“Qual a diferença entre um emo e um clubber?
Coloque os dois em um quarto escuro.
Se brilhar, é cluber.
Se chorar, é emo”
- Autor Desconhecido
(Texto escrito em momento meio a uma Tempestade Cerebral. Tenham noção de que autor optou por escrever ao invés de almoçar, fumar ou bater punheta)
Lembre-se dos “punks” que vemos ao ir ao Cervejazul. Dos “góticos” que lotam o Theatro dos Vampiros e o Madame Satã. Ou dos “hippies” que infestam as faculdades. E por que não dos “wiccans” que fazem rituais no Parque Trianon?
Alguns de nós sentem pena dos “entre aspas” acima. Outros acham engraçado e tiram sarro deles. Alguns realmente os acham desprezíveis. Poucos os odeiam com todo o âmago do seu ser. Mas todos adoramos falar mal deles.
E por que?
Continuar lendo ‘Manifesto em Defesa do Verdadeiro Movimento Emo (seja lá o que ele for…)’
O que é: uma casa noturna para o público rocker.
Onde: Rua Augusta, 486, São Paulo – SP.
Quanto: em dias “normais”, homem paga R$ 10,00 de entrada ou R$ 20,00 de consumação e a mulherada é na faixa. Quando tem show de alguma banda mais renomada, preço único na faixa de R$ 15,00.
Costumava ir ao Outs somente para ver os shows do Matanza e admito que tinha uma certa ojeriza pelo lugar. Sim, eu sei que essa balada foi uma das poucas que abriu suas portas para a banda quando ela ainda estava começando sua carreira. Só que na primeira vez que fui lá a comunidade oficial da banda no Orkut tinha cerca de 3.000 membros. Hoje ela passa do 27.000 e a casa não suporta mais o público. Lota, fica muito quente e as filas para beber, ir ao banheiro ou para pagar a comanda e ir embora são insuportáveis. Mas mesmo assim continuo indo ver os caras tocar lá.
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O que é: um bar/lanchonete.
Onde: na esquina da Rua Augusta (altura do 1230) com a Fernando de Albuquerque, São Paulo – SP.
Quanto: só a consumação.
O Ibotirama 2004 é o típico lugar que durante o dia serve almoço para os trabalhadores locais e durante a noite serve de aquecimento para a galera que vai sair de balada ali por perto. Ele fica localizando exatamente na fronteira entre o que se chama de “Augusta Alta” (lojas e opções culturais) e “Augusta Baixa” (baladas e puteiros diversos). O bar em si não tem nada de mais. Local e ambiente limpos, bom atendimento, preços na média (R$ 4,00 a cerveja, R$ 0,80 o cafezinho, R$ 2,20 os salgados). O som do local transita entre rádios pop/rock e clipes do TVZ, do Multishow, mas com o tanto de gente conversando lá, você mal ouve o som. O que torna o lugar realmente peculiar é o seu público.
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Publicado em 13 de fevereiro de 2008 .
“A Natureza da Vida é o Caos”
Dante Sólon
Após ver uma palestra sobre Vampyrismo e a Cena Vampyrica, me peguei pensando se existe uma “cena caótica” no mundo e no Brasil e qual seria o meu papel e da Associação Filhos do Caos nela.
Para podermos pensar juntos, vamos definir “cena” como uma espécie de subcultura, com termos próprios, baladas, encontros, ações e objetivos.
O maior conjunto de caoístas reunidos em algum lugar é a lista de discussão Kaos-Brasil, do Yahoo! Grupos. Lá existem mais de mil pessoas que conversam sobre a prática e a filosofia da Magia do Caos. Sim, todo mundo sabe que em lista de discussão quem posta mesmo e discute não é nem metade da lista, mas mesmo assim é um bom contigente de indivíduos em torno do tema Magia do Caos.
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