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	<title>O Protagonista 2.0 &#187; Rua Augusta</title>
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		<title>Sexo, Suor e Samba (e Rock´n Roll!)</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2010/02/22/sexo-suor-e-samba-e-rock%c2%b4n-roll/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
“Esse ano eu vou sair de diabo
Já tenho o chifre
Só falta o rabo
Mas se você me der o rabo
Vou de diabo pra curtir o Carnaval”
- Velhas Virgens, “A Marcha do Diabo”

Parecia mais uma noite comum no Inferno, balada rocker na Rua Augusta, mas na fila já temos sinais de que algo está&#8230; diferente, por assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em> </em></p>
<p style="text-align: right;"><em></em><em>“Esse ano eu vou sair de diabo<br />
</em><em>Já tenho o chifre<br />
</em><em>Só falta o rabo<br />
</em><em>Mas se você me der o rabo<br />
</em><em>Vou de diabo pra curtir o Carnaval”<br />
</em><em>-</em> <a title="Site oficial da banda." href="http://www.velhasvirgens.com.br/">Velhas Virgens</a>,<em> “A Marcha do Diabo”</em>
</p>
<p style="text-align: left;">Parecia mais uma noite comum no <a title="Site oficial da balada." href="http://www.infernoclub.com.br/" target="_blank">Inferno</a>, balada rocker na <a title="Mais sobre a Rua Augusta no meu site." href="http://oprotagonista.com/?s=Rua+Augusta" target="_self">Rua Augusta</a>, mas na fila já temos sinais de que algo está&#8230; diferente, por assim dizer. Podemos ver um cara fantasiado de <a title="Mais sobre o Chapolim no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/El_Chapul%C3%ADn_Colorado" target="_blank">Chapolin</a>, uma guria com um daqueles colares de flores. Entrando no no local, tudo parece normal, mas após algum tempo começa a tocar algumas marchinhas de Carnaval antigas. É “alalaô” pra cá, “se você pensa que cachaça é água” pra lá. Então finalmente sobe ao palco a atração da noite, a banda Velhas Virgens. O vocalista Paulão está fantasiado de diabo e o resto da banda parece q fugiu de algum baile do Havaí. Então eles começam a tocar MAIS MARCHINHAS DE CARNAVAL!</p>
<p>O que está acontecendo? Estamos em um<a title="Veja e tenha medo." href="http://www.youtube.com/watch?v=mRbvDKAtZl4" target="_blank"> universo paralelo</a>? É um episódio do <a title="Mais sobre essa série no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Twilight_Zone" target="_blank">Twiligth Zone</a>? Não. É pura e simplesmente o Carnavelhas, uma singela homenagem da banda Velhas Virgens aos sambas sacanas e aos bailes das antigas. Mais que isso, é um verdadeiro baile de Carnaval, com confete, serpentina, gente sambando de indicador levantado, gente passando mal porque bebeu demais, e por aí vai. São roqueiros curtindo o carnaval mais que muito sambista por aí.</p>
<p><span id="more-699"></span></p>
<p>Fui à edição do ano passado do Carnavelhas, mas o excesso do álcool no sangue não me permitiu lembrar muita coisa do show (nada que eu nunca tenha feito antes). Esse ano resolvi beber menos. Nunca fui de pular Carnaval e dessa vez resolvi observar mais “antropologicamente” a parada toda.</p>
<p>Não é um show comum do Velhas, eles até tocam músicas próprias, mas todas são &#8220;de carnaval&#8221;. Nada do setlist de sempre. E há covers, muitos covers. Esse ano eles fizeram uma homenagem aos 100 anos do <a title="Mais sobre Adoniran Barbosa." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adoniran_Barbosa" target="_blank">Adoniran Barbosa </a>(coisa que NENHUMA Escola de Samba Paulistana fez), tocando versões rock de algumas músicas dele. Mas estilo baixo e as atitudes machistas que fizeram a história da banda estão tão presentes como nunca. Palavrões, garotas se agarrando, cerveja e whiskey molhando o palco, homenagens ao CUríntia&#8230; Tudo isso está lá.</p>
<p>Particularmente, achei o maior barato ver conhecidos meus que dizem “odiar o carnaval” pulando ao som de “Maria Sapatão” e cantando em alto e bom som o “Samba do Ernesto”. Um amigo meu vive me dizendo que sou uma mistura de <a title="Mais sobre Cartola." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cartola_(compositor)" target="_blank">Cartola </a>com <a title="Site oficial do Rei." href="http://www.elvis.com/" target="_blank">Elvis</a> e nessa noite eu consegui entender. Se ano que vem eu não viajar, estarei no Inferno para o próximo Carnavelhas!</p>
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		<title>HyFY na festa do Zona Punk</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2009/08/28/hyfy-na-festa-do-zona-punk/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 09:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Banda toca um festival realizado pelo site
O site de música independente Zona Punk comemora 10 anos está realizando uma série de festas em comemoração a esta data tão importante. E a próxima delas é dia 28/08 (sexta-feira) no Outs, tradicional balada rocker de São Paulo.
Com o tema &#8220;Girls Just Wanna Have Zona Punk&#8221;, só bandas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Banda toca um festival realizado pelo site</em></p>
<p>O site de música independente <a href="http://www.zonapunk.com.br/" target="_blank">Zona Punk</a> comemora 10 anos está realizando uma série de festas em comemoração a esta data tão importante. E a próxima delas é dia 28/08 (sexta-feira) no Outs, tradicional balada rocker de São Paulo.</p>
<p>Com o tema &#8220;Girls Just Wanna Have Zona Punk&#8221;, só bandas com vocalistas femininas tocarão no dia. Teremos Move Over, Depois do Fim, Mecanika e  HyFY. O HyFY  volta para a Rua Augusta para mostrar seu &#8220;hardcorepopunderground&#8221;, com direito ao seu sucesso &#8220;Dessa Vez&#8221;. Hell (vocal), Marcus (guitarra), Maira (baixo) e Henrique (bateria) estão fazendo um show atrás do outro e prometem subir ao palco com a mesma energia de &#8220;Ponto Inicial&#8221;, seu álbum de estréia.</p>
<p>A festa ainda conta com discotecagem de Wlad Cruz (Zona Punk), Valentim e Tati.</p>
<p><strong><em>Serviço:</em></strong><em><br />
Clube Outs &#8211; Rua Augusta, 486, (11) 2867-6050<br />
A partir das 23 horas &#8211; R$13,00 </em></p>
<p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-610" title="outs" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/08/outs-280x396.jpg" alt="outs" width="280" height="396" /></p>
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		<title>Martiataka lança álbum novo!!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 22:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festa em São Paulo com participação do Forgotten Boys
Esqueçam o frio e a chuva que castigam a cidade e anotem em suas agendas: dia 22 de agosto duas das melhores bandas nacionais em atividade vão tocar no Inferno, notória casa noturna rocker da Rua Augusta.
Na estrada desde 1998, O Forgotten Boys continua sua turnê do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Festa em São Paulo com participação do Forgotten Boys</em></p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-602" title="a-moda-do-caos-net" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/08/a-moda-do-caos-net-280x280.jpg" alt="a-moda-do-caos-net" width="280" height="280" />Esqueçam o frio e a chuva que castigam a cidade e anotem em suas agendas: dia 22 de agosto duas das melhores bandas nacionais em atividade vão tocar no Inferno, notória casa noturna rocker da Rua Augusta.</p>
<p>Na estrada desde 1998, O Forgotten Boys continua sua turnê do álbum &#8220;Louva-a-Deus&#8221;. Gustavo Riviera (guitarra e vocal), Flavio Cavichioli (bateria), Zé Mazzei (baixo e violão) e Paulo (teclado) sobem ao palco com seu som original e inusitado, com uma grande influência de MC5, Stooges, Ramones e Johnny Thunders.</p>
<p>Já o Martiaka lança seu novo álbum: &#8220;A Moda do Caos&#8221; e quer mostrar aos seus fãs que eles não perdem por esperar. Del Guiducci (vocal), Fabrício Barreto (guitarra), Jim Salomão (baixo), Frango Fonseca (bateria) e Fausto Coimbra (guitarra) continuam mostrando seu trabalho com fortes influências do rock sueco misturado com letras que grudam na mente e riffs crus.</p>
<p>Portanto se você é um destes que acha que o rock nacional é somente mais do mesmo, com bandas pop reclamando das mazelas de um amor perdido, perca essa noite de sono no Inferno e fique feliz ao perceber que estava errado!</p>
<p><em>Serviço:<br />
Inferno Club &#8211; Rua Augusta, 501 &#8211; Consolação &#8211; São Paulo &#8211; Tel.: 3120-4140.</em></p>
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		<title>Hy-Fy comanda noite feminina no Inferno!</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2009/08/04/hy-fy-comanda-noite-feminina-no-inferno/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 09:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hy-Fy, Orgânica e Move Over dividem palco em São Paulo
Três bandas. Três vocalistas femininas. E muito rock´n roll! Essa foi a fórmula que rolou no Inferno na última sexta-feira (25/07). Uma das mais notórias casas de show de São Paulo mais uma vez abriu suas portas para novas bandas do cenário pop-rock nacional e quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hy-Fy, Orgânica e Move Over dividem palco em São Paulo</em></p>
<p>Três bandas. Três vocalistas femininas. E muito rock´n roll! Essa foi a fórmula que rolou no Inferno na última sexta-feira (25/07). Uma das mais notórias casas de show de São Paulo mais uma vez abriu suas portas para novas bandas do cenário pop-rock nacional e quem compareceu não se arrependeu de sair de casa na chuva e frio que castigavam a cidade nesse dia.</p>
<div id="attachment_592" class="wp-caption alignright" style="width: 251px"><img class="size-medium wp-image-592" title="inferno01" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/08/inferno01-480x360.jpg" alt="Hell." width="241" height="180" /><p class="wp-caption-text">Hell.</p></div>
<p>Diretamente de Bauru, o Move Over abriu o palco da noite tocando seu indie rock. Adriane Santana (voz), Leandro Tenório, Rafael Gomes (baixo) e Bruno Bolsoni (guitarra) mostraram as músicas de seu primeiro álbum, &#8220;Ir Além&#8221; (2005), e algumas músicas do futuro álbum.</p>
<p>Com uma  certa expectativa dos fãs, o Orgânica subiu ao palco para lançar seu novo álbum. Candyda (vocal), Bacalhau (bateria), Ortega (guitarra) e Cyro (baixo) tocaram suas músicas engajadas e o público não deixou por menos, agitando sem parar em frente ao palco.</p>
<div id="attachment_593" class="wp-caption alignleft" style="width: 182px"><img class="size-thumbnail wp-image-593" title="inferno052" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/08/inferno052-280x373.jpg" alt="Maira." width="172" height="228" /><p class="wp-caption-text">Maira.</p></div>
<p>Eis então o momento da principal atração da noite, o Hy-fy!   Tocando as músicas de seu álbum de estréia &#8220;Ponto Inicial&#8221;, Hell (vocal), Marcus (guitarra), Maira (baixo) e Henrique (bateria) estavam afiadíssimos e todos puderam comprovar porque a banda cresce cada vez mais. O repertório &#8220;hardcorepopunderground&#8221; foi destilado com as músicas &#8220;Outro Lugar&#8221;, &#8220;Acredite em mim&#8221;, &#8220;Melhor Assim&#8221;, &#8220;Não Perdemos Nada&#8221;, &#8220;Dessa Vez&#8221;, &#8220;Me Encontrar&#8221;, &#8220;Ponto Inicial&#8221; e ainda um cover de &#8220;Time After Time&#8221;. Marcus não parou por 1 minuto sequer, indo e um lado a outro do palco o tempo todo e quem achava Hell tímida ao conversar com a platéia entre uma música e outra se surpreendia com seu vigor quando as músicas começavam.  Maira e Henrique ficaram mais na deles, mas mandaram ver no som!</p>
<div id="attachment_594" class="wp-caption alignright" style="width: 181px"><img class="size-thumbnail wp-image-594" title="inferno08" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/08/inferno08-280x373.jpg" alt="Rafael." width="171" height="227" /><p class="wp-caption-text">Henrique.</p></div>
<p>Por fim o show se encerrou com uma homenagem a Breno, baixista do Condessa Safira, que faleceu na madrugada de quinta para sexta-feira. O Hy-Fy se despediu de todos ao som de &#8220;I Remember You&#8221;, do Skid Row.</p>
<div id="attachment_596" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><img class="size-thumbnail wp-image-596" title="inferno032" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/08/inferno032-280x210.jpg" alt="Hell e Marcus." width="280" height="210" /><p class="wp-caption-text">Hell e Marcus.</p></div>
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		<title>Nem o frio espanta fãs da Baranga!</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2009/05/20/nem-o-frio-espanta-fas-da-baranga/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 05:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Banda agita o Inferno em sábado friorento
16 de maio de 2009 foi uma das noites mais frias do ano na cidade de São Paulo, com os termômetros marcando 12°C. Mas se você estivesse dentro do Inferno, famosa casa de shows da Rua Augusta, diria que os esses termômetros estavam errados. Rapazes de camiseta (alguns até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Banda agita o Inferno em sábado friorento</em></strong></p>
<div id="attachment_520" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><img class="size-thumbnail wp-image-520" title="inferno03" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/05/inferno03-280x373.jpg" alt="Soneca." width="165" height="219" /><p class="wp-caption-text">Soneca.</p></div>
<p>16 de maio de 2009 foi uma das noites mais frias do ano na cidade de São Paulo, com os termômetros marcando 12°C. Mas se você estivesse dentro do Inferno, famosa casa de shows da Rua Augusta, diria que os esses termômetros estavam errados. Rapazes de camiseta (alguns até sem a mesma!), mocinhas com seus belos ombros de fora e cerveja gelada rolando adoidado. E qual o motivo de tamanha agitação em plena madrugada friorenta?</p>
<p>Mais uma apresentação da Baranga!</p>
<p>Era quase 1 da manhã quando a banda subiu ao palco e o público presente agitou com a banda durante toda a apresentação. Xande (guitarra e vocais), Deca (guitarra), Soneca (baixo) e Paulão (bateria) tocaram músicas de seus três álbuns: &#8220;Baranga&#8221; (2003), &#8220;Whiskey do Diabo&#8221; (2005) e &#8220;Meu Mal&#8221; (2007).</p>
<div id="attachment_530" class="wp-caption alignleft" style="width: 237px"><img class="size-thumbnail wp-image-530" title="inferno09" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/05/inferno09-280x210.jpg" alt="Paulão." width="227" height="170" /><p class="wp-caption-text">Paulão.</p></div>
<p>Como sempre, abriram o show com &#8220;Filho Bastardo&#8221; e encerraram com &#8220;Meu Mal&#8221;, mas pudemos ouvir também &#8220;Tudo que eu Tenho na Vida&#8221;, &#8220;Garçom&#8221;, &#8220;El Fuego Del Infierno&#8221;, &#8220;Garota Rocker&#8221; &#8220;Jóia Rara&#8221; e &#8220;Pirata&#8221;. O público não só cantou quase todas as músicas junto como fez questão de atender ao chamado de Xande para o tradicional &#8220;bate-cabeça&#8221;.</p>
<p>Depois a banda Claustrofobia subiu ao palco e não deixou por menos, mandando um tapa na orelha de todos com seu Black metal rápido e pesado.</p>
<div id="attachment_523" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><img class="size-thumbnail wp-image-523" title="inferno05" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/05/inferno05-280x373.jpg" alt="Xande." width="165" height="220" /><p class="wp-caption-text">Xande.</p></div>
<p>Rock´n Roll para todos os gostos, o som perfeito, mulher bonita de monte, bebida no ponto&#8230; Quem realmente ia lembrar do frio do lado de fora?</p>
<div id="attachment_525" class="wp-caption alignleft" style="width: 175px"><img class="size-thumbnail wp-image-525" title="inferno07" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/05/inferno07-280x373.jpg" alt="Denga." width="165" height="219" /><p class="wp-caption-text">Deca.</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Inferno abre suas portas para a Baranga!</title>
		<link>http://oprotagonista.com/2009/05/14/o-inferno-abre-suas-portas-para-a-baranga/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 04:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tradicional casa de shows paulistana Inferno Club recebe neste sábado (16/05) a banda Baranga. Com Xande na guitarra e vocais, Deca na guitarra, Soneca no baixo e Paulão na bateria, o premiado grupo vai agitar a noite da Rua Augusta com seu som sacana e pesado tirado de seus três álbuns: &#8220;Baranga&#8221; (2003), &#8220;Whiskey [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_506" class="wp-caption alignright" style="width: 252px"><img class="size-thumbnail wp-image-506" title="baranga" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/05/baranga-280x345.jpg" alt="Baranga." width="242" height="297" /><p class="wp-caption-text">Baranga.</p></div>
<p>A tradicional casa de shows paulistana <a title="Site oficial da balada." href="http://www.infernoclub.com.br/" target="_blank">Inferno Club</a> recebe neste sábado (16/05) a banda<a title="Site oficial da banda." href="http://www.barangarock.com.br/" target="_blank"> Baranga</a>. Com Xande na guitarra e vocais, Deca na guitarra, Soneca no baixo e Paulão na bateria, o premiado grupo vai agitar a noite da <a title="Mais sobre a Rua Augusta aqui no site." href="http://oprotagonista.com/tag/rua-augusta/" target="_blank">Rua Augusta</a> com seu som sacana e pesado tirado de seus três álbuns: &#8220;Baranga&#8221; (2003), &#8220;Whiskey do Diabo&#8221; (2005) e &#8220;Meu Mal&#8221; (2007).</p>
<p>Com um público já cativo e fiel, espere para ouvir a galera cantando junto músicas como &#8220;Pirata do Tietê&#8221;, &#8220;Filho Bastardo&#8221;, &#8220;Tudo que eu Tenho na Vida&#8221; e outras porradas dessa banda que não abre mão do humor em suas letras.</p>
<p>Junto com a Baranga tocará também a banda <a title="Claustrofobia no My Space." href="http://www.myspace.com/claustrofobia" target="_blank">Claustrofobia</a>.</p>
<p><em>(texto também publicado no site <a title="Blog O Analítico" href="http://blig.ig.com.br/oanalitico/2009/05/14/o-inferno-abre-suas-portas-para-a-baranga/" target="_blank">O Analítico</a>)</em></p>
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		<title>Espaço Impróprio</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 04:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Boêmia]]></category>
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		<description><![CDATA[O que é: um espaço alternativo
Onde: Rua Antônio de Queiroz, 40 (travessa da Rua Augusta), São Paulo &#8211; SP
Quanto: nesse dia foi R$ 6,00 de entrada e consumação à parte.
Faz um tempo já que eu estava enrolando para ir nesse lugar. O Manson, um amigo de infância meu, vira e mexe toca lá com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O que é:</em> um espaço alternativo<br />
<em>Onde:</em> Rua Antônio de Queiroz, 40 (travessa da <a title="Mais sobre a Rua Auusta aqui no site." href="http://oprotagonista.com/tag/rua-augusta/" target="_self">Rua Augusta</a>), São Paulo &#8211; SP<br />
<em>Quanto:</em> nesse dia foi R$ 6,00 de entrada e consumação à parte.</p>
<div id="attachment_415" class="wp-caption alignright" style="width: 245px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/01/hnp-eu-e-iam.jpg"><img class="size-medium wp-image-415" title="hnp-eu-e-iam" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/01/hnp-eu-e-iam.jpg" alt="Reverendo Junkie Dixie, eu e Iam." width="235" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Reverendo Junkie Dixie, eu e Iam.</p></div>
<p>Faz um tempo já que eu estava enrolando para ir <a title="Comunidade do Espaço Impróprio no Orkut." href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=3592637" target="_blank">nesse lugar</a>. O <a title="Prefil do Manson no Orkut." href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14509214967803924743" target="_blank">Manson</a>, um amigo de infância meu, vira e mexe toca lá com a sua banda, o já famoso <a title="Site oficial da banda." href="http://www.rachacucapunkrock.com/" target="_blank">Racha Cuca</a>. Meu bom e velho amigo <a title="Blog do Mario." href="http://nonameshideout.com" target="_blank">Mario</a> já ensaiou ali com a sua banda, o Rei de Copas. E o <a title="Perfil do André no Orkut." href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=1297751366546789020" target="_blank">André</a> organiza no mesmo local faz uns seis meses a balada <a title="Site oficial do Cine Horror." href="http://www.cinehorror.com.br/" target="_blank">Cine Horror</a>.</p>
<p>Mas o que realmente me motivou a ir até o Cine Horror 6 no dia 09 de janeiro de 2009 foi a ilustre presença do Reverendo Junkie Dixie, figura já lendária para os freqüentadores das maiores <a title="Comunidades do Matanza no Orkut." href="http://www.orkut.com.br/Main#UniversalSearch.aspx?searchFor=C&amp;q=matanza" target="_blank">comunidades do Matanza no Orkut</a>. Direto de <a title="Picaciaba no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piracicaba" target="_blank">Piracicaba</a>, o vocalista e guitarrista da banda HillBilly Noise Pussy deu o ar da sua graça aqui na &#8220;capitar&#8221; junto com o resto da sua trupe para mostrar seu som grindnoise.</p>
<p><span id="more-407"></span></p>
<p>O lugar em si não é lá essas coisas, mas com o preço na entrada já era algo de se imaginar. O clima lá gira em torno do algo intimista e underground, com aquele ar de que só os &#8220;iniciados&#8221; freqüentam o local. E eles carimbam seu pulso, de modo que você pode entrar e sair à vontade.</p>
<p>Temos dois andares. No de cima há uma lanchonete e um espaço que costuma ser utilizado para a venda de material da galera, tudo muito bem iluminado. Os preços estão na média das padarias e lanchonetes locais, na faixa de R$ 2,00. Falaram que era uma balada <a title="Veganismo no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Veganismo" target="_blank">vegan</a>, mas o <a title="Perfil do Zaralho no Orkut." href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14218427868621387870" target="_blank">Zaralho</a> comprou um quibe! (CORREÇÃO TARDIA:o quibe não era de carne, mas que parecia, parecia!)</p>
<p>Ainda no primeiro andar temos o bar propriamente dito, com uma espécie de lounge, mesas com cadeiras estofadas, telão e um projetor para exibição de vídeos. Aqui já é tudo mais escuro, mas nada em que você tropece nas pessoas ou mesas. Pequeno, mas aconchegante. No bar os preços também estão na média dos botecos locais. E os banheiros até que estavam bem conservados e limpos, coisa rara em se tratando da Augusta.</p>
<div id="attachment_416" class="wp-caption alignleft" style="width: 341px"><a href="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/01/hnp-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-416" title="hnp-4" src="http://oprotagonista.com/wp-content/uploads/2009/01/hnp-4-480x360.jpg" alt="HillBilly Noise Pussy!!!" width="331" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">HillBilly Noise Pussy!!!</p></div>
<p>Já o espaço para as bandas é um tanto quanto&#8230; impróprio, se me permitem o infame trocadilho. Fica em uma espécie de porão e ainda é pequeno, de modo que fica bem abafado, mas pelo menos o som é decente.</p>
<p>Se você acessar a comunidade do local no Orkut vai ver que eles têm uma programação extensa e variada, com almoços, palestras e cursos diversos, vale a pena dar uma conferida.</p>
<p>Já o Cine Horror é um festival que visa reunir os fãs de filmes de <a title="Mais sobre esse gênero de filme." href="http://grindhousetheater.blogspot.com/2006/05/grindhouse-prefcio-adenda-exploitation.html" target="_blank">horror/exploitation</a> e tudo ligado a esse gênero de filme: cartazes, livros, filmes, trilhas sonoras. Em sua programação costuma haver exibição de curtas ou filmes e venda e distribuição de material. No dia em que eu fui rolava a comemoração de 10 anos do filme &#8220;Gore Gore Gays&#8221;, da <a title="Site oficial da Canibal Filmes." href="http://www.canibalfilmes.bulhorgia.com.br/index1.htm" target="_blank">Canibal Filmes</a>, com a presença dos diretores, micro palestra e a exibição do filme em si. Dei muita risada com o que rolou, mas se você tem estômago fraco ou é puritano, não é muito aconselhável.</p>
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		<title>Eu, meu melhor amigo, duas putas e nossas ex-namoradas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 02:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre costumo dizer que quanto menor a sua expectativa em relação a algo, mais chances você tem de ser dar bem. É uma simples questão de lógica: você não espera nada, logo qualquer coisa que vier é lucro, certo?
Então imaginem quais eram minhas expectativas em uma quarta-feira, faltando apenas dez minutos para encerrar meu expediente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre costumo dizer que quanto menor a sua expectativa em relação a algo, mais chances você tem de ser dar bem. É uma simples questão de lógica: você não espera nada, logo qualquer coisa que vier é lucro, certo?</p>
<p>Então imaginem quais eram minhas expectativas em uma quarta-feira, faltando apenas dez minutos para encerrar meu expediente. Para ser bem sincero, eram que nenhum cliente entrasse, que o ônibus estivesse vazio e que meus irmãos tivessem saído, assim poderia jogar vídeogame. Sim, não sou um cara muito ambicioso. Mas também tinha levado um pé na bunda da minha namorada e estava mesmo a fim de me trancar no mundinho alegre e feliz de <a title="GTA San Andreas no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grand_Theft_Auto:_San_Andreas" target="_blank">GTA San Andreas</a>. Nada como violência gratuita e imaginária para sublimar um coração machucado.</p>
<p>Mas bem-vindos as “Aventuras de Alessio Esteves no Mundo do Caos, onde tudo pode acontecer&#8230;”</p>
<p><span id="more-362"></span></p>
<p>Faltavam então míseros cinco minutos e eu já havia trancado a porta, apagado as luzes e arrumado a mochila e eis que o telefone toca. Suspiro e já atendo fingindo a educação e bom humor que o trabalho de vendedor exige. Mas não era nenhum cliente. Um amigo meu ia passar na <a title="Sobre Rua Augusta no meu site." href="http://oprotagonista.com/tag/rua-augusta/" target="_self">Augusta</a> para comprar ingressos para algum showzinho descolado no Stúdio SP e perguntou se eu não poderia acompanhá-lo e tomar umas brejas no tradicional Ponto de Encontro. Por que não? Uma bebedeira com amigos é sempre divertida, por pior que seja.</p>
<p>Chega ele acompanhado de uma amiga nossa e fomos comprar os malditos ingressos. Não gosto do <a title="Site oficial da balada." href="http://www.studiosp.org/" target="_blank">Stúdio SP</a>. Nunca fui lá, mas o público <a title="O movimento indie no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Indie" target="_self">indie</a> que faz fila na porta todo fim de semana já basta para não querer que eu entre. Meu amigo encontra umas conhecidas, gatinhas até, mas me olham com aquele ar de “não sou pro seu bico” e me limito a sorrir enquanto as amaldiçôo por dentro.</p>
<p>Finalmente chegamos no bar. Jogamos um bilhar, pegamos as cervejas e eu o meu tradicional conhaque. O clima na mesa não está exatamente o mais alegre. Meu amigo também tinha acabado um namoro fazia um certo tempo e ainda não estava 100%. Já nossa amiga estava passando um momento conturbado, pois sua namorada ia passar um tempo no exterior. Logo estávamos todos amaldiçoando <a title="Shakespeare no Wikipedia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare" target="_blank">Shakespeare</a> por ter inventado essa merda chamada Amor. A certa altura do papo, ele solta:</p>
<p>- Eu tava mesmo era a fim de trepar, manja?</p>
<p>Então minha mente naturalmente pervertida começa a funcionar:</p>
<p>- Tamo na Augusta, porra! Vamos comer umas putas!</p>
<p>A mesa fica em silêncio por um certo tempo. Ninguém ali ainda tinha pagado por sexo. Eu mesmo já tinha entrado em um puteiro duas vezes, mas o máximo que fiz foi pagar um show de strip-tease. Nossa amiga é a primeira a se manifestar:</p>
<p>- Bom, então eu vou pra casa. Vai um pessoal colar lá. Depois que vocês saírem, apareçam.</p>
<p>Meu amigo olha pra mim:</p>
<p>- Vamos mesmo prum puteiro?</p>
<p>Respondo com a pergunta mais maldita do mundo:</p>
<p>- Por que não?</p>
<p>Antes que pudéssemos realmente pensar no que estávamos fazendo, já havíamos pagado a conta do bar, nos despedido de nossa amiga e estávamos subindo a Augusta. Ele pergunta:</p>
<p>- Em qual que a gente vai?</p>
<p>- Sei lá, a gente entra no primeiro em que o porteiro nos chamar.</p>
<p>E um deles nos chamou. Dez pilas para entrar com direito a duas cervejas. A casa tinha acabado de abrir. Nos olhamos e entramos. O lugar não era muito grande. Um bar no meio do salão, um palco no findo com um poste, sofás em todas as paredes. Iluminação toda avermelhada Nos ajeitamos no balcão e uma lésbica-caminhoneira nos dá nossas brejas. De clientes estávamos nós e mais um velho. Acendo um cigarro para parecer mais a vontade e começo a avaliar o mulherio local. Todas com trajes mínimos e realmente gostosas. Havia vindo aqui mais para incentivar meu amigo, mas tava vendo que eu ia acabar comendo alguém.</p>
<p>- Olá, já conhecem a casa?</p>
<p>Uma das garotas havia se aproximado de nós. Respondemos que não e ela pede que a acompanhemos. Descemos uma escada que leva aos quartos e uma sauna. Ela nos passa uma média dos preços dos programas. Achei caro, mas já estávamos ali mesmo, então foda-se. Voltamos para o bar e pegamos mais cervejas. Uma loura tingida me chama a atenção, mas ela estava do outro lado do balcão e não repara em mim. Noto então que meu amigo parece meio sem saber como agir. Tentando não parecer um tiozão falando com um moleque, digo:</p>
<p>- Mano, a parada é só não humanizar, saca? Tenha em mente que isso é um açougue e o que está desfilando na nossa frente são produtos e não pessoas. Se formos pensar muito, não rola.</p>
<p>Ele parece entender. Então para minha desgraça a garota por qual eu havia me interessado desce as escadas com o velho. Ê merda! Hora de começar a avaliar outras opções. Entra um bando de rapazes da mesma faixa etária que nós, mas de terno e gravata. Devem ser clientes habituais do local, já que cumprimentam as garotas e começam a bater papo. Alguns sentam-se e as meninas se insinuam, dançando e se esfregando neles. Fico pensando que se EU estivesse de terno e gravata elas poderiam estar se esfregando em mim também. Pelo visto nenhuma das garotas iria chegar em mim. A iniciativa teria que ser da minha parte. Então a loura que estava com o velho sobe as escadas. Já havia se passado tanto tempo assim? Merda, ela era minha primeira opção. Mas tinha acabado de dar pra um velho. Nada me garantia que qualquer outra das garotas estivesse zerada, mas essa eu TINHA CERTEZA que não. E num puteiro isso faz diferença. De qualquer maneira, a chamo para bater um papo. Pergunto quanto é o programa, se ela faz show, aquele papo básico. Ela é super-atenciosa, mas como não vou comê-la, resolvo deixá-la em paz. Ela dá um beijo no meu rosto e eu sinto seu perfume. Porra, ela podia ter acabado de transar com o velho, mas tava extremamente cheirosa! Não sei se foi o perfume, a bebida ou o clima, mas de repente me vi realmente querendo comer alguém. Outra menina me chama a atenção, pergunto a opinião do meu amigo e ele prontamente manda eu ir me foder. Ele nota que eu não entendo a indignação dele e diz:</p>
<p>- Porra cara, ela é igualzinha a sua ex!</p>
<p>- E daí?</p>
<p>- Pra que você vai pagar se você pode comer alguém igualzinho de graça?</p>
<p>Realmente a afirmação dele fazia um certo sentido. Sem contar que tinha um certo ar de perdedor você comer uma puta igual a sua ex-namorada. Pergunto a ele se alguém interessou e o cara aponta uma garota de vestido vermelho atrás de nós. Ela era realmente gata. Mas estava conversando com um dos caras da turma de terno. Ainda querendo transar, reparo em uma morena sentada bem perto de mim. Não era muito bonita, mas era muuuuuuito gostosa. E tinha a bunda grande. Foda-se, ia ser ela mesma. Dou um toque pro amigo que vou “dar uma sumida” e que era bom ele se arranjar logo também. Chego nela, cumprimento, pergunto o preço, o que ela fez e deixa de fazer. Ela vai respondendo. A parada realmente é um negócio e aí está a maravilha e o pior de tudo isso.</p>
<p>- Então, quer ficar conversando ou podemos ir para o que interessa? – pergunto.</p>
<p>Ela sorri, pega na minha mão e vamos em direção as escadas. Olho para meu amigo e noto que ele chegou na mina de vermelho. Me pego sorrindo. Entramos em um dos quartos, começamos a tirar a roupa e ela pergunta se eu não quero tomar um banho para “relaxar e tal”. Acho a idéia boa e vamos para o chuveiro. Ela vê minhas tatuagens e pergunta sobre o que são. Então ela se vira de costas para mostrar as delas. Meu Deus, ela é realmente gostosa. A agarro e começamos a dar uns malhos. Resolvemos ir pra cama de uma vez. Ela me pergunta o que eu gosto, o que eu quero. Eu respondo e ela faz exatamente o que eu havia dito. E faz muito bem feito. Não é a toa que as chamam de “profissionais do sexo”. Putaqueopariu. Acendo um cigarro, ela faz uma massagem em mim e conversamos frivolidades. Logo estamos transando de novo. O celular toca. Eu quero que se dane quem estiver me ligando. O tempo está acabando. Vamos de novo para o chuveiro e rolam mais uns malhos. O tempo então acaba. Acabo de me trocar e resolvo ver quem me ligou. Tinha sido minha ex-namorada! Acho que minha expressão de espanto deve ter sido tamanha que ela pergunta:</p>
<p>- Tá tudo bem?</p>
<p>- Tá&#8230; É que era minha ex no celular aquela hora&#8230;</p>
<p>- Acabaram faz tempo?</p>
<p>- Pra falar a verdade, não faz nem uma semana&#8230;</p>
<p>- Mas você tá bem?</p>
<p>- Desculpa, querida, mas não vou ser mais um cliente mala reclamando da ex pra você. Me recuso a fazer isso.</p>
<p>Ela não comenta mais nada. Nos despedimos e subo novamente ao bar. Nada do meu amigo. Parece que ele resolveu se arrumar também. Pego outra breja e acendo mais um cigarro. Alguns minutos depois ele sobre, e com a garota de vermelho! Mas que belo filho da puta! Ambos páram do meu lado e meu amigo pede para a garota dizer o nome dela. Eu ouço e não acredito. Era o mesmo nome da ex dele! Uau, um dia realmente estranho&#8230;</p>
<p>Ele se despede da garota, pagamos nossa conta e resolvemos ir pra casa da nossa amiga. Assim que coloco o pé fora do bordel, o celular toca. Era a minha ex de novo! Atendo e meu amigo faz aquela cara de “conta pra ela onde você tava!, conta, conta!”.</p>
<p>- Alô.</p>
<p>- Oi, tava ocupado?</p>
<p>- Pra falar a verdade tava sim&#8230;</p>
<p>- Desculpa, mas o que você tava fazendo?</p>
<p>Olho para meu amigo e solto:</p>
<p>- Tava num puteiro com um amigo&#8230;</p>
<p>- O QUÊ? Você tava transando com uma puta?</p>
<p>- Tava ué, qual o problema?</p>
<p>- Sei lá, não esperava isso de você&#8230;</p>
<p>- As pessoas mudam, ué&#8230;</p>
<p>- Usou camisinha pelo menos?</p>
<p>- Cê não tá me perguntando isso!</p>
<p>- Vai saber&#8230;</p>
<p>- Usei, caralho. Mas o que você queria?</p>
<p>- Ia te perguntar do show do Matanza sábado, mas depois a gente conversa&#8230; Te ligo amanhã. Beijo!</p>
<p>- Beijão.</p>
<p>Ela pareceu chocada e decepcionada e eu me pego ligeiramente feliz com essa reação dela. Sou um cuzão mesmo. Pergunto então para meu amigo como foi. A resposta dele me pega de surpresa:</p>
<p>- Não foi.</p>
<p>- Como assim? Broxou?</p>
<p>- Não exatamente. Fiquei trocando idéia com ela e meio que viramos “amiguinhos”. Aí não rolou.</p>
<p>- Porra cara! Eu te disse pra não humanizar, caralho!</p>
<p>- Ah, mas você me conhece&#8230; Quando ela me disse o nome dela já fiquei meio assim, mas ela era gata e resolvi tentar. Mas não rolou. Ficamos conversando. Sei onde ela mora, que facul que ela faz, que ela tem namorado&#8230;</p>
<p>- E você pagou mesmo assim?</p>
<p>- Paguei né? Rolando ou não, eu ocupei o tempo dela&#8230;</p>
<p>Putaqueopariu, só ele mesmo. Conto a parada do celular no meio da minha transa, ele dá risada e comenta:</p>
<p>- Cara, só a gente mesmo&#8230;</p>
<p>Acendo um cigarro e concluo:</p>
<p>- Isso vai dar um bom conto. Saca só: “Eu, meu melhor amigo, duas putas e nossas ex-namoradas”. Posso contar o que rolou com você também?</p>
<p>Ele dá de ombros:</p>
<p>- Pode ué, eu não fiz?</p>
<p>E vamos para a casa da nossa amiga acertando os detalhes da coisa toda, nos perguntando até onde as pessoas vão acreditar que tudo isso aconteceu mesmo e pouco se lixando pra isso.</p>
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		<title>Limão</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 22:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Contos do Saravejo]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[limão]]></category>
		<category><![CDATA[Rua Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Saravejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Eita porra! Cadê todo mundo? Devem ter descido para ver o show ou pegar uma bebida. Eu falei que ia mijar e já voltava, custava esperar? Bem, vamos procurar a galera&#8230; 
Descendo o primeiro lance de escadas, quase trombo com uma garota. Só depois daquele pedido de desculpas meio automático é que eu reparo nela. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eita porra! Cadê todo mundo? Devem ter descido para ver o show ou pegar uma bebida. Eu falei que ia mijar e já voltava, custava esperar? Bem, vamos procurar a galera&#8230; </p>
<p>Descendo o primeiro lance de escadas, quase trombo com uma garota. Só depois daquele pedido de desculpas meio automático é que eu reparo nela. Loira, menor que eu, corpinho legal&#8230; e que olhos! E olhando diretamente nos meus. Fico meio sem jeito.</p>
<p>- Oi! – ela diz com uma voz meiguinha.</p>
<p>- Oi. – respondo, ainda sem graça.</p>
<p>- Quer limão?</p>
<p>O que? Limão? Só então reparo que ela segura em uma das mão um pedaço de limão. A garota pega o pedaço e enfia na boca.</p>
<p>- Vai querer o limão ou não? – insiste.</p>
<p>Peraí, ela quer que eu pegue o limão que ela está chupando? Ainde sem entender direito, respondo:</p>
<p>- Hã&#8230; Sim.</p>
<p>A loirinha me agarra, tasca um baita beijo e passa o limão pra minha boca. Sorri, fala um &#8220;valeu&#8221; e sobe as escadas, me deixando pasmo por alguns segundos. Resolvo voltar a procurar a galera, ainda tentando entender o que aconteceu&#8230;</p>
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		<title>Victoria´s</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[bar]]></category>
		<category><![CDATA[Cervejazul]]></category>
		<category><![CDATA[Rua Augusta]]></category>

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		<description><![CDATA[Aniversário de uma amiga em um boteco na Augusta, ao lado do Outs. Como não era bem a minha turma e nem todo mundo que ia lá simpatizo, resolvi levar minha galera para assim ter com quem ter um papo decente ou ter um ombro confiável se eu cair de bêbado. Angario o Renato e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aniversário de uma amiga em um boteco na Augusta, ao lado do Outs. Como não era bem a minha turma e nem todo mundo que ia lá simpatizo, resolvi levar minha galera para assim ter com quem ter um papo decente ou ter um ombro confiável se eu cair de bêbado. Angario o Renato e o Gargamel. Passando por um dos mil puteiros que decoram o caminho, recebemos uma proposta tentadora: 10 reais por cabeça com direito a duas brejas mais um copo de whisky pra cada. Tudo bem que devia ser bebida vagabunda, mas mesmo assim não é todo dia que se bebe whisky. Juro que consideramos entrar na bodega, mas a aniversariante era muito amiga minha (além de que eu pagava um pau pra ela) de modo que mantivemos a idéia original.</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p>O boteco é nosso tradicional ponto de encontro e local de aquecimento quando rola show do Matanza no Outs. Já aconteceram causos bem bizarros ali, mas hoje era só a nossa galera mais alguns bebuns habitués do local. Cumprimenta daqui, beijinho dali, fofocas de cá, risadas de lá. A mesa começa a ficar cheia de garrafas vazias e os cinzeiros cheios de bitucas. E eu olhando para as coxas da aniversariante, lamentando por todos os deuses ela estar namorando. Não que eu seja lá muito moralista, mas é que ela é tão fofa que não a imagino traindo seu homem. Eis então que começa um papo sobre uma mina que rodou meia banca na galera e sobre como o namorado dela era um puta de um otário. Um dos caras na mesa parece incomodado com o papo, se levanta e me chama de canto. Eu abomino esse cara. Porque que ele tem que querer fazer confissões bem comigo? Amaldiçoando a tudo e a todos eu me sento em outra mesa com ele. Com um ar de preocupado ele começa:</p>
<p>- Esse assunto é embaçado pra mim, cara&#8230;</p>
<p>- Qual é? Todo mundo sabe que cê catou ela. Aliás, todo mundo sabe que todo mundo catou ela!</p>
<p>- É, mas minha mina não sabe&#8230;</p>
<p>- E ninguém vai contar. Por que cê não relaxa?</p>
<p>O semblante preocupado dele aumenta e me pego querendo sair dali. A besta morfética começa:</p>
<p>- Cara, eu amo a minha mina, mas curto pacas trepar, saca? É mais forte que eu&#8230;</p>
<p>- Porra, não existe isso, cara! Ou você quer ou você não quer! Toma decisão e vai em frente!</p>
<p>- Não posso largar a mina, cara!</p>
<p>Em vez de levantar e ir embora, eu faço o que não devia. Faço a maldita pergunta:</p>
<p>- Por que?</p>
<p>- Porque ela tá grávida!</p>
<p>- Então deixa de ser cuzão e fica com ela de uma vez!</p>
<p>- Cara, eu amo muito essa mina e tô feliz que vamos ter um filho, mas eu quero trepar, saca?</p>
<p>Se tem uma coisa que eu odeio é gente que cria seus problemas e finge não saber sair deles. Não que eu não faça isso, mas pelo menos não fico aporrinhando os outros com essas palhaçadas. Corto o papo falando que vou ao banheiro. Fico lá tempo o suficiente para que o mala tenha voltado a falar com a galera e vou até o balcão pegar meu tradicional conhaque. Do meu lado tem uma mulata gostosíssima pedindo suco de laranja e dizendo que está gripada. Me intrometo e digo que para quem está gripado é melhor limão com mel que suco de laranja. Ela simpaticamente sorri, agradece a dica, mas diz que odeia suco de limão. Volto para a mesa e reparo que todo mundo sumiu. Só estão o Renato e o Gargamel.</p>
<p>- Cadê o resto? &#8211; pergunto.</p>
<p>- Tão lá fora, sei lá&#8230;</p>
<p>Nisso passa a morena com dois gringos e senta com eles no fundo da bar. Certeza que é puta. Descem mais algumas garrafas de cerveja, estamos falando algo de suma importância para o ocultismo brasileiro e eis que a morena senta na nossa mesa! Devo admitir que ela era realmente gostosa. Peitão, cinturinha, bundão, lábios carnudos. Fico desconfiado de tudo aquilo e olho para as mãos e para o gogó. Era mina mesmo. Ela tenta começar um papo com a gente em uma língua que parece inglês, mas é difícil de entender. A garota parece estar bêbada e a única palavra que entendemos é &#8220;victoria&#8221;. Tento fazer as coisas voltarem ao normal:</p>
<p>- Querida, falei com você a pouco tempo atrás e conversamos em português. Eu sei que você fala português. Vamos parar com isso?</p>
<p>Mas é em vão. Ela continua aquela embromação que lembrava inglês e a falar &#8220;victoria&#8221;. Após algum tempo conseguimos decifrar que o boteco em que estávamos chamava Victoria´s e que ela trabalhava ou morava alguns quarteirões acima. O Renato tenta deixar as coisas claras em inglês mesmo:</p>
<p>- Pay atention, please. Are you a whore? Are you a bicth? Do you wanna have sex with us for money? (Presta atenção, por favor. Você é uma prostituta? Você é uma puta? Quer transar conosco por dinheiro?)</p>
<p>A garota parece ter ficado desconcertada ao ver o cara falando em inglês e eu emendo:</p>
<p>- Because we are in pinadíba, honey. We have no money. Sex with us only for free! (Porque estamos na pindaíba, querida. Não temos grana. Sexo com a gente só de graça!)</p>
<p>Como a coisa tava ficando divertida, o Gargamel emenda:</p>
<p>- And we are bad people! We do evil things! (E nós somos pessoas ruins! Fazemos coisas más!)</p>
<p>Não sei porque, a moça resolveu sentar do lado do Gargamel e os dois começaram uma conversa de pé de ouvido no dialeto estranho dela. Como camaradas que somos, resolvemos deixar os dois à vontade. Eu e o Renato começamos um papo sobre leitura do futuro na espuma da cerveja e eis que o casal se levanta e nosso felizardo amigo nos pede dinheiro emprestado para pagar um motel barato e comprar camisinha. Feliz porque alguém ia faturar nessa noite, demos até dinheiro a mais. Mas então o filho da puta que tava chorando porque amava-a-mina-grávida-e-não-conseguia-ficar-sem-trepar aparece e solta:</p>
<p>- Quem é a amiga de vocês? Vamos sentar aí e trocar umas idéias!</p>
<p>Na hora a garota solta a mão do meu camarada e volta a se sentar. Se eu já não gostava desse cara, agora que ele se mostrou um fura-olho maldito eu gosto menos ainda. Para evitar violência e derramamento de sangue (o meu, porque certeza que o mala me espancava), prefiro ir para fora do bar e fumar um cigarro. Lá estou eu absorto em lembranças felizes naquele local quando sou bruscamente interrompido:</p>
<p>- Tem um cigarro?</p>
<p>Me viro e vejo uma ruivinha linda ligeiramente indie sorrindo para mim! Ponho a cabeça no lugar e lembro que ela só pediu um cigarro. Pego um, ela pede meu isqueiro e já estou me preparando para entrar no bar novamente quando ela pergunta:</p>
<p>- Já não te vi por aqui antes?</p>
<p>Feliz que o Destino resolveu abrir páginas felizes em seu livro para minha não-tão-humilde pessoa, iniciamos um descontraído papo sobre baladas e bandas. Chegam alguns amigos dela com cervejas e dois copos, sendo que um era para mim! Era um oásis de companheirismo nesse mundo cão e fico lá por um tempinho. Mas eis que esse momento alegre é interrompido pelo mala que amava-a-mina-grávida-e-não-conseguia-ficar-sem-trepar-e-ainda-atravessava-o-xaveco-alheio:</p>
<p>- Falaê cara! Não vai apresentar essa galera?</p>
<p>Apresento e logo ele tem o dom de tirar a mina de onde eu tava com a desculpa de mostrar seu carro pra ela. Chega. Cansei. Vou até a mesa e encontro meus camaradas sozinhos com duas garrafas de cervejas vazias.</p>
<p>- Cadê a puta? &#8211; pergunto.</p>
<p>- Sei lá. Pagou essas duas brejas pra gente e foi embora.</p>
<p>- A conta nossa tá paga?</p>
<p>- Tá.</p>
<p>- Vambora antes que eu faça merda.</p>
<p>De saco cheio porque um filha da puta que só pensa com o pau conseguiu estragar a noite de todo mundo fomos embora dali. Acabamos nossa balada no Cervejazul. O Renato dormia na mesa bêbado enquanto eu e o Gargamel ficamos cantando nossos blues improvisados com dois moleques rindo da nossa cara e nos dando cervejas em troca de mais estrofes.</p>
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