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Anjos: a Missão

Os servos de Deus para Storyteller

Os anjos são mortais que serviram bem ao Criador em sua vida terrena e acabam sendo recrutados para seu Exército Divino. Após o recrutamento, no qual adquirem seus novos poderes e aprendem a utilizá-los, recebem suas armas e descem à Terra para cumprir determinadas missões. Elas são dos mais variados tipos, mas as mais comuns envolvem ajuda aos fiéis e punição de hereges. Cumprida a missão, retornam ao Céu, aonde aguardam o próximo trabalho.

Ao tornar-se um servo de Deus, o antes mortal recebe uma nova característica: a Divindade. Através do gasto desse atributo é que anjo pode utilizar seus poderes. Ela serve também para determinar a Posição Divina à qual ele pertence. Em jogo, funciona como a Força de Vontade, onde os quadrados marcam quanto você tem no momento e as bolinhas quanto você tem realmente. Como os vampiros, podem usá-la para curar ferimentos agravados à razão de um ponto por nível. Anjos só recebem dano agravado de criaturas/objetos com humanidade (ou algo equivalente) igual ou inferior a cinco. A Divindade é recuperada em um ponto por dia.

Vale lembrar que anjos não envelhecem e podem curar-se descansando (como mortais). Aos Domingos e dias santos, anjos ganham um ponto em TODOS os seus atributos.

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Diário de Um Mago – 25 de maio de 2006

Ainda me recuperando em Carlin, conheci um feiticeiro mais novo que eu chamado Theizon Diel. Ele iria caçar esqueletos–demônios e me convidou para participar da empreitada. Como eu havia acabado de morrer para esqueletos, recusei o convite. Não sabia se ficava admirado com sua coragem ou tinha dó de sua ousada pretensão, mas ele comprou algumas runas de Cura Máxima e partiu para sua jornada. Tomara que seja bem sucedido. Também conheci uma bela garota chamada Thata Angel e, como bom cavalheiro que sou, lhe dei flores. Ela gostou e conversamos um pouco sobre amenidades. Desde que minha segunda esposa deixou este mundo (da primeira eu me separei) não me envolvi com mais ninguém. Não que sinta algo pela garota que conheci hoje, mas foi algo que me peguei pensando.

Após meu mortal encontro com o sacerdote maligno e necromante, achei que este é um bom momento para compilar meus estudos sobre os deuses. Aqui vão as informações que consegui com a sacerdotisa Tibra sobre eles.

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A Torre do Feiticeiro – Prólogo

No ano 285 após o Caos, o Rei Pindar de Chalice, sabendo que seu corpo envelhecido não veria mais tantos verões e temeroso do avanço do Mal, resolveu providenciar segurança para seu povo após sua morte. Conhecedor de que uma pequena cidade-estado como Chalice não poderia permanecer de pé sozinha por muito tempo, ele pensou em uma aliança com a poderosa Salamonis. O Rei Salamon tinha uma filha com a mesma idade do filho de Pindar e então arranjou-se um casamento. Mas antes que o Príncipe Barinjhar e a adorável Sarissa pudessem se casar, a Princesa foi raptada durante a viagem em que ia conhecer seu futuro esposo. O autor do rapto foi Xortan Throg, um maléfico feiticeiro que habitava as profundezas das florestas ao norte do Rio Bagre.

O Rei Pindar logo convocou seus conselheiros. Chalice estava em grande perigo, pois certamente Salamonis ficaria enraivecida pelo pouco cuidado tomado com a sua princesa, e como uma cidade tão pequena poderia ter a esperança de fornecer guerreiros suficientes para vencer o poderoso feiticeiro? E sua torre de pedras parecia capaz de rechaçar todos os exércitos da Allansia. Em desespero, foi sugerido que o rei contratasse um aventureiro selecionado entre homens experientes, o tipo de pessoas para quem os riscos não são grandes demais e matar feiticeiros é somente um trabalho rotineiro…

(baseado no livro “Dungeoneer”, de Marc Gascoigne e Pete Tamlyn. Esse livro por sua vez é baseado no cenário de RPGAventuras Fantásticas”, desenvolvido por Steve Jackson e Ian Livingstone. Por sua vez esse romance também de baseia em uma campanha de RPG que no seus primórdios só contava comigo e o Mario jogando.)

Diário de um Mago – 24 de maio

Um dia de grandes e mortais descobertas!

Tudo começou calmamente ainda na cidade de Carlin. Continuando minhas investigações sobre Ferumbras, falei com mais pessoas na cidade. O professor Philip me disse que “ele é um seguidor do mal. Seus poderes vinham de uma força sinistra e ele abandonara as restrições humanas havia muito tempo”. Já Alia, a noviça, me repreendeu dizendo “nunca mencione esse nome dentro do templo”.

Fui então ao Depósito arrumar minhas coisas e aproveitei para fazer uma contagem de tudo que eu tenho. Gosto de guardar tranqueiras de valor sentimental. Tenho diversas mochilas em Thais cheias de objetos de utilidade duvidosa. O que eu tenho em Carlin é:

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Diário de um Mago – 23 de maio

Ainda em Carlin, aproveitei minha estadia para organizar o que descobri até agora sobre Ferumbras. A primeira vez que fiquei sabendo da sua existência foi em dois textos escritos por Tuxaum Ricardaum, sábio da guilda conhecida como Dark Souls. Eles explicam sua origem e boatos acerca de seu retorno. O que relato a seguir possui elementos desses textos com descobertas minhas.

A LENDA DE FERUMBRAS

Há muito tempo atrás, quando o continente de Tibia não havia sido totalmente explorado, além de Rookgaard só havia a cidade de Thais e as únicas terras mapeadas iam até as Planícies de Havoc. Nessa época um aventureiro chamado Futertive chegou quase morto na cidade dizendo que havia escapado por pouco de um poderoso demônio capaz de invocar lordes dragões, warlocks e até mesmo outros demônios! Todos acharam que seus relatos eram delírios causados pelos ferimentos e não deram a devida atenção.

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Diário de um Mago – 22 de maio

Fui acordado pela aproximação de uma aranha venenosa! Por sorte ela estava ainda longe e consegui eliminá-la antes de ser picado. Preciso lembrar de nunca mais acampar naquela ilhota…

A viagem até Carlin foi calma, sem nenhuma criatura me atacando. Mas preferia ter sido atacado a ver o que eu vi.

Tenho a estranha mania de visitar cemitérios e ficar lendo suas lápides. Não sei muito bem porque faço isso, mas deve ter a ver com algo que ouvi uma vez: “Todos param para ver quando alguém morre para ter certeza de não são eles que jazem no chão”.

Após olhar os túmulos, entrei no velório para ver se alguém estava sendo velado e eis que encontro ao lado de um dos caixões um buraco levando a uma passagem subterrânea! Apesar de estar sem tochas no momento, não podia deixar de verificar a violação de um local tão sacro para nós humanos, de modo que soltei um feitiço de Luz Maior e imediatamente pulei lá dentro.

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Diário de um Mago – Ainda 21 de maio

Droga, fiquei com vontade de escrever mais e perdi o sono…

Nem tenho muitas coisas para relatar desde fechei este tomo pela última vez, mas vou anotar aqui meu atual equipamento só para ver se sossego e consigo dormir um pouco, pois a jornada daqui a até Carlin não é curta e posso encontrar goblins e amazonas no caminho.

Pois bem, atualmente eu uso um Elmo de Ferro, uma Armadura Nobre, um Escudo do Observador, um Cajado de Sopro de Dragão, Proteção de Placas nas pernas e botas comuns. Também possuo em Colar de Bronze.

Assim que for possível visitar Thais (estou com saudades de lá), relaciono aqui todos os livros que possuo, o que descobri até agora sobre Ferumbras e transcreverei um antigo livro meu: “O Tratado de Ética Tibiana”.

Vamos ver se finalmente durmo.

(Fanfic baseada no RPG on-line Tibia)

Diário de um Mago – 21 de Maio

(Eu, Axel Wolferic, feiticeiro do mundo de Pacera, nascido em Rookgard, cidadão de Thaís e atualmente residindo em Carlin, resolvi a partir de hoje registrar minhas aventuras pelo continente de Tibia.)

Acordei de uma noite de sono não muito tranqüila nas cavernas de Folda, uma das Ilhas de Gelo. Não se pode dormir tranqüilamente sabendo que a qualquer momento um verme da carniça pode vir atacá-lo. Mas mesmo assim pude desfrutar de um breve descanso.Resolvi caçar alguns orcs em busca de ouro. Decidi juntar as dez mil peças necessárias para que eu receba pelo uma das cinco bênçãos que os sábios de Pacera oferecem. Dizem que elas nos ajudam na hora em que morremos e como venho percebendo que minha busca pelos restos de Ferumbras se torna mais perigosa a cada dia que passa, toda ajuda se torna válida.

Após uma bem sucedida caçada, voltei para Carlin a fim de comprar alguns mantimentos e me inteirar de possíveis novidades, mas não achei nada de meu interesse. Foi então que conversando com alguns contatos na cidade, percebi que já me encontrava em condições de partir em direção à Kazordoon, a cidadela subterrânea dos anões. De todas as grandes cidades (e outras nem tão grandes assim) do continente de Tibia, essa é a única que não visitei ainda. Como fui bem recebido até na cidade dos elfos, imaginei que não teria grandes problemas com os anões. Sim, eu sei que eles guardam ferozmente a Ponte dos Anões, mas pensava que em sua cidade as coisas poderiam ser diferentes.

Ledo engano de minha parte. Para começar, a cidade não possui uma entrada sinalizada ou fácil de ser encontrada. O mapa que possuo indica onde ela fica, uma cadeia de montanhas e cavernas. Imaginei que não pudesse ser uma busca fácil e deixei meu dinheiro e itens caros no depósito de Carlin, assim caso eu viesse a perecer, minhas perdas seriam mínimas.

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Jacó de Oliveira

(personagem de World of Darnkess: Sorcerer. Utiliza regras opcionais publicadas em “Temporada de Caça” e na “Dragão Brasil # 56 – Feiticeiros”)

Natureza: Samaritano
Comportamento: Confidente
Conceito: Estudante/Ocultista
Idade: 18 anos

Atributos: Força 2, Destreza 3, Vigor 2, Carisma 4 (Camaradagem), Manipulação 2, Aparência 2, Percepção 5 (Sentimentos), Inteligência 2, Raciocínio 3

Habilidades: Prontidão 2, Esquiva 2, Expressão 2, Empatia 1, Empatia com Animais 1, Etiqueta 1, Ofícios 1, Acadêmicos 1, Computador 2, Investigação 1, Linguística 1 (Latim), Medicina 1, Ocultismo 2, Ciência 2

Habilidades Secundárias: Perscrutar 1, Ventriloquismo 1, Meditação 2, Pesquisa 2, Hipnotismo 2, Cosmologia 1, Cultura Mística 1, Enigmas 1

Qualidades e Defeitos: Bom-senso, Complexo de Inferioridade

Linhas de Atuação: Chamados 1, Conjuração 2, Precognição 2

Antecedentes: Recursos 1, Biblioteca 1, Aliados 1 (Fabiana), Contatos 1 (Sr. Garcia)

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Rogério Saladino

(entrevista realizada em 2003, quando Saladino era editor-assistente da Dragão Brasil. Atualmente ele é um dos editores da Marvel pela Panini Comics e colaborador de Dragon Slayer.)

Alessio – Gostaria que falasse um pouco sobre seu passado, onde nasceu, no que é formado, o que fazia antes de trabalhar com RPG
Saladino – Bom, sou nativo aqui de São Paulo mesmo, capital. Freguesia do Ó, pra ser mais específico ainda. Nasci em 1971, sou veião já, tô cruzando o… o carro. E sou formado em jornalismo pela Faculdade Casper Líbero, Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero e já trabalhei com outras coisinhas envolvendo jornalismo. Já trabalhei com assessoria de imprensa… Mas aí apareceu a oportunidade de trabalhar na revista Dragon Magazine, da Abril, da Editora Abril. Eles tavam começando a trabalhar com RPG eles queriam alguém que conhecesse a revista. E na época eu colecionava a Dragon Magazine.

Alessio – E você já trabalhava na Abril?
Saladino – Não, não. Eu trabalhava na acessoria de imprensa e nessa acessoria de imprensa tinha pessoas que trabalhavam na Abril. E esse pessoal “Porra, conheci um amigo meu que trabalha lá na Abril e que precisa de alguém que conhece, que jogue RPG“. Aí eu falei “Eu conheço”. “Aí então vai lá e fala com ele.” Aí beleza, eles tavam desesperados, com a revista pra sair daí há um mês, dois meses e não sabiam nada do assunto. Pegaram, falaram “ô você quer vir aí”, conversei com ele, tudo e fiquei lá pra trabalhar com a revista.

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