira mais uma vez.</p>
<p>- Escute aqui, Hamilton. – ele fala, taxativo. – Não tenho culpa que você é um farsante e nunca lutou em toda sua vida. Mas agora estamos em uma missão e não sabemos o que nos espera caverna acima e torre adentro. Portanto, se não quiser morrer, fique atento de agora em diante e siga minhas instruções! – o escudeiro fica mais calmo.  – Amarre sua montaria em algum lugar, ela não nos acompanhará pela caverna. E acenda uma tocha.</p>
<p>- C-correto. Mas fico pensando se minha honra vale mais que minha vida&#8230;- responde o nobre.</p>
<p>Mário se vira para seu cavalo, um magnífico garanhão branco e fala em seus ouvidos:</p>
<p>- Não vou te amarrar, Vahla. Só aguarde meu retorno.</p>
<p>O cavalo relincha, como se tivesse entendido o que seu dono falou. Sir Hamilton finalmente acende a tocha. “Nem isso esse idiota sabe fazer! E pensar que sou ‘escudeiro dele. Pelo menos, paga bem” – pensa Mário. Ele ajeita sua mochila nas costas, saca sua espada, verifica o fio e arruma o escudo. Se vira para seu “mestre” e diz:</p>
<p>- Vamos! – eles adentram na caverna.</p>
<p><em>(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de <a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/">RPG</a> “<a href="http://oprotagonista.com/category/rpg/aventuras-fantasticas/">Aventuras Fantásticas</a>”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o<a href="http://www.nonameshideout.com"> Mario </a>jogando.) </em></p>
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		<title>O Mestre das Armas</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 15:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras Fantásticas]]></category>
		<category><![CDATA[fanfic]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Os três caminham pela mata fechada, com árvores altas que só deixam passar raios do Sol, que brilha acima da floresta. Um dos três é um oriental de olhos puxados, careca, trajando vestes azuis, tem uma mochila a tiracolo e uma faixa branca amarrada na cintura. Ele caminha na frente, com sua espada kataná em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os três caminham pela mata fechada, com árvores altas que só deixam passar raios do Sol, que brilha acima da floresta. Um dos três é um oriental de olhos puxados, careca, trajando vestes azuis, tem uma mochila a tiracolo e uma faixa branca amarrada na cintura. Ele caminha na frente, com sua espada kataná em punho. Cada passo é cuidadoso, evitando fazer qualquer barulho sobre o solo coberto de folhas secas. Logo atrás vem uma criança de treze anos, olhos e cabelos castanhos. Veste uma armadura de couro e segura uma espada curta. Cuidando da retaguarda, temos um sujeito de longos cabelos e barba comprida, ambos castanhos. Também veste uma armadura de couro e segura uma maça em uma mão e um escudo na outra. Seria um sujeito normal, mas possui uma longa e grossa cauda! Abrindo um sorriso, o barbudo fala para o oriental:</p>
<p>- Ei, Akira! Apesar de não sabermos nada sobre nossa mestra, ela é bonita pra caramba, né?</p>
<p>Akira se vira e pára, sério:</p>
<p>- Tazloy, não sei ao certo como nem porque viemos parar nessa ilha, mas com certeza não foi para isso! Se concentre no que temos que fazer!</p>
<p>O garoto resolve falar:</p>
<p>- Calma Akira! Já cumprimos a tarefa que ela nos passou! Passamos um mês na floresta e estamos voltando vivos pra cabana dela. Não precisamos ser radicais. O pior já passou. Certo Tazloy?</p>
<p>- Com certeza. – ele concorda.</p>
<p>Akira não se dá por vencido:</p>
<p>- Escute Luk. Você está sob minha tutela, se lembra?</p>
<p>- O quê? Agora sou aluno de Lady Elek! Ou já se esqueceu que ganhei aquele duelo contra você com um único golpe?</p>
<p>- Ora, aquilo foi sorte! E além do mais&#8230; – mas Akira pára de falar e se volta para o céu.</p>
<p>- O que foi? – pergunta Tazloy.</p>
<p><span id="more-323"></span></p>
<p>- Esse barulho&#8230; Parecem asas&#8230; algo bem grande.</p>
<p>Os três então vêem um enorme vulto passar por cima deles. Assustado, Luk pergunta:</p>
<p>- O que era aquilo?</p>
<p>- Não sei! – responde o oriental. – Mas está indo em direção à cabana de nossa sensei! Vamos!</p>
<p>Eles correm o mais rápido que podem em direção à clareira onde fica a cabana de sua mestra e, quando chegam ao local, a identificação do vulto os assusta: um enorme dragão de escamas negras. Alguns pequenos chifres saem das laterais de sua cabeça, seguidos por dois chifres bem maiores que saem do alto dela. Mas há algo que os surpreende mais. Um sujeito com uma armadura de placas completa de cor lilás, um elmo que não permite ver seu rosto e capa verde, segurando um escudo do tamanho de um homem, está, com uma mão, levantando Lady Elek. Ela, uma linda elfa de pele morena, olhos e longos cabelos negros, orelhas pontudas e trajando uma simples veste de couro, tenta se livrar da potente mão que aperta seu pescoço, mas não consegue. Após alguns minutos, desmaia, provavelmente morta por sufocamento. Só então os três se recuperam. Akira é o primeiro a fazer algo, correndo em direção ao sujeito de armadura, enquanto grita:</p>
<p> &#8211; Shinê!</p>
<p>O homem de armadura nota a aproximação do bravo guerreiro, mas permanece parado. Akira então desfere um poderoso golpe com sua espada bem no peito do adversário, mas percebe que sua espadada sequer arranhou a armadura de seu inimigo. Este, com uma voz poderosa, diz:</p>
<p><strong>- Tolo! Achou que poderia me derrotar?</strong></p>
<p>Akira então toma um tapa que quase arranca sua cabeça e desmaia.</p>
<p>Quando acorda, sentindo uma enorme dor, encontra Tazloy desmaiado junto a uma árvore. Procura por Luk, mas não o encontra em lugar algum. O enorme dragão negro ainda está no lugar em que pousou, mas ele não parece se importar muito com a presença de Akira. Então ele corre até Lady Elek. Ajoelhando-se e levantando a cabeça dela, ele pergunta, preocupado:</p>
<p>- Sensei! A senhora está bem?</p>
<p>Ela abre os olhos e diz, com esforço:</p>
<p>- Akira&#8230; minhas armas&#8230; na cabana&#8230; pegue&#8230; – e desmaia novamente. Ele tenta acordá-la, mas não consegue. </p>
<p>Resolve pegar as armas na cabana e, entrando nela, encontra mais uma vez o sujeito de armadura. Ele se encontra pegando todas as armas que estavam penduradas na parede e as está colocando em uma grande sacola de pano. “Será que ele sabe que essas armas são mágicas?” – pensa Akira. Mas então o oriental tem um plano. Pega uma corda na sua mochila e faz um laço, enquanto aguarda que seu adversário acabe de recolher as armas. Assim que ele acaba, Akira joga sua corda e enlaça a sacola, puxando-a com toda sua força. O vilão, surpreso, vira-se e, mais surpreso, diz:</p>
<p><strong>- Já despertou? Acho que lhe subestimei&#8230; Mas isso não acontecerá novamente!</strong></p>
<p>E para o espanto da Akira, um enorme martelo de guerra se materializa na mão de seu inimigo. Como se isso não bastasse, ele ainda vem voando em sua direção! Pensando rápido, nosso herói tira o laço da sacola e espera o sujeito se aproximar. Quando ele está bem perto, Akira se desvia pulando para o lado e arremessa o laço em um dos pés do vilão. Mais uma vez puxando com força, usa contra seu inimigo o próprio impulso do vôo e o arremessa contra uma das paredes da cabana, que desaba com o impacto. Aproveitando o tempo que ganhou, pega a sacola e começa a correr o máximo que pode. Mas não ganhou tanto tempo assim, pois mal Akira se aproxima da floresta, seu adversário já se encontra voando vários metros acima do chão.</p>
<p><strong>- Maldito! Agora me irritou de verdade!</strong></p>
<p>E ao fim dessas palavras, de seu martelo sai um raio em direção ao oriental, que apesar de desviar do raio, é arremessado longe pela explosão que ele causa. Mas, para a sorte de Akira, é arremessado em direção a floresta. Ele se levanta rápido e continua a correr. Após uma boa corrida, já considera que despistou o vilão. Mas então o mesmo se materializa na sua frente! Levanta-se e começa a correr na direção oposta, mas ele surge na sua frente de novo! Vira para outra direção, mas seu adversário já está lá! Sem saída, enfia a mão em seu bolso e retira uma bomba de fumaça, que atira ao chão. Usufruindo a chance, Akira se esconde em um tronco de árvore que, apesar de oco, permanece em pé. Um pequeno buraco o permite ver o que acontece do lado de fora. Com um gesto, seu inimigo dispersa a fumaça e começa a olhar atentamente em volta. Quando o sujeito de armadura bate o olho no tronco onde Akira está escondido, começa e vir em direção a ele! Amaldiçoando seu azar, o guerreiro começa a subir pelo tronco, para fugir por cima dele, mas um golpe de martelo derruba seu esconderijo e acaba com seus planos. Quando já está quase saindo, o martelo destrói parte do tronco, a centímetros da cabeça de Akira! Desesperado, ele começa a recuar, com o martelo batendo cada vez mais perto. Finalmente sai, e encontra seu inimigo em pé na sua frente.</p>
<p>- <strong>Deveria matá-lo.</strong> – ele fala, fazendo um frio percorrer a espinha do oriental. – <strong>Mas você se mostrou um adversário inteligente. Portanto, irei poupá-lo. Só peço que me entregue as armas.</strong></p>
<p>Akira se levanta e diz, com firmeza:</p>
<p>- Nunca! Terá que me matar!</p>
<p>- <strong>Você pediu por isso.</strong></p>
<p>E com um golpe de seu martelo, o vilão derrota Akira.</p>
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